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John Ronald Reuel Tolkien, conhecido mundialmente como J. R. R. Tolkien (Bloemfontein, 3 de janeiro de 1892 – Bournemouth, 2 de setembro de 1973), foi um escritor, professor universitário e filólogo britânico, nascido na atual África do Sul, que recebeu o título de doutor em Letras e Filologia pela Universidade de Liège e Dublin, em 1954. É autor das obras como O Hobbit, O Senhor dos Anéis e O Silmarillion. Em 28 de março de 1972, Tolkien foi nomeado Comendador da Ordem do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II. As suas obras foram traduzidas para mais de cinquenta idiomas, vendendo mais de 200 milhões de cópias e influenciando continuadamente gerações e gerações. Em 2008, The Times listou Tolkien como o sexto entre os maiores escritores Britânicos desde 1945. Em 2009, a revista Forbes listou as 13 celebridades mortas que mais lucraram no respectivo ano. Tolkien alcançou a quinta posição, com ganhos estimados em 50 milhões de dólares.[https://pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien]


quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Conflito produtivo. Você já ouviu falar disso?

O artigo que está abaixo trata de um tema delicadíssimo e arriscado nas empresas. E raro também. O chamado "conflito produtivo" é um terreno pantanoso. Faca de dois gumes. Pessoalmente, não conheço nenhuma empresa que utilize a metodologia e nem conheci ninguém que tivesse trabalhado em alguma delas. Só sei o que tenho lido (como este texto, por exemplo). Entretanto, resolvi trazê-lo ao conhecimento dos leitores por se tratar de assunto que aguça a curiosidade de quem gosta de conhecer metodologias inovadoras nas corporações.
Os consultores de comportamento gostam muito de estudar estas nuanças que - na realidade - existem nas corporações, mas, via de regra, não são parte de nenhum programa formal (e mesmo informal) nas empresas. Fico aqui pensando sobre o verdadeiro inferno que seria administrar conflitos estimulados pela direção de um órgão qualquer da administração pública. Ops! Não dá nem para imaginar. Seria a própria materialização do "kaos".
É possível? Claro que é, mas as condições de trabalho e nível de maturidade que um agrupamento de grande porte teria que alcançar para ser submetido a um sistema como esse, não compensaria os custos. Na minha modestíssima opinião.

O artigo aponta três grandes grupos que se utilizam do sistema. Hum! Desconfio. Como é algo que não pode ser mensurado com facilidade, eu prefiro dar uma de São Tomé com uma frase aditiva: "falar é fácil, quero ver é funcionar". Ao final do artigo há um link para se fazer um teste que é dos mais interessantes. Não deixe de clicar e se propor a fazê-lo. Boa leitura.

NOTA TÉCNICA: Estou introduzindo uma novidade no blog. Ao invés de reproduzir os artigos selecionados e apresentá-los em texto copiado, resolvi transformá-lo em imagens. Acho que ficou legal, mas como sempre, "quem manda é o cliente". Se alguns de vocês que freqüentam a Oficina de Gerência puder, façam a gentileza de postar um pequeno comentário no post aprovando ou desaprovando a novidade. Vai ajudar muito o time (eu sozinho) de produção do blog.

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(clique na imagem abaixo e faça o teste)
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PS - Se preferir ler o artigo no site original clique no link abaixo:
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