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||| 17 de abril DE 2026 ||| 6ª feira ||| Dia Internacional das Lutas Camponesas e Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária ||| "Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe" (Oscar Wilde) |||

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O Dia Internacional das Lutas Camponesas é celebrado anualmente em 17 de abril. A data foi instituída pela Via Campesina em memória do "Massacre de Eldorado dos Carajás" (1996), no Pará, marcando a resistência camponesa mundial, a luta pela reforma agrária, justiça social e soberania alimentar. Origem: Criado após o assassinato de 19 trabalhadores rurais sem-terra em 17 de abril de 1996. Foco: Ação global pela reforma agrária, contra o agronegócio predatório e em defesa dos direitos dos trabalhadores do campo. No Brasil, a data também é conhecida como o Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária. Ações: Historicamente, abril é um mês de intensas mobilizações, ocupações e marchas organizadas pelos movimentos sindicais rurais. A data é um marco para refletir sobre a agricultura familiar, a produção de alimentos saudáveis e o acesso à terra.


Sofia Prokofieva Sofia Leonidovna Prokofieva (14 de maio de 1928 – 7 de maio de 2025), foi uma escritora, poetisa, tradutora, dramaturga, roteirista e autora soviética e russa de livros infantis e contos de fadas e histórias mágicas para crianças em idade pré-escolar. Suas obras receberam diversos prêmios internacionais, incluindo o Prêmio Kodai no Japão para o melhor livro infantil e o Prêmio Nacional de Literatura "Caneta de Ouro da Rússia". Seus contos de fadas foram traduzidos para mais de vinte idiomas, muitos dos quais foram adaptados para o cinema e para animações.


quarta-feira, 11 de junho de 2008

O tráfico de seres humanos não está distante de nós.

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"O Tráfico de Pessoas é uma forma moderna de escravidão. A maioria das vítimas é de mulheres, crianças e adolescentes que são aliciados para exploração sexual ou mão-de-obra escrava. A globalização - o fluxo intensificado de pessoas, capital e informação - gera grandes oportunidades no desenvolvimento internacional, mas também cria riscos e abre espaço para o crime organizado transnacional. Por isso é mais fácil hoje traficar uma pessoa que no século passado, ou há duzentos anos. O tráfico humano ocorre tanto no âmbito doméstico como internacional. É uma violação aos direitos humanos que precisa ser enfrentada por todos os países.
O Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC), como guardião do
Protocolo das Nações Unidas de Prevenção, Supressão e Punição do Tráfico de Pessoas, especialmente Mulheres e Crianças , está promovendo em todo o mundo a Iniciativa Global de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas ( UN.GIFT , na sigla em inglês). A Iniciativa Global busca conscientizar governos, empresas e a sociedade toda sobre a vergonha da existência desse tipo "moderno" de escravidão."

O texto acima abre o site do Escritório da ONU Contra Drogas e Crimes, no Brasil e Cone Sul. Vou utilizá-lo muito, aqui no blog, nas campanhas que procuro promover - de forma singela - divulgando mensagens, banners, vídeos e tudo o que estiver ao meu alcance para combater esses flagelos da humanidade: trabalho infantil, drogas, violências contra mulheres, crianças, idosos e toda a lista de infortúnios que castiga nossa sociedade. É o mínimo que posso fazer, utilizando estes instrumentos que, associados, são tão poderosos: os blogs e a internet.

Assim é que separei uma série de vídeos, como o que está abaixo (trafico de pessoas), para divulgar entre os visitantes da Oficina de Gerência essas mensagens de cidadania. Estou convicto que este "serviço" também faz parte da proposta do blog.

Sugiro a difusão do vídeo. Que seja copiado daqui ou em downloads, direto do site do Escritório da ONU (UNODC). Vejam o vídeo, visitem e naveguem muito no site clicando aqui. Sensibilizem-se para estes dramas que estão aqui, acontecendo bem ao nosso lado, cotidianamente...

Nesta recente viagem que tive a oportunidade de realizar por dois países da Europa, o flagelo do tráfico de pessoas e do trabalho escravo é visível, por onde passei. São muitos, muitos mesmo, os imigrantes ilegais vendendo bugingangas nas calçadas de todas as cidades turísticas por onde passei. Nas grandes e pequenas. Negros, africanos (principalmente) e muitos paquistaneses, vietnamitas (na França) e outros povos. Não vi brasileiros e sul-americanos; vimos um grupo boliviano em Paris.

Quase todos, visivelmente explorados pelos verdadeiros donos das "bolsas de marca", dos relógios, roupas falsas e outros produtos que eles estendem, em lençois, nas praças e calçadas enquanto vivem em constante conflito com os policiais. Camelôs semelhantes aos que vemos por aqui, só que vivendo ilegalmente em terras estranhas e sendo discriminados à luz do dia pelos residentes. Um drama que nos faz ficar penalizados a cada vez que topamos com as cenas.

Nas noites - principalmente nas horas mais tardias - aparecem as tribos da prostituição. Ali, raramente se vê negros. Muitos locais e - pelos tipos físicos - muitos latinos e asiáticos. Homens e mulheres. E veja que só transitamos nos circuitos do turismo mais tradicional. Nem de longe passamos nos locais de prostituição mais conhecidos como o Bois de Boulogne, em Paris, por exemplo.

É uma tristeza. Só assim é que valorizamos as campanhas contra o tráfico de seres humanos. Não dá para acreditar que aquelas pessoas estivessem em situação pior se continuassem em seus paises de origem. Vejam o vídeo.


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