Hoje se completam 50 anos da conquista, pela seleção brasileira de futebol, da sua primeira Copa do Mundo. Na Suécia, em Estocolmo, 29 de junho de 1958.
Não havia televisão e as fotos eram em preto e branco. Lembro que, garoto, ali pelos 12 anos, ouvi o jogo pelo rádio. Pedro Luis era o narrador.
Me lembro dos fogos, das buzinas e dos jornais e revistas da época. Foi um marco histórico porque naquele ano, 1958,(chamado de "Ano de Ouro") o Brasil ganhou várias disputas inéditas dentre as quais me lembro da Maria Esther Bueno em Wimbledon.
Paro por aqui senão o post vira livro de memórias.
"Peguei" este vídeo no You Tube para lembrar um pouco a alegria daquele dia maravilhoso que só iria se repetir mais 4 vezes nos 50 anos seguintes (62/70/94 e 2002)
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Frase
George Eliot, pseudônimo de Mary Ann Evans (Nuneaton, 22 de novembro de 1819 – Londres, 22 de dezembro de 1880), foi uma romancista autodidata britânica. Usava um nom de plume masculino para que seus trabalhos fossem levados a sério. À época, outras autoras publicavam trabalhos sob seus verdadeiros nomes, porém, Eliot queria escapar de estereótipos que ditavam que mulheres só escreviam romances leves. Outro fator que pode ter levado Eliot a usar um pseudônimo masculino era o desejo de preservar sua vida íntima, sobretudo seu relacionamento com George Henry Lewes, um homem casado, com quem viveu por mais de vinte anos. [ https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Eliot ]
domingo, 29 de junho de 2008
Copa do Mundo de 1958 (Final) Brasil 5 x 2 Suécia
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