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O Dia Internacional da Família é comemorado anualmente em 15 de maio e foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Mais do que uma homenagem, essa comemoração visa destacar a importância da família na sociedade, promovendo discussões sobre temas que impactam diretamente seu bem-estar, como economia, saúde e relações interpessoais. A família, independentemente de sua configuração, é a base da formação moral, ética e cultural de cada indivíduo. Seja composta por pais e filhos, avós, tios, mães ou pais solteiros, casais do mesmo sexo ou laços afetivos construídos ao longo da vida, ela representa amor, proteção e pertencimento. No Brasil, além da celebração internacional, há também o Dia da Família, comemorado em 8 de dezembro. Ambas as datas reforçam a necessidade de reconhecer e valorizar todas as formas de família, incentivando o respeito, a união e o apoio mútuo como pilares essenciais para uma sociedade mais equilibrada. O Dia Internacional da Família foi instituído pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, durante reunião feita em 20 de setembro de 1993. A data foi celebrada pela primeira vez em 1994. A família é um projeto de Deus para refletir Seu amor e cuidado por nós. Feliz Dia da Família!


Kamal Ravikant é um autor e investidor indiano-americano, conhecido principalmente pelo livro motivacional Love Yourself Like Your Life Depends On It (em português: Ame a si mesmo: sua vida depende disso), que se tornou um best-seller mundial. Além de escritor, ele também atua como venture capitalist no Vale do Silício

MAIO


 



sexta-feira, 14 de março de 2008

Dinheiro paga maioria dos gastos

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Pesquisa do Datafolha para o BC aponta que 77% do dispêndio médio da população é feito com cédula e moeda. Possível razão pela preferência é que 55% recebem salário em espécie; pessoas carregam R$ 31 em notas e R$ 3,64 em moedas.
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[Imagem copiada do jornal Folha de São Paulo (13/3/2008). A matéria é assinada por Ney Hayashi Cruz (sucursal de Brasília)]
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.......... "Cédulas e moedas são o principal meio usado no Brasil para o pagamento de compras e contas e ganham, de longe, dos cartões de crédito e de débito. É o que mostra pesquisa feita pelo Datafolha a pedido do Banco Central. Pelo levantamento, 77% do gasto médio mensal da população é feito com dinheiro em espécie.
.......... Esse comportamento é puxado pelas pessoas de renda mais alta e que tenham mais anos de estudo. Entre as classes A e B, os pagamentos em dinheiro representam 45% dos gastos totais. Entre as pessoas que concluíram um curso superior, essa proporção sobe para 51%.Uma possível razão para essa preferência, segundo o BC, é o alto número de pessoas que recebem salário em dinheiro, e não por meio de depósito bancário. Pela pesquisa, 55% dos entrevistados em todo o país são pagos em espécie, contra 37% dos que recebem via instituição financeira. No Nordeste, a parcela da população que recebe salários em dinheiro é maior, chegando a 70%.
.......... Para chegar a esses números, o Datafolha ouviu 2.041 pessoas em todos os Estados entre os dias 9 e 15 de julho do ano passado. Desse total, 1.024 entrevistados trabalhavam como caixas em estabelecimentos comerciais ou em agências bancárias. A margem de erro é de três pontos percentuais.
...........Os números sobre a utilização de notas e moedas se referem à parcela dos entrevistados sem ligação com o comércio ou com instituições financeiras. O chefe do Meio Circulante do BC, João Sidney de Figueiredo Filho, diz que "questões de ordem prática" ajudam a explicar a maior utilização de cédulas e moedas. "Há muitas áreas, principalmente na economia informal, em que se usa muito dinheiro.
......... "Segundo Figueiredo, o controle da inflação é outro fator a influenciar a menor utilização de meios eletrônicos de pagamento. "A estabilidade [dos preços] e as taxas de juros mais baixas certamente auxiliam a incentivar o uso da moeda", afirma. Por esse raciocínio, em épocas de inflação mais alta, as pessoas teriam a tendência de não ficar com muitas cédulas e moedas nas mãos, já que o dinheiro perderia valor muito rapidamente.
......... A pesquisa mostra que o uso do caixa eletrônico também depende da idade, sendo mais comum sua utilização pelos mais jovens. Na média geral, 7% dos entrevistados afirmam não utilizar os pontos de atendimento automáticos para sacar dinheiro. Se consideradas apenas as pessoas acima de 60 anos, essa proporção sobe para 21%.
Moedas
.......... A pesquisa também mostra quais são as cédulas e moedas mais usadas pela população. Segundo o levantamento, as pessoas carregam consigo, em média, R$ 31 em notas e R$ 3,64 em moedas.
..........O objetivo do levantamento foi tentar identificar eventuais problemas de falsificação de notas e de falta de troco no país. Esse foi o foco das perguntas feitas para empregados do comércio e de bancos.
......... Nesse segmento da população, 46% dos entrevistados reclamaram da falta de moedas de R$ 1 em circulação -em pesquisa semelhante feita em 2005, esse problema havia sido citado por 30%.
......... De acordo com o BC, por causa desse problema, decidiu-se produzir 400 milhões de moedas de R$ 1 neste ano. A um custo de R$ 0,26 por unidade, elas devem se somar às 900 milhões que já circulam hoje."
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Alguém poderá achar estranho que estejam sendo publicadas matérias desse teor (economia), aqui no site. Entretanto - dentro da proposta do blog que é ajudar e passar experiência aos jovens gerentes (principalmente), atuais e futuros - considero que os temas da economia (principalmente a macroeconomia) sejam fundamentais para qualquer cultura gerencial. Por este critério este tema será trazido para os visitantes da Oficina de Gerência sempre que aparecer algo importante.
Essa matéria, copiada do jornal Folha de São Paulo de ontem (5a.feira) traz interessante reportagem sobre pesquisa que detectou a preferência do brasileiro em pagar suas contas com dinheiro vivo. Leiam e analisem a figura (que está legível).
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