OFICINA NA COPA

OFICINA NA COPA

 

||| 17 de junho DE 2026 ||| 4ª FEIRA ||| Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca (ONU) ||| * Reflexão: "O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete". (Aristóteles) |||

Bem vindo

Bem vindo

O Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca é celebrado anualmente em 17 de junho. Instituída pela ONU em 1994, a data busca conscientizar governos e população sobre a degradação do solo, escassez de água e promover a cooperação global para a recuperação de terras.

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
Aldous Leonard Huxley (Godalming, 26 de julho de 1894 – Los Angeles, 22 de novembro de 1963) foi um escritor inglês e um dos mais proeminentes membros da família Huxley. Mais conhecido pelos seus romances, como Admirável Mundo Novo e diversos ensaios, Huxley também editou a revista Oxford Poetry e publicou contos, poesias, literatura de viagem e guiões de filmes. Passou a última parte de sua vida nos Estados Unidos, vivendo em Los Angeles de 1937 até sua morte, em 1963. No final de sua vida, Huxley foi amplamente reconhecido como um dos principais intelectuais de sua época. Ele foi nomeado para o Prêmio Nobel de Literatura sete vezes e foi eleito Companheiro de Literatura pela Royal Society of Literature em 1962. Huxley era humanista e pacifista. Ele cresceu interessado no misticismo filosófico e universalismo, abordando esses temas com obras como A Filosofia Perene (1945) - que ilustra semelhanças entre misticismo ocidental e oriental - e As Portas da Percepção (1954) - que interpreta sua própria experiência psicodélica com mescalina. Em seu romance mais famoso Admirável Mundo Novo (1932) e seu último romance A Ilha (1962), ele apresentou sua visão de distopia e utopia, respectivamente. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Aldous_Huxley}

 

sábado, 1 de março de 2008

Trabalho escravo está onde menos se espera.



Esta epidemia - o patrocínio do trabalho escravo - próprio da sub-raça humana teima em existir à nossa volta. É só observar atentamente. Veja o vídeo e visite o site da OIT que está neste link.
Trabalho escravo não existe só nas fazendas dos grotões na região Norte ou na Amazônia, que vez por outra aparecem sendo denunciadas nas reportagens de TV. É também a exploração da empregada doméstica em nossas casas; é o trabalho vil sem carteira assinada; é a negação dos direitos universais dos trabalhadores (férias, horas extras, aviso prévio); é, enfim, o salário irrisório e ridículo pago pelo esforço acima do normal em qualquer tipo de serviço.

Quem não vê este tipo de coisa acontecer diuturnamente na casa ao lado, no bar da esquina, na barraca da feira que frequntamos?

Há uma inconsciência nas pessoas que expõem seus semelhantes ao trabalho escravo. Muitas vezes são pessoas de reputações limpas, homens e mulheres que frequntam suas igrejas, respeitam as leis e (imaginam) os princípios humanitários. Permitem, entretanto, a exploração de trabalho escravo em suas próprias casas, em seus negócios, sítios ou chácaras. É preciso denunciar, esclarecer, constranger estas pessoas.

Aqui no blog da Oficina de Gerência estaremos sempre ao lado dessas campanhas na esperança de que as pessoas que nos visitam possam, também, espalhar este grito de alerta e de indignação. Com a força multiplicadora da Internet tenho certeza que algum benefício será conseguido. É com essa esperança que estou fazendo a minha parte. Façam as suas também. A humanidade agradece penhorada.



__________________________________________


.

.

.

.

__________________________________________

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.