||| 04 de setembro DE 2026 ||| 6ª feira ||| Dia Internacional da Saúde Sexual ||| *Reflexão: “A descoberta consiste em ver o que todo mundo viu e pensar o que ninguém pensou.” — Jonathan Swift . |||

 

Bem vindo

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No dia 4 de setembro, o mundo celebra o Dia Mundial da Saúde Sexual. Este dia é uma oportunidade para refletir sobre a importância da saúde sexual em nossa vida e nas comunidades ao redor do globo. A saúde sexual é um componente essencial do bem-estar integral, afetando não apenas nossa saúde física, mas também nossa saúde emocional e mental. Neste artigo, exploraremos a importância da saúde sexual, os desafios que muitas pessoas enfrentam e como promover uma saúde sexual positiva em todo o mundo. A saúde sexual vai além da ausência de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e gravidez indesejada. Ela engloba uma ampla gama de aspectos, incluindo a capacidade de expressar nossa sexualidade de maneira satisfatória, segura e consensual. Isso envolve o acesso à informação sexual precisa, educação, serviços de saúde sexual, direitos sexuais e reprodutivos e relações sexuais baseadas no respeito mútuo. Embora tenhamos avançado consideravelmente na promoção da saúde sexual nas últimas décadas, ainda enfrentamos desafios significativos. A discriminação com base na orientação sexual, identidade de gênero e outras características pessoais continua a ser uma barreira para muitas pessoas. Além disso, a falta de acesso a serviços de saúde sexual, incluindo contraceptivos e educação sexual abrangente, afeta negativamente a saúde de muitos indivíduos em todo o mundo. A promoção da saúde sexual é um compromisso contínuo que todos podemos assumir. Aqui estão algumas maneiras de contribuir para um mundo com melhor saúde sexual: Educação Sexual: Promova a educação sexual aberta e baseada em evidências em escolas, comunidades e em casa. A educação é uma ferramenta poderosa para a prevenção de DSTs e gravidez indesejada. Respeito à Diversidade: Respeite todas as formas de orientação sexual, identidade de gênero e expressão de gênero. Todos têm o direito de viver sua sexualidade de forma autêntica. Acesso a Serviços de Saúde: Lute por políticas que garantam o acesso igualitário a serviços de saúde sexual, incluindo contraceptivos, exames de DSTs e aconselhamento. Consentimento: Promova a importância do consentimento em todas as relações sexuais. O consentimento mútuo é fundamental para relações sexuais saudáveis e seguras. Quebra de Estigmas: Trabalhe para eliminar estigmas relacionados à saúde sexual e mental. O estigma pode impedir que as pessoas busquem ajuda quando necessário. O Dia Mundial da Saúde Sexual é um lembrete para todos nós sobre a importância de promover a saúde sexual em nossas vidas e comunidades. Ao abordar desafios como a discriminação, falta de acesso a serviços e desinformação, podemos criar um mundo onde todos tenham a oportunidade de viver uma vida sexual saudável e satisfatória. Vamos aproveitar esta data para inspirar a mudança positiva e construir um futuro onde a saúde sexual seja um direito fundamental para todos.

pensamento dia

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Frase

Frase
Jonathan Swift (Dublin, 30 de novembro de 1667 – Dublin, 19 de outubro de 1745) foi um escritor anglo-irlandês, panfletário político (primeiro para os Whigs, depois para os Tories), poeta e clérigo que depois se tornou reitor da Catedral de São Patrício, em Dublin. Swift é conhecido por suas obras, entre as quais: As Viagens de Gulliver; A história de um tonel; Argumentos contra a abolição do cristianismo; e Uma Modesta Proposta. Ele é considerado pela Encyclopædia Britannica o principal satirista de prosas da língua inglesa, e não tão conhecido por suas poesias. Swift originalmente publicou todas suas obras assinadas por pseudônimos — como Lemuel Gulliver, Isaac Bikerstaff, the Drapier — ou anonimamente.[1] Seu estilo irônico de escrita, gerou o termo em inglês "Swiftian" ou "swiftiniano" em português, usado para denominar sátiras que carregam estilo tão particular.[https://pt.wikipedia.org/wiki/Jonathan_Swift]

 

segunda-feira, 17 de março de 2008

A Barbárie - Artigo de Clóvis Rossi na Folha de São Paulo

A Barbárie
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"Os âncoras de radiojornais e telejornais locais parecem estar treinando para a Olimpíada de Pequim: vira e mexe, anunciam novos recordes. Pena que estejam falando de algo que está à minha, à sua, à nossa frente, qual seja, um novo recorde de congestionamento em São Paulo.

Não faz tanto tempo assim, antes de sair da Folha batia os olhos nos on-line sobre trânsito e via a informação de cem ou pouco mais quilômetros de congestionamento. Já era o inferno até em casa, a escassos dez quilômetros.

Agora, os recordes não deixam por menos: são de 200 quilômetros para cima. É o "progresso", segundo a filosofia malufo-manteguiana. Acho que está mais para fim da civilização do que para progresso, no discutível pressuposto de que, em algum momento, floresceu uma civilização nos campos de Piratininga.

As fotos de anteontem na capa desta Folha, de um menino no carro e de um jovem dormindo apoiado no vidro do ônibus, carro e ônibus parados no trânsito, contam toda uma história de prisioneiros do tal "progresso".

A inacreditável quantidade de motos que circulam por São Paulo conta mais um pedaço dessa triste história. Não há nada, nada, nada, parecido em outras metrópoles do mundo, pelo menos nas que conheço. Nada contra as motos, se fossem meio de transporte de livre escolha. Não são. São impostas pelo "progresso", para que mercadorias e pessoas consigam, com sorte, muita sorte, chegar ao destino, nem sempre inteiras. De carro/ônibus/ caminhão, ficariam prisioneiras do caos.

Menos mal que o prefeito Gilberto Kassab vai proibir o estacionamento e o trânsito de caminhões de carga e descarga entre 5h30 e 7h30. Que medida revolucionária, ousada. Seria a volta da civilização, não fosse o detalhe de que, nesse horário, não há recordes a cantar." (crossi@uol.com.br)
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. Foto de Elizabeth Knox da GettyImages
Este artigo, do grande jornalista Clóvis Rossi da Folha de São Paulo, deve ser lido integralmente e refletido com colegas, família e amigos. Trata da qualidade de vidas das grandes cidades, no futuro.
Estive em São Paulo na semana atrasada e realmente assusta o número de motos nas ruas e avenidas. Qualquer um que chegar à grande metrópole brasileira e mundial, terá a mesma impressão. O espantoso ir e vir de motos que mais parece um enxame de abelhas tomando conta das ruas.
Isto não é normal. Como não é um problema exclusivo de São Paulo, mas de todas as grandes cidades (aqui em Brasília estamos começando a viver as mesmas dificuldades) resolvi dividir o sempre elegante texto de Clóvis Rossi com os leitores (cidadãos) do blog. No final de tudo, como sempre, as soluções passam pela capacidade de gestão dos municípios (prefeitos e vereadores). O que não devemos permitir é a acomodação da sociedade.
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