||| 03 de outubro DE 2026 ||| sábado ||| Dia do nascimento de alan kardec ||| # Reflexão: "A persistência realiza o impossível". -- Provérbio Chinês . |||

 

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Allan Kardec fundou em Paris, em 1º de abril de 1858, a primeira Sociedade espírita regularmente constituída. A Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, tinha como fim exclusivo o estudo de tudo o que pudesse contribuir para o progresso da nova ciência espírita. Kardec durante este período construiu as bases de uma defesa fundamentada, dos conteúdos primeiros da Doutrina, deixando claro que suas ideias eram originais, as afastando de teorias preconcebidas ou anteriormente sistematizadas. Foi o primeiro a apresentar a teoria relativa a tais fatos e a formar com eles um corpo de doutrina, metódico e regular. Kardec passou os anos finais da sua vida dedicado à divulgação do Espiritismo entre os diversos simpatizantes, e defendê-lo dos opositores através da Revista Espírita Ou Jornal de Estudos Psicológicos. Já com cerca de oito milhões de seguidores, faleceu em Paris, a 31 de março de 1869, aos 64 anos de idade, em decorrência da ruptura de um aneurisma, quando trabalhava numa obra sobre as relações entre o Magnetismo e o Espiritismo, ao mesmo tempo em que se preparava para uma mudança de local de trabalho. Seu corpo está sepultado no Cemitério do Père-Lachaise, uma célebre necrópole da capital francesa. Junto ao túmulo, erguido como os dólmens druídicos. Acima de sua tumba, seu lema: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei“, em francês. (https://espiritismo.tv/Vocabulario/allan-kardec/)

pensamento dia

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Frase

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Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 – Paris, 31 de março de 1869) foi um educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificador do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec]

 

terça-feira, 10 de março de 2009

A competencia (não reconhecida) de Rubens Barrichello levou-o de volta à F-1


(Clique na imagem e conheça o website oficial de Rubens Barrichello)

Quero aproveitar esta noticia da contratação de Rubens Barrichello pela nova equipe da Fórmula 1, a Brawn GP - comprada da Honda pelo consagrado engenheiro ingles e chefe de equipe campeão Ross Brawn. Quem conhece a Formula 1 sabe quem é Ross Brawn. Para quem não conhece, além de clicar no link assinalado que o levará à Wikipédia saiba que ele dirigiu o time da Honda no ano passado e com a saida da empresa japonesa de cena, na Formula 1, comprou-a (clique aqui) está sendo o dono da nova equipe.

O piloto brasileiro Rubens Barrichello foi contratado na ultima semana por Ross Brawn que preteriu o jovem Bruno Senna, sobrinho do grande Ayrton, que estava na fila, praticamente com a caneta na mão pasa assinar contrato. É ai que quero fixar o meu comentário neste post. Porque Rubinho foi contratado e não o Bruno Sena?

                Brawn com os pilotos da Honda: equipe não está                     definida para 2009
Este era o time que Ross Brawn chefiava na Honda. Ele comprou a equipe e contratou os mesmo pilotos de 2008 para defender seu projeto na Brawn GP: Jenson Button e Rubens Barrichello. Se não fossem competentes acham que os manteria?

Ross Brawn jamais escolheria Barrichello se não tivesse uma confiança muiiito (assim mesmo) grande no Rubinho. Imagine um cara que tem a história dele na Formula 1 – é um autentico e campeão com todas as letras – que havendo comprado um time inteiro da categoria mais competitiva do automobilismo vai desenvolver o projeto de um novo carro.

Coloque nessa panela de pressão a conjuntura da crise economica onde patrocinadores tradicionais, como a propria Honda (que abriu o bico), estão deixando suas equipes a pão e água. E para finalizar pense nos milhões de euros, dólares e libras que estão na mesa de apostas desta roleta onde Brawn está apostando todas as fichas de sua vida e sua carreira. Imaginou isso tudo? Muito bem. Faça a seguinte pergunta, quem ele chamaria para ser parceiro em seu projeto? Algum incompetente? Um piloto meia boca? Um cara fracassado? Ou alguém em quem confiasse para alcançar o sucesso que espera com sua aposta? Obviamente a resposta é a ultima opção. E quem foi esta figura? Ele mesmo, Rubem Barrichello.

Mas, espera ai! Barrichello não é aquele piloto sinônimo de derrota? Aquele personagem de todas as charges constrangedoras e chistes de depreciação? Não é Barrichello aquele que passou pela Ferrari como simples escudeiro do grande campeão Shummacher? Que “entregou” um grande prêmio ao companheiro de equipe, por ordem dos chefes e depois foi execrado pela imprensa do seu país? Ele mesmo. Barrichello dessas histórias e muitas outras. Todas depreciativas e alimentadas pela mídia esportiva brasileira que promove, desde que ele não conseguiu substituir Ayrton Senna no imaginário destes senhores, um massacre lento, gradual, sinistro e permanente contra o piloto brasileiro.

                Barrichello ficou em segundo na manhã de terça

Barrichello ficou em segundo na manhã de terça feira, dia 10. (clique na imagem)


E vocês sabem quem era o chefe da equipe Ferrari quando por lá esteve durante 4 anos e conquistou dois vice-campeonatos de Formula 1 (com o genial Michael Schumacher como campeão) e mais um 3º e um 4º lugares nos dois outros anos? Ele mesmo, Ross Brawn. Depois que Brawn saiu da Ferrari e foi a Honda lá, novamente trabalhou com Rubinho. Ou seja, formam uma dupla, uma “pareja” como diriam os espanhóis.

JustificarRUBINHO

NOTA - leiam a entrevista acima e percebam a garra, a perseverança e a autoestima de Barrichello na luta para conseguir seu objetivo de continuar vivo na sua profissão. Um exemplo a ser seguido.

Logo, é obrigatório deduzir-se que Rubens Barrichello não é esse monte de incompetências que a imprensa brasileira e seus adoradores impingem aos leitores, ouvintes e espectadores. Pelo contrário, é um profissional da mais alta qualidade e respeitadíssimo pelo maior expoente da corporação a que pertence, ou seja, sem novo patrão, Ross Brawn.

Dito isso tudo, quero fixar na mente de vocês, que aguentaram chegar até aqui lendo o texto, que para ser respeitado e reconhecido como eficiente, exímio, hábil e eficaz não é necessário sem campeão. Afora as tremendas injustiças – covardes – que fazem com Barrichello, pode-se dizer que ele é um grande piloto de Formula 1. Já é o recordista de corridas disputadas na categoria de todos os tempos com 259 participações e irá elevar este número para uma marca que dificilmente será atingida. Um incompetente não teria vida tão longa.

http://img.worldcarfans.com/2009/1/large/ross-brawn---honda-racing-f1-team-boss.jpg

Ross Brawn, orgulhoso, exibe seu carro e sua nova imagem como dono de equipe.

Sei que estou indo “contra a corrente” ao mostrar o talento de Rubens Barrichello quando todos à volta o vilipendiam, mas considero que é uma ótima oportunidade para provocar esta reflexão sobre o culto ao campeão como única forma de ser considerado um profissional realizado. Isto é balela e quem apostar nesse viés da vida vai se perder nos descaminhos da frustração e do malogro eternos.

Ah! Por favor, senhores, mais respeito com Rubens Barrichello. Poucos, em qualquer corporação, podem apresentar-se com uma carreira tão plena de trabalho e respeitabilidade quanto a dele no automobilismo.

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