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O Dia Mundial da Meteorologia é comemorado em 23 de março. A data celebra a técnica responsável por analisar e prever as variações climáticas da Terra. A partir do recolhimento de informações sobre a umidade do ar, pressão atmosférica, temperatura do ar, volume de chuva, entre outras, os meteorologistas, profissionais formados no curso de ensino superior em meteorologia, conseguem traçar uma previsão da condição do clima para determinada região. Através do seu trabalho, esses profissionais ajudam a prevenir acidentes e prejuízos para os setores de serviços e produção, além de evitar que você passe frio ou pegue uma chuva desprevenido na rua. Origem do Dia Mundial da Meteorologia O Dia Mundial da Meteorologia ou Dia Mundial do Meteorologista é comemorada em 23 de Março. A data surgiu em 1961, por causa da celebração da criação da Organização Meteorológica Mundial - OMM, instituição que é ligada à ONU (Organização das Nações Unidas) e que existe desde 1950. Atualmente, esta organização está presente em 189 países ao redor do planeta.


Thomas Jefferson (Shadwell, 13 de abril de 1743 – Charlottesville, 4 de julho de 1826) foi o terceiro presidente dos Estados Unidos (1801-1809) e o principal autor da declaração de independência (1776) dos Estados Unidos. Jefferson foi um dos mais influentes Founding Fathers (os "Pais Fundadores" da nação), conhecido pela sua promoção dos ideais do republicanismo nos Estados Unidos. Visualizava o país como a força por trás de um grande "Império de Liberdade" que promoveria o republicanismo e poderia combater o imperialismo britânico. Entre os eventos de destaque da história americana que ocorreram durante sua presidência estão a Compra da Louisiana (1803) e a Expedição de Lewis e Clark (1804-1806), bem como a escalada das tensões entre a Grã-Bretanha e a França que levaram à guerra com o Império Britânico em 1812, ano em que deixou o cargo. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Jefferson}


terça-feira, 10 de março de 2009

Pinochet sai de cena em definitivo e entrega o comando do exercito chileno em 1998.

10 de março de 1998 — Pinochet entrega o comando
Jornal do Brasil: general augusto Pinochet deixa o Exército chileno
O general Augusto Pinochet entregou o comando do Exército Chileno ao seu sucessor Ricardo Izurieta, pondo fim a uma carreira de 68 anos, 25 dos quais como comandante em chefe da corporação. Pinochet abandonou a presidência em 1990, mas manteve a influência política devido ao seu cargo no Exército. O general disse que se sentia satisfeito por ter reconduzido o Chile à democracia, tentando justificar os 17 anos em que exerceu a ditadura no país. O regime militar deixou mais de 3 mil mortos e desaparecidos.
A poucas quadras do palácio do governo, onde havia sido realizada a segunda etapa da cerimônia, com a passagem do bastão de comandante do Exército para o presidente Eduardo Frei, cerca de 150 manifestantes chamavam Pinochet de assassino. O general não tomou conhecimento do protesto. "Obrigado, pátria minha. Fui seu soldado e isso me faz feliz", disse o ex-ditador emocionado durante a solenidade. Pinochet orgulha-se também da Constituição que ele mesmo promulgou em 1980. A Carta assegurou ao general uma cadeira vitalícia no Senado sem precisar concorrer a eleições, além de protegê-lo contra possíveis processos por violações aos direitos humanos.
A deputada Isabel Allende, filha do presidente deposto [por Pinochet, Salvador Allende, lamentou que um homem que fechara o parlamento tivesse se tornado senador vitalício.

Allende morre durante o golpe
A deputada Isabel Allende disse que estava junto ao pai, Salvador Allende, no Palácio de La Moneda quando o golpe foi deflagrado. "Meu pai disse para abandonarmos o lugar porque achava importante que disséssemos ao mundo o que aconteceu". Essa foi a última vez que Isabel viu o pai, que se suicidou. Allende foi o primeiro presidente socialista eleito em um país latino-americano. Segundo os militares, o golpe visava a impedir a nacionalização dos bancos e das minas de cobre. Quem se opunha ao novo regime militar era perseguido e eliminado. O Estádio Nacional de Santiago foi transformado local de execução de prisioneiros.

 

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