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||| 03 de abril DE 2026 ||| 6ª feira ||| sexta-feira da paixão ||| "A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas." (Francis Bacon) |||

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A Sexta-feira Santa é a sexta-feira que ocorre antes do domingo de Páscoa. Neste dia, os cristãos relembram o dia em que Jesus Cristo morreu crucificado. Também é chamada de Sexta Feira da Paixão, porque com origem do latim, paixão significa sofrimento. Assim, para os cristãos, a paixão de Cristo representa a crucificação de Jesus Cristo. A Sexta-feira Santa é um feriado nacional, conforme Lei n.º 9.093, de 12 de setembro de 1995. A data é móvel e está inserida na Semana Santa. Significado da Sexta-feira Santa: A Sexta-feira Santa é uma data importante para os cristãos, pois a igreja recorda o dia em que Jesus Cristo morreu crucificado. Por esse motivo, é um dia de reflexão. A data se insere no tríduo pascal, em que se realizam as últimas celebrações da Semana Santa. O tríduo pascal tem início na quinta-feira santa à noite e termina no domingo de Páscoa, em que se comemora a ressurreição de Jesus. Nesta data, acontecem diversos rituais religiosos. A Igreja Católica aconselha aos fiéis cristãos a fazerem algum tipo de penitência, como o jejum e a abstinência de carne ou de qualquer ato que se refira ao prazer mundano. Procissões e reconstituições da Via Sacra (caminho que Cristo teria percorrido ao carregar a cruz antes de morrer) são alguns dos rituais mais populares. Sexta-feira santa A adoração da cruz pelos católicos também é um símbolo que representa as tradições típicas da Sexta-Feira da Paixão. Muitos devotos costumam beijar os seus crucifixos em sinal de respeito e eterno agradecimento a Jesus, por ter se sacrificado em prol da humanidade. Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu em um domingo, no dia 14 de Nisã, de acordo com o calendário hebraico. Assim sendo, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico era contar o primeiro e o último dia, concluiu-se que Jesus morreu numa sexta-feira.




segunda-feira, 23 de junho de 2008

Executivo brasileiro se destaca nos grandes negócios do planeta.

Esta notícia, "capturada" na edição da Folha de São Paulo de 15 de junho último, tem o tamanho exato para ser publicada aqui, no galpão da Oicina de Gerência.
Aqui no Brasil ainda padecemos de um complexo de inferioridade cultural e histórico em relação aos paises do chamado primeiro mundo. Isto não é novidade. Algumas razões até existem, mas não vamos falar disso agora.
A reportagem, traduzida do Financial Times (clique aqui também) de Londres por Paulo Migliacio, informa o sucesso do atual presidente da InBev, gigante mundial do ramo de bebidas, Carlos Brito.
Se fosse um cantor pop ou um atleta estaria nas primeiras páginas de todos os jornais e sites brasileiros. Mas é um executivo internacional e a mídia voltada ao grande público - para má sorte nossa - não valoriza estes exemplos junto aos seu público. Sabe como é... Para contar as histórias desses líderes corporativos há que se citar as empresas deles e sem "din-din" para os meios de comunicação é proibido fazer qualquer tipo de "mercandising" (ainda vou abordar esse tópico que eu conheço bem). Uma pobreza!
De qualquer forma apresento-lhes a matéria e sugiro que os executivos (e candidatos a eles)reflitam e pesquisem sobre a trajetória que levou este brasileiro, ainda jovem, a alcançar o topo da sua carreira.
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.Brasileiro assume papel central na ofensiva da InBev sobre americana
(por Sarah Laitner e Jonathan Wheatleydo "Financiam Times")

"A InBev inicia orgulhosamente sua linhagem no ano de 1366, em terras que hoje são parte da Bélgica. Mas ainda que o grupo cervejeiro mantenha sua sede naquele país, é uma equipe executiva sob comando brasileiro que dá as ordens.
A equipe inclui o presidente-executivo Carlos Brito. Ele assumiu o posto em 2005, um ano depois que a InBev foi estabelecida, após uma fusão entre a belga Interbrew e a AmBev, o maior grupo cervejeiro da América Latina.
Brito tem papel central na oferta não-solicitada de US$ 46,3 bilhões que a companhia apresentou pela Anheuser-Bush, dos Estados Unidos, uma transação que daria à InBev o controle de aproximadamente um quarto do mercado mundial de cerveja.
Brito, 48, começou a trabalhar para a brasileira AmBev há 20 anos e subiu ao comando da empresa antes de se transferir à InBev, na chefia das operações norte-americanas do grupo.
O incansável executivo projeta uma imagem informal: ele é conhecido simplesmente como "Brito".
Mas isso não afeta sua busca por cortes de custos e ganho de eficiência. A InBev foi criada por meio de uma seqüência de aquisições em todo o mundo, e isso resultou em bilhões de euros de reduções de custos.
Brito, que tem MBA pela Universidade de Stanford, revelou em discurso na universidade, este ano, que na InBev os executivos não desfrutam de muitos privilégios, ainda que o sistema de remuneração seja bastante agressivo.
"Nós dizemos que, quanto mais enxuto o negócio, mais dinheiro teremos para dividir no final do ano", afirmou Brito. "Não tenho escritório. Divido uma mesa com os vice-presidentes. O cara de marketing fica à minha esquerda, o de vendas, à direita, o financeiro, diante de mim."
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Conselho
O vice-presidente de finanças de Brito é o brasileiro Felipe Dutra, 42. Acima de ambos no conselho da InBev estão Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles, Roberto Thomson Motta e Carlos Sicupira, unidos pela GP Investimentos, uma companhia de investimento que obteve sucesso com aquisições de participações em diversos grupos brasileiros.
Os conselheiros "são muito objetivos, simples e diretos em sua abordagem", disse um antigo executivo da AmBev. "Eles estabelecem objetivos e não os alteram muito. Mesmo que uma operação tenha custo alto, a prioridade deles é ter controle sobre o que quer que operem, e hegemonia sobre qualquer mercado em que operem."
Brito descarta a sugestão de que ele e seus colegas dominariam uma nova combinação entre a InBev e a Anheuser, dizendo que aproveitariam o talento dos executivos de ambas as empresas.
Mas o histórico dos brasileiros sugere que é improvável que participam de qualquer empreendimento sobre o qual não possam exercer controle operacional." (Tradução de Paulo Migliaci)
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