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||| 03 de julho DE 2026 ||| 6ª feira ||| Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil ||| *Reflexão: "Melhor lutar por algo do que viver para nada". (Winston Churchill) |||

 

Bem vindo

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O Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil é celebrado anualmente em 3 de junho. O principal objetivo desta data, como o próprio nome sugere, consiste em conscientizar a população sobre os cuidados necessários para combater esta doença que afeta milhares de crianças em todo o mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), combater a obesidade infantil mórbida é um dos principais desafios para o século XXI. Esta doença pode ser provocada por diversos fatores, desde uma alimentação rica em açucares e gorduras, sedentarismo e aspectos genéticos. Entre algumas das atividades previstas para esta data está a organização de palestras e workshops que visam ensinar os cuidados básicos que os pais devem ter para evitar o desenvolvimento desta terrível doença em seus filhos. Substituir alimentos de fast-foods por uma dieta equilibrada, rica em nutrientes naturais, vegetais, legumes, frutas e líquidos é uma das dicas essenciais para começar a combater a obesidade mórbida. Atrelado a isso, a prática de uma atividade física também é necessária para diminuir os riscos dessa doença. criança obesa Tratamento O melhor tratamento para a Obesidade Mórbida Infantil é a prevenção. Desde o nascimento da criança deve-se privilegiar o aleitamento materno e evitar o consumo de doces até os dois anos. Também fazer as refeições em local tranquilo, sem a interferência de aparelhos externo como tablets, televisão ou celulares.

pensamento dia

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Frase

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George Washington Carver (Diamond, nascido por volta de 1860[1][2] - Tuskegee, 5 de janeiro de 1943) foi um botânico, inventor, cientista e agrônomo norte-americano.

 

segunda-feira, 17 de março de 2008

A Barbárie - Artigo de Clóvis Rossi na Folha de São Paulo

A Barbárie
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"Os âncoras de radiojornais e telejornais locais parecem estar treinando para a Olimpíada de Pequim: vira e mexe, anunciam novos recordes. Pena que estejam falando de algo que está à minha, à sua, à nossa frente, qual seja, um novo recorde de congestionamento em São Paulo.

Não faz tanto tempo assim, antes de sair da Folha batia os olhos nos on-line sobre trânsito e via a informação de cem ou pouco mais quilômetros de congestionamento. Já era o inferno até em casa, a escassos dez quilômetros.

Agora, os recordes não deixam por menos: são de 200 quilômetros para cima. É o "progresso", segundo a filosofia malufo-manteguiana. Acho que está mais para fim da civilização do que para progresso, no discutível pressuposto de que, em algum momento, floresceu uma civilização nos campos de Piratininga.

As fotos de anteontem na capa desta Folha, de um menino no carro e de um jovem dormindo apoiado no vidro do ônibus, carro e ônibus parados no trânsito, contam toda uma história de prisioneiros do tal "progresso".

A inacreditável quantidade de motos que circulam por São Paulo conta mais um pedaço dessa triste história. Não há nada, nada, nada, parecido em outras metrópoles do mundo, pelo menos nas que conheço. Nada contra as motos, se fossem meio de transporte de livre escolha. Não são. São impostas pelo "progresso", para que mercadorias e pessoas consigam, com sorte, muita sorte, chegar ao destino, nem sempre inteiras. De carro/ônibus/ caminhão, ficariam prisioneiras do caos.

Menos mal que o prefeito Gilberto Kassab vai proibir o estacionamento e o trânsito de caminhões de carga e descarga entre 5h30 e 7h30. Que medida revolucionária, ousada. Seria a volta da civilização, não fosse o detalhe de que, nesse horário, não há recordes a cantar." (crossi@uol.com.br)
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. Foto de Elizabeth Knox da GettyImages
Este artigo, do grande jornalista Clóvis Rossi da Folha de São Paulo, deve ser lido integralmente e refletido com colegas, família e amigos. Trata da qualidade de vidas das grandes cidades, no futuro.
Estive em São Paulo na semana atrasada e realmente assusta o número de motos nas ruas e avenidas. Qualquer um que chegar à grande metrópole brasileira e mundial, terá a mesma impressão. O espantoso ir e vir de motos que mais parece um enxame de abelhas tomando conta das ruas.
Isto não é normal. Como não é um problema exclusivo de São Paulo, mas de todas as grandes cidades (aqui em Brasília estamos começando a viver as mesmas dificuldades) resolvi dividir o sempre elegante texto de Clóvis Rossi com os leitores (cidadãos) do blog. No final de tudo, como sempre, as soluções passam pela capacidade de gestão dos municípios (prefeitos e vereadores). O que não devemos permitir é a acomodação da sociedade.
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