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Martin Luther King Jr. (nascido Michael King Jr.; Atlanta, 15 de janeiro de 1929 – Memphis, 4 de abril de 1968) foi um pastor batista e ativista político estadunidense que se tornou a figura mais proeminente e líder do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos de 1955 até seu assassinato em 1968. King é amplamente conhecido pela aplicação do princípio da desobediência civil e da não violência à luta por direitos políticos, inspirado por suas crenças cristãs e pelo ativismo não violento de Mahatma Gandhi. King liderou em 1955 o boicote aos ônibus de Montgomery e posteriormente se tornou o primeiro presidente da Conferência da Liderança Cristã do Sul (abreviado em inglês como SCLC). Como presidente da SCLC, ele liderou sem sucesso em 1962 a luta contra a segregação em Albany, e foi um dos participantes que organizaram os protestos não violentos de 1963 em Birmingham. King ajudou na organização da Marcha sobre Washington onde ele ditou seu famoso discurso "Eu Tenho um Sonho" (em inglês: "I Have a Dream") aos pés do Memorial de Lincoln. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_Luther_King_Jr.)


quinta-feira, 20 de março de 2008

Entenda - no básico - a crise econômica mundial.

Estamos há bastante tempo ouvindo, vendo e lendo sobre a crise econômica, empréstimos "subprime", crise imobiliária e outros termos do "economês" que nos bombardeiam todos os dias pelas diversas mídias.
Até então, procurei entender como funcionava o esquema da crise por meio das diversas fontes de notícias e ainda não tinha conseguido uma explicação plena e razoável que evitasse a linguagem corporativa dos economistas.
Pois bem, "descobri" no Correio Braziliense , em matéria assinada pelo jornalista Ricardo Allan, o melhor resumo de tudo que foi publicado a respeito do assunto e que está ao alcance do entendimento de nós outros, mortais comuns.

O que nos interessa está no "box" de cor verde onde são listados dez itens que - de forma didática - ensinam como entender a crise. Dentro do princípio da Oficina de Gerência, de que todos os gerentes devem se preocupar com todas as notícias que ocupam as manchetes dos noticiários. Os intens são os seguintes:


<1> "Nos últimos anos, os bancos concederam empréstimos imobiliários até para pessoas com problemas de crédito no segmento subprime (crédito de alto risco).

<2> As carteiras dos bancos foram revendidas para outras instituições financeiras e as hipotecas dos imóveis serviram de lastros para operações no mercado secundário.

<3> A alta procura por imóveis criou uma "bolha" de valorização dos preços.

<4> Altamente endividados, os mutuários aumentaram o nível de calote nos contratos, gerando um efeito cascata que afetou todo o sistema financeiro.

<5> Os bancos começaram a executar as dívidas e os preços caíram, causando prejuízos a quem comprou imóveis para especular.

<6> Afetadas patrimonialmente, as instituições financeiras apresentam pesados prejuízos. O Bear Stearns, quinto maior banco de investimentos dos EUA, quebrou e foi vendido por menos de 10% de seu valor ao JP Morgan Chase.

<7> As perdas patrimoniais e os prejuízos do sistema financeiro montaram um cenário de recessão nos EUA. A economia deve cair no primeiro semestre deste ano, com queda do consumo e no nível de emprego.

<8> Como os EUA são responsáveis por um quarto da economia mundial e suas importações sustentam boa parte do comércio de outros países, o mundo inteiro deve sofrer com a provável queda das compras norte-americanas.

<9> Para cobrir os rombos nas contas, bancos e cprretoras estão se desfazendo de investimentos no mundo todo. Isso e o temor de recessão mundial abalam todas as bolsas de valores.

<10> Para conter a crise, o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) vem cortando juros e injetando recursos na economia com o objetivo de estimular o crédito e o consumo.

(Início do texto da reportagem)
"Apesar do discurso tran­quilizador do governo, a economia brasileira se­rá sim afetada pela crise financeira internacional. A afir­mação é do vice-presidente da Associação de Comércio Exte­rior do Brasil (AEB), José Augus­to de Castro. O mecanismo de contágio seria o comércio inter­nacional. Para o economista, não é mais absurdo imaginar que o superavit comercial do país evapore a ponto de se trans­formar num déficit já em 2009. O tamanho da contração nas ex­portações dependeria da mag­nitude do desaquecimento eco­nómico mundial e da queda nas cotações das commodities.
"Embora a crise seja mais for­te na área financeira até agora, já temos todos os sintomas de contágio pela economia real nos Estados Unidos (leia quadro). Infelizmente, a economia brasi­leira também será afetada, com impacto mais forte no ano que vem", prevê. Na avaliação de Castro, o país será prejudicado por causa dá alta dependência das commodities agrícolas e mi­nerais na pauta de exportações. De tudo o que o Brasil exporta, cerca de 65% são commodities. "Não temos nenhum controle nem sobre os preços nem sobre as quantidades desses produtos. Estamos à mercê do mundo. Se ele for mal, nós iremos mal."
Os preços das commodities aumentaram nos últimos anos, mas Castro acredita que será inevitável um refluxo...(
continua)


5 comentários:

  1. Verifique o texto e encontrará pelo menos um erro de ortografia: "cprretoras", que deve ser corretoras.

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  2. Ah, gostei das informações, é o básico, mas ajuda a entender o que está acontecendo devido a crise !

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  3. eles precisão a aprender a escrever

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  4. "Anônimo disse...
    eles precisão a aprender a escrever
    07/05/09 09:24"

    Não só eles. :)

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  5. hahahahahahaha!gostei do texto e da observaçao do Plínio.

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