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||| 13 de abril DE 2026 ||| 2ª feira ||| Dia Internacional do Beijo e Dia do Jovem ||| “Nenhum dever é mais importante do que a gratidão.” (Cícero) |||

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O Dia Internacional do Beijo ou Dia do Beijo é comemorado em 13 de abril. Esta data homenageia um dos gestos de carinho mais intensos entre os seres humanos: o beijo. Seja entre amigos, familiares ou namorados, o beijo está sempre presente e é uma importante demonstração humana, principalmente nas sociedades ocidentais, de afeto e carinho. Normalmente, o Dia do Beijo é comemorado entre os casais com muitos beijos. Já os solteiros, costumam celebrar a data beijando seus amigos ou mesmo desconhecidos. Com a pandemia da Covid-19, foi preciso manter o distanciamento e comemorar a data sem beijos. Curiosamente, o beijo havia sido proibido na Inglaterra pelo rei Henrique VI, em 1439, para evitar a proliferação de bactérias. Uma outra data relacionada ao beijo é o "dia do selinho roubado", uma homenagem à apresentadora de televisão Hebe Camargo. A proposta para comemorar a data no dia 29 de setembro surgiu nas redes sociais pelos fãs de Hebe, em tom de brincadeira, após a sua morte em 29 de setembro de 2012. Hebe Camargo (1929-2012) foi uma comunicadora muito respeitada e que tinha como marca os "selinhos" que dava nos convidados do seu programa. ||| O Dia do Jovem é comemorado anualmente em 13 de abril no Brasil. A data celebra uma das fases mais marcantes da vida: a juventude, período repleto de descobertas, escolhas e construção de identidade. O que é ser jovem? De acordo com a Organização das Nações Unidas, são considerados jovens os indivíduos com idades entre 15 e 24 anos. Trata-se de uma etapa de transição entre a infância e a vida adulta, caracterizada pelo desenvolvimento pessoal, social e profissional. É nesse momento que muitos começam a definir objetivos, explorar talentos e traçar os caminhos que irão seguir no futuro.


Friedrich Wilhelm Nietzsche (Röcken, 15 de outubro de 1844 – Weimar, 25 de agosto de 1900) foi um filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor alemão. Escreveu vários textos criticando a religião, a moral, a cultura contemporânea, a filosofia e a ciência, exibindo certa predileção por metáfora, ironia e aforismo. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Nietzsche]


sábado, 21 de março de 2009

Artistas e intelectuais envolvem-se em polemica animada(1959)

21 de março de 1959 — O Manifesto Neoconcreto no JB

Jornal do Brasil: O Manifesto Neoconcreto
Dois dias após a abertura da 1ª Exposição de Arte Neoconcreta no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o Suplemento Dominical do Jornal do Brasil (SDJB) estampava em suas páginas o Manifesto Neoconcreto. Assinado pelos artistas expositores Lygia Pape, Franz Weissmann, Lygia Clark e Theon Spanúdis, além de Reynaldo Jardim, Ferreira Gullar e Amilcar Castro — estes três, respectivamente, editor chefe do SDJB, editor de artes plásticas e diagramador — o Manifesto estreitava os laços entre o Movimento Neoconcreto e o SDJB.
Criado em 1956 por Reynaldo Jardim, o SDJB foi idealizado para tratar de temas voltados ao universo feminino, mas logo no início mudou as suas pretensões originais. Ainda em 1956, ao conceder um generoso espaço à 1ª Exposição de Arte Concreta, realizada do MAM de São Paulo, o SDJB desencadeou o cisma entre paulistas e cariocas, firmando-se como o centro das discussões do processo de ruptura, principalmente em torno da literatura, da poesia e das artes plásticas. "Tínhamos toda a liberdade e nenhuma interferência para editar, produzir, contestar e revolucionar". Este era o ideal que inspirava Reynaldo Jardim no seu experimento jornalístico - literário, o qual ele definia como uma publicação didática, educativa e atualizadora. O SDJB agitou o cenário cultural brasileiro, e atingiu o seu melhor momento quando, por ocasião da estreia da 1ª Exposição de Arte Neoconcreta, publicou o Manifesto Neoconcreto. O Neoconcretismo nasceu em um período de transformações no Brasil e no mundo. O governo de Juscelino Kubstchek, cujo lema era "50 anos em 5", tinha como meta modernizar o país, e a sociedade brasileira começava a adquirir um perfil urbano.

A rivalidade entre cariocas e paulistas
Os debates acalorados sobre a divisão do movimento entre paulistas e cariocas tiveram um capítulo à parte nas páginas do Suplemento Dominical do Jornal do Brasil. Segundo Lygia Pape, que pertencia ao grupo carioca, a separação do grupo paulista ocorreu porque estes eram "muito racionalistas", enquanto os integrantes do grupo do Rio queriam trabalhar com a "intuição, mais soltos". 
O tema tornou-se uma batalha literária e rendeu muitas discussões, como o manifesto Plano Piloto para a Poesia Concreta, de Haroldo de Campos, Augusto de Campos e Décio Pignatari. 


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