||| 21 de fevereiro DE 2026 ||| sábado ||| "Dia da Conquista de Monte Castelo (2ª Guerra Mundial)." ||| "O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete". (Aristóteles) |||

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A conquista de Monte Castelo, ocorrida durante a Segunda Guerra Mundial, foi uma das mais árduas batalhas enfrentadas pela Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Campanha da Itália. O dia 21 de fevereiro de 1945 será sempre lembrado pelo admirável exemplo de bravura e sacrifício dos nossos pracinhas. Naquela gélida tarde do inverno europeu, teve sucesso a incursão rumo ao cume do Castelo. Sua conquista, um dos mais gloriosos feitos das Armas nacionais, marcou a história do Exército Brasileiro e contribuiu para acelerar a retirada das tropas alemãs do território italiano. (https://www.eb.mil.br/web/central-de-conteudos/w/81-anos-da-tomada-de-monte-castelo)


Anthony Robbins, ou Tony Robbins (29 de fevereiro de 1960, Glendora, Califórnia), é um estrategista, escritor e palestrante motivacional estadunidense. É um dos responsáveis pela popularização da Programação Neurolinguística (PNL). Ele também é um famoso coach. Realiza palestras sobre técnicas que permitem utilizar os recursos de comunicação interna e externa ao indivíduo de forma mais eficiente. Seus livros foram publicados nos idiomas mais falados. Várias personalidades internacionais receberam seu treinamento tais como Erin Brockovich, Andre Agassi, Norman Schwarzkopf, Princesa Diana, o ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, Sir Anthony Hopkins, Roger Black, Martin Sheen, Arnold Schwarzenegger e Quincy Jones. Em 2015, o cineasta Joe Berlinger dirigiu e produziu o documentário "Tony Robbins: Eu Não Sou Seu Guru", sobre o evento de Tony Robbins "Date with Destiny", após filmá-lo em Boca Raton, Flórida, em dezembro de 2014.[1] Estreou no festival de cinema South by Southwest em março de 2016 e foi lançado pela Netflix em 15 de julho de 2016. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Tony_Robbins}


segunda-feira, 17 de março de 2008

A Barbárie - Artigo de Clóvis Rossi na Folha de São Paulo

A Barbárie
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"Os âncoras de radiojornais e telejornais locais parecem estar treinando para a Olimpíada de Pequim: vira e mexe, anunciam novos recordes. Pena que estejam falando de algo que está à minha, à sua, à nossa frente, qual seja, um novo recorde de congestionamento em São Paulo.

Não faz tanto tempo assim, antes de sair da Folha batia os olhos nos on-line sobre trânsito e via a informação de cem ou pouco mais quilômetros de congestionamento. Já era o inferno até em casa, a escassos dez quilômetros.

Agora, os recordes não deixam por menos: são de 200 quilômetros para cima. É o "progresso", segundo a filosofia malufo-manteguiana. Acho que está mais para fim da civilização do que para progresso, no discutível pressuposto de que, em algum momento, floresceu uma civilização nos campos de Piratininga.

As fotos de anteontem na capa desta Folha, de um menino no carro e de um jovem dormindo apoiado no vidro do ônibus, carro e ônibus parados no trânsito, contam toda uma história de prisioneiros do tal "progresso".

A inacreditável quantidade de motos que circulam por São Paulo conta mais um pedaço dessa triste história. Não há nada, nada, nada, parecido em outras metrópoles do mundo, pelo menos nas que conheço. Nada contra as motos, se fossem meio de transporte de livre escolha. Não são. São impostas pelo "progresso", para que mercadorias e pessoas consigam, com sorte, muita sorte, chegar ao destino, nem sempre inteiras. De carro/ônibus/ caminhão, ficariam prisioneiras do caos.

Menos mal que o prefeito Gilberto Kassab vai proibir o estacionamento e o trânsito de caminhões de carga e descarga entre 5h30 e 7h30. Que medida revolucionária, ousada. Seria a volta da civilização, não fosse o detalhe de que, nesse horário, não há recordes a cantar." (crossi@uol.com.br)
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. Foto de Elizabeth Knox da GettyImages
Este artigo, do grande jornalista Clóvis Rossi da Folha de São Paulo, deve ser lido integralmente e refletido com colegas, família e amigos. Trata da qualidade de vidas das grandes cidades, no futuro.
Estive em São Paulo na semana atrasada e realmente assusta o número de motos nas ruas e avenidas. Qualquer um que chegar à grande metrópole brasileira e mundial, terá a mesma impressão. O espantoso ir e vir de motos que mais parece um enxame de abelhas tomando conta das ruas.
Isto não é normal. Como não é um problema exclusivo de São Paulo, mas de todas as grandes cidades (aqui em Brasília estamos começando a viver as mesmas dificuldades) resolvi dividir o sempre elegante texto de Clóvis Rossi com os leitores (cidadãos) do blog. No final de tudo, como sempre, as soluções passam pela capacidade de gestão dos municípios (prefeitos e vereadores). O que não devemos permitir é a acomodação da sociedade.
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