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Joaquim José da Silva Xavier (Fazenda do Pombal, então sob jurisdição da Vila de São José del-Rei, batizado em 12 de novembro de 1746 – Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792), conhecido como Tiradentes, foi um militar e ativista político do Brasil, notabilizado por sua participação na Inconfidência Mineira, conspiração de caráter separatista contra o domínio de Portugal. Atuante nas capitanias de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, destacou-se como um dos principais propagandistas das ideias emancipacionistas em um contexto marcado pela crise da economia mineradora e pelo aumento da pressão fiscal exercida pela Coroa portuguesa. Preso em 1789, foi julgado por crime de lesa-majestade e executado em 1792. Sua morte, inicialmente concebida como instrumento de repressão exemplar, foi posteriormente reinterpretada, sobretudo a partir da República, quando sua figura passou a ser associada ao martírio cívico e consolidada como símbolo político da nação brasileira. O dia de sua execução, 21 de abril, foi instituído como feriado nacional, e seu nome foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria. Sua trajetória e execução foram posteriormente reinterpretadas pela historiografia e pela memória política brasileira, que o consagraram como um dos principais símbolos da identidade nacional. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiradentes}




sábado, 13 de setembro de 2008

O tema da vocação para o serviço público...

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Infelizmente a imagem do funcionalismo público é esta, ao lado. Posso dizer que uma enorme e histórica mentira. Mentira mesmo. Tenho alguma bagagem para afirmar assim, com ênfase. Dos meus muitos anos de trabalho, setenta por cento deles estive na administração pública. Nos primeiros trabalhei na iniciativa privada.
Ainda estudante e universitário, como jornalista/radialista e depois - já como engenheiro - em uma empresa de construção (empreiteira). Depois, entrei fui contratado por uma empresa pública (Codevasf) onde ocupei todos os cargos da carreira.
Conheço os dois lados do sistema e posso dizer, sem medo de errar: no serviço público se trabalha muito mais. Eu disse e repito, muito mais. Nem vou, aqui, tentar explicar as razões de a opinião pública acreditar nessa imagem do funcionário público preguiçoso, leniente e relapso. É uma questão para estudo de sociólogo.
Obviamente que os empregados indolentes e relaxados existem, tal como na iniciativa privada e em quaisquer corporações, mas a grande maioria - assim como em qualquer empresa - são operantes, profissionais e dedicados.
A grande diferença entre trabalhar na iniciativa privada e no serviço público é que lá, no privado, você tem patrão e cá, no público você chefe. Alguém deverá perguntar: e tem diferença? Respondo, tem sim e grande. As decantadas "vantagens" do serviço público como estabilidade e salário alto são propagandas enganosas. Também é uma minoria de órgãos que paga na faixa do mercado e a estabilidade, tal como na iniciativa privada, depende do desempenho de cada um. É muito grande a quantidade de gente demitida nos órgãos de governo,
Por isso a questão vocacional deve ser levada em conta por quem pretende entrar para a administração pública, os chamados "concurseiros" (não gosto dessa denominação). Perdi a conta de colegas que - sem vocação - transformavam-se em verdadeiros zumbis dentro das repartições. Terminam sem lugar para trabalhar, porque a reputação fica logo maculada e ninguém quer um funcionário assim na sua equipe e são presas fáceis da depressão, são demitidos "a bem do serviço público" ou se demitem por não agüentar a pressão. Isso se não enveredarem pelo caminho da corrupção.
Por estas razões, ao assistir, na hora do almoço, o Jornal Hoje da TV Globo prestei atenção no vídeo que coloquei abaixo. Fala sobre a vocação para exercer a função pública. Vejo jovens amigos dos meus filhos - grande parte deles na categoria dos concurseiros - conversando sobre os editais dos concursos. Só se interessam pelo salário inicial e pelos pré-requisitos para participar do concurso. No geral, nem querem saber as atividades destinadas ao cargo para o qual se candidatam. Vamos ao vídeo.
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