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O Dia da Ressaca é comemorado anualmente em 28 de fevereiro no Brasil. Todo mundo adora beber uns bons drinks com os amigos, mas quando alguém exagera na bebida, surge a velha e indesejada ressaca. A ressaca é uma resposta do organismo humano, que alerta quando o corpo está intoxicado pelo álcool. Dores de cabeça, enjoos e desidratação são alguns dos sintomas mais comuns da ressaca. O dia da ressaca não é muito popular no Brasil, mas as pessoas que resolvem “comemorar” esta data, reúnem os amigos e compartilham histórias de bebedeiras e ressacas, enquanto tomam uns drinks. Home bêbado dormindo em mesa com copo e garrafa de bebida Esta data também pode servir para lembrar as pessoas que costumam ficar constantemente de ressaca sobre os cuidados básicos para amenizar os sintomas ou mesmo prevenir este desconforto. As principais dicas são: Beber bastante líquido, de preferência água ou água de coco, chá verde e sucos naturais; Não comer alimentos fritos, dando preferência para assados; Sopa e caldos são sempre muito bons para desintoxicar o organismo.




domingo, 22 de junho de 2008

"Sentença de Morte" (por Melchiades Filho)

Não resisto a um artigo bem escrito e sobre um assunto que tenha a ver com a cidadania.*
Esta imagem de texto, ao lado, é um deles. Como não sei se será visível a todos os leitores do blog, reproduzo, abaixo, o artigo.
Mechiades Filho, da Folha de São Paulo, tocou com sua reconhecida maestria de jornalista ,um assunto daqueles que passa desapercebido pelo grande público.
Vamos ao fato:
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"O juiz auxiliar da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo Francisco Carlos Shintate condenou ontem a Empresa Folha da Manhã S.A. e a Editora Abril, que editam a Folha e a revista "Veja São Paulo", respectivamente, ao pagamento de R$ 21.282 cada uma por entender que as entrevistas publicadas com a pré-candidata à prefeitura paulistana Marta Suplicy (PT) caracterizaram propaganda eleitoral antecipada."
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Eis o que escreveu o colunista da Folha:
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Sentença de morte

"A punição à imprensa por entrevistar pré-candidatos a prefeito é tão absurda que, cedo ou tarde, deverá ser revista. Por isso são mais preocupantes os comentários de nomes ilustres do Judiciário, inclusive de alguns que se opõem à sentença do juiz auxiliar.
Em vez de defender a liberdade de imprensa fixada pela Constituição ou alertar para a distinção na lei eleitoral entre mídia escrita e TVs/ rádios (concessões públicas que têm de ser reguladas), muitos decidiram opinar sobre aspectos jornalísticos: "as perguntas foram críticas", "não dá para trazer entrevistas com todos os candidatos no mesmo dia", "não houve promoção excessiva no texto" etc.
Há algo de estranho e perigoso quando a análise de conteúdo se sobrepõe à leitura constitucional.
Foi este o equívoco das promotoras que abriram o caso. "Há uma diferença entre o espírito da lei e o texto da lei", uma delas quis se explicar, sem esclarecer como se faz essa interpretação "mediúnica".
A lei é clara. O jornal/revista tem o direito de estampar uma reportagem laudatória e baba-ovo tanto quanto o de publicar uma peça ponderada e inquisitiva -e o leitor tem o direito de ler aquela(s) que quiser.
O ativismo do Judiciário não nasceu por acaso. O poder é cobrado (e é bom que seja) a atualizar a jurisprudência. Não faz sentido que feche os olhos ao mundo a seu redor.
Mas isso não desculpa os atropelos cometidos pelos juízes eleitorais: o cria-e-depois-anula a verticalização; a pretensão de arbitrar o conteúdo da internet; o decreto da fidelidade partidária, inconstitucional segundo o MP; e agora essa.
Em muitos países, são os partidos que zelam pela integridade das votações -eles fiscalizam uns aos outros. A Justiça Eleitoral, portanto, é uma de nossas jabuticabas. Surgiu para coibir desmandos, cabrestos e fraudes. Na ânsia de ser protagonista e provocar a opinião pública, porém, aos poucos dá razão àqueles que propõem sua extinção." (mfilho@folhasp.com.br )
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NOTA: Perfeito, nada mais a acrescentar. Como cidadão, assino embaixo e me associo a todas as manifestações passadas e futuras contra esse abuso de autoridade do MP e do TSE. Estão faltando cabelos brancos nessa gente. Abaixo a censura.
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*Sem querer fazer proselitismo, gosto de levar aos leitores e visitantes as informações que muitas vezes passam desapercebidas no cotidiano. Pela minha vivência, tenho observado que não são muitas as pessoas que - nos dias corridos de hoje - tem tempo disponível para ler vários jornais a cada dia, "passear pelos sites de notícias, folhear as revistas e"caçar informações" na selva midiática.
Já li em algum lugar (vou até pesquisar onde foi) que isso é uma mania. Mania mesmo, daquela tipo "vício". Se for isso, definitivamente estou "doente". Contudo, enquanto não me curo, vou adiante e mantenho o meu hábito (prefiro chamar assim) de vasculhar a mídia e propagar as notícias que escolho para os meus amigos da Oficina de Gerência.
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