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Bem vindo

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Joaquim José da Silva Xavier (Fazenda do Pombal, então sob jurisdição da Vila de São José del-Rei, batizado em 12 de novembro de 1746 – Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792), conhecido como Tiradentes, foi um militar e ativista político do Brasil, notabilizado por sua participação na Inconfidência Mineira, conspiração de caráter separatista contra o domínio de Portugal. Atuante nas capitanias de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, destacou-se como um dos principais propagandistas das ideias emancipacionistas em um contexto marcado pela crise da economia mineradora e pelo aumento da pressão fiscal exercida pela Coroa portuguesa. Preso em 1789, foi julgado por crime de lesa-majestade e executado em 1792. Sua morte, inicialmente concebida como instrumento de repressão exemplar, foi posteriormente reinterpretada, sobretudo a partir da República, quando sua figura passou a ser associada ao martírio cívico e consolidada como símbolo político da nação brasileira. O dia de sua execução, 21 de abril, foi instituído como feriado nacional, e seu nome foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria. Sua trajetória e execução foram posteriormente reinterpretadas pela historiografia e pela memória política brasileira, que o consagraram como um dos principais símbolos da identidade nacional. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiradentes}




segunda-feira, 24 de março de 2008

Mania de Controlar - por Dri Naves

(Imagem do artista Dave Cutler da GettyImages)

Este artigo foi produzido pela Dri Naves, do Business Woman Blog. Já destaquei o site da Adriana aqui no Oficina de Gerência (Visita da Adriana (Dri) Naves) e foi um dos meus primeiros contatos na blogosfera. Acho o "Business Woman" um blog sensacional com foco no mundo corporativo feminino. Sim, feminino! Ou alguém tem dúvidas da existência desse dois universos paralelos nas corporações?
Os textos da Dri Naves são sempre recheados da experiência, como executiva e como mulher, que enfrentou (e creio que ainda enfrenta) muitos preconceitos para chegar onde está agora.
Este artigo, aparentemente, longo para os padrões da blogosfera trata de um tema que é cotidiano nas corporações qual seja, a mania que muitos (ou quase todos) de nós tem de querer controlar o mundo à nossa volta. Não posso abrevia-lo, para redirecionar a outra URL, sob pena de perder a sua integridade. Comecem a ler e vão perceber como o estilo inteligente, leve e rápido da Dri nem deixa a gente perceber o tamanho do texto. Desfrutem.
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(clique na imagem para visitar o blog da Dri Naves)
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. Ai! Essa mania de controlar!

.......... "Com certeza as pessoas que mais negam e mais têm resistência para aceitar o fato de serem controladoras, são as que mais exercem esse domínio sob os outros e até, a si mesmas. Muitas vezes nem sempre é fácil a própria pessoa reconhecer, digo isso pq eu mesma sou um pouco assim, já passei por vários problemas por causa disso e é muito, muito difícil reconhecer. E nós, mulheres, temos q tomar um cuidaaaaado com isso...
.......... Por outro lado, chefe controlador demais tb é um problema sério! Encontrei por acaso o texto abaixo, da Dra Rosemaire Zago, na web que foi muito esclarecedor para mim e, apesar de logo, a leitura é extremamente válida!
.......... Existem várias manifestações da “mania de controlar”. Uma delas começa com a necessidade de querer saber de tudo o que as pessoas fazem, geralmente as mais próximas. Ou ainda, além de querer saber, desejam e verbalizam que o outro fez não é correto. Tentam impor, às vezes sutilmente, outras vezes de forma mais agressiva, seu próprio jeito de pensar, fazer e ser. Tudo com o pretexto, é claro, que é para o próprio bem do outro.
......... O controlador tem o desejo, muitas vezes inconsciente, que só ele sabe o melhor caminho, o que é certo. Na verdade, este comportamento pode ser facilmente identificado como nobre e afetuoso. Não acredite nisso, pois o controle talvez esteja mascarado sob o cuidado, mas nunca é exercido sem uma razão egoísta. As pessoas que tendem a controlar, mais uma vez inconscientemente, exigem um enorme retorno. Esperam ser notadas, admiradas e amadas por tudo aquilo que se sacrificaram, fizeram e principalmente, por tudo aquilo que deixaram de fazer. Quando seus esforços, conselhos, não são aceitos ou reconhecidos, se sentem incapazes, exauridas, raivosas, o que explica muitas vezes um comportamento agressivo. Neste momento, o controlador se transforma em vítima: "fiz pelo seu próprio bem", ou ainda: "depois de tudo que fiz por você". Como forma de defesa, cada um passa a atacar o outro, formando assim, um círculo vicioso. Não percebe a quantidade enorme de energia que desperdiça ao tentar controlar sentimentos, pensamentos e comportamentos.
.......... Há ainda aquelas pessoas que deixam de fazer suas próprias coisas, adiam seus compromissos ou adaptam constantemente seus comportamentos às conveniências do outro. Por trás desta aparente passividade, também há um tipo de controle, pois ao agirem assim, escondem suas reais necessidades, tentam agradar, na esperança desesperada de serem amadas.
.......... Há também aqueles que por necessidade de serem aceitos, se deixam controlar, assumindo papéis e comportamentos que não fazem parte de sua essência. Na prática, o controle quase nunca consegue levar alguém às mudanças desejadas. E o que é pior, ao voltar toda atenção para quem quer que seja, perde-se de vista a única pessoa a quem se pode modificar de verdade: você mesmo. Por trás do controle, há o desejo que o outro faça como ele quer, ou seja, que o outro mude, e por que não mudar a si próprio? Será que isto não é um sinal que você precisa voltar a atenção para sua própria vida? Ao controlar, distancia-se dos próprios sentimentos, necessidades e interesses, e assim, afasta-se cada vez mais da pessoa que se é, pois perde o referencial interno e coloca-o no outro. Já pensou nisto? Isto vale também para quem tem a tendência a controlar a si mesmo. O controle tende a ocultar a verdadeira identidade da pessoa, perdendo-se dentro de si mesma. Ao menos temporariamente, o controle dá a ilusão de poder e ser capaz, mostrando a necessidade de afirmar a todo momento seu valor.
.......... Muitas pessoas que exercem o controle, cresceram, elas próprias, sentindo-se incapazes e controladas, e com isso, a necessidade de serem reconhecidas e aprovadas em tudo o que fazem, permanece. A tentativa de impor suas próprias vontades perante o outro, esconde a necessidade de serem aceitas e no fundo, amadas. E aquelas que deixam de fazer algo para agradar ao outro, ocultam a mesma necessidade, cuidam de todos, menos delas mesmas, pois não se sentem capazes para tanto. Toda essa dinâmica, torna os que têm predisposição para a dependência, mais infantis e os agressivos, mais exigentes. Quem está sendo controlado acaba muitas vezes desistindo de lutar para ser ele mesmo, pois no fundo sabe que o controlador sempre tem que ser o melhor.
.......... Os três passos para deixar de ser uma pessoa controladora:

............... 1. O primeiro passo para se libertar da necessidade de controle é identificar seu comportamento como o de uma pessoa controladora. Para isso é preciso fazer uma análise, um trabalho de auto-conhecimento, começando a observar mais os próprios comportamentos. Se isto tende a ser uma defesa contra seus próprios sentimentos, parar de controlar é uma boa maneira de estar mais perto de suas verdadeiras emoções.
............... 2. O segundo passo é ter seu próprio sonho, fazendo com que sua vida traga satisfação e prazer. Ou seja, dar prioridades para suas atividades, seu trabalho ou a busca de um, seu lazer, enfim, sua vida.
............... 3. O terceiro passo só depende de você começar! "
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PS - Para ler o artigo no contexto do seu site de origem é só clicar aqui.
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