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Que a Páscoa de 2026 renove seus objetivos e traga a luz dos novos começos! Que a energia renovadora da Páscoa ilumine o seu 2026, trazendo equilíbrio, prosperidade e tranquilidade para a sua vida! 🤍 Em 2026, que o coelhinho da Páscoa traga não apenas chocolates, mas também alegria, saúde e paz para toda a sua famíli


Érico Lopes Veríssimo[nota 1] (Cruz Alta, 17 de dezembro de 1905 – Porto Alegre, 28 de novembro de 1975) foi um escritor brasileiro.[carece de fontes] Com uma prosa simples e de fácil leitura, tornou-se um dos escritores mais populares da literatura brasileira.[1] Em 1932, publicou seu primeiro livro, Fantoches, e em 1938 obteve sucesso com o romance Olhai os Lírios do Campo, que lhe deu projeção nacional como escritor. "Posso afirmar que só depois do aparecimento de 'Olhai os Lírios do Campo' é que pude fazer profissão da literatura". Seu trabalho mais conhecido, todavia, é a trilogia O Tempo e o Vento, publicada entre 1949 e 1962. Trata-se de um romance histórico que se situa em diversos momentos da história do Rio Grande do Sul. Embora não possuísse diploma de curso superior, Verissimo lecionou literatura brasileira nos Estados Unidos e foi diretor de revistas. Em 1971, lançou Incidente em Antares, uma obra crítica à ditadura militar brasileira. [https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89rico_Ver%C3%ADssimo]


sexta-feira, 13 de junho de 2008

Conheça a História: Madeira-Mamoré foi o retrato da incompetência.


A história da construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré é um monumento à má administração e à incompetência. Por mais que historiadores, televisão e jornalistas tentem jogar toneladas de "glamour" sobre ela, não há maneira de livra-la dessa pecha. Infelizmente os governos não aprendem e continuaram, ao longo da história a jogar o dinheiro público pela janela com projetos sem estudos de viabilidade e sem planejamento. Vide Rodovias Transamazônica e Belém-Brasília e atualmente, o famoso projeto da Transposição do São Francisco.
Belos projetos se perderam ou se perderão nas suas finalidades pelo mau planejamento, pelo açodamento e pela politização dos investimentos.
A Madeira-Mamoré - cuja história se deu no início do século - ainda é um símbolo da malversação dos recursos públicos; ela é o ícone mais conhecido dessa montanha de incompetências.
O vídeo abaixo conta um pouco dessa história. Vale a pena clicar no play e aprender um pouco com a insensatez dos homens públicos e dos investidores fracassados.
Se estiver interessado clique neste link para conhecer um pouco mais sobre a Madeira-Mamoré e aqui para ir à página do YouTube onde vários vídeos sobre o tema podem ser vistos.

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"Visando aproximar as regiões produtoras de látex, em pleno auge da comercialização internacional da borracha, o projeto atendia também aos desejos das autoridades preocupadas com a ocupação da Amazônia. Houve algumas tentativas ainda no século XIX, que fracassaram por falta de verba, infra-estrutura técnica e hesitação frente às difíceis condições da caracterização ambiental da região (chuvas e cheias dos rios, vegetação densa, variedade das doenças tropicais).
Em 1907, a empreitada foi iniciada, contando com a experiência da companhia americana May, Jekyll & Randolph, que já havia produzido projetos semelhantes em Cuba e na Guatemala. Para construir cerca de 364 km de estrada-de-ferro, foram arregimentados perto de 30 mil homens, das mais diversas nacionalidades e de inúmeras regiões do Brasil. Muitos abandonavam a viagem no caminho, ao ouvirem os rumores sobre as condições de vida na região do rio Madeira." [...]
(clique aqui para ler o texto na íntegra)

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