DIA NACIONAL DO BOMBEIRO

DIA NACIONAL DO BOMBEIRO
DIA NACIONAL DO BOMBEIRO - O Dia do Bombeiro Brasileiro é comemorado no dia 2 de julho. Esta data é uma homenagem a todos os heróis brasileiros que arriscam as suas vidas para proteger as pessoas, as cidades e as florestas do risco de incêndios, desastres naturais, desabamentos, etc. Além de apagar incêndios, os bombeiros também desenvolvem vários projetos sociais e educativos, com o objetivo de tentar melhorar a qualidade de vida da comunidade. Os bombeiros também ajudam a socorrer animais em perigo e auxiliar pessoas que enfrentam situações de grande stress, como tentativa de suicídio, afogamento, desaparecimentos e traumas provocados por acidentes. Dia do Bombeiro Brasileiro Origem do Dia do Bombeiro Brasileiro A escolha desta data é uma homenagem a criação do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, inaugurado em 2 de julho de 1856, no Rio de Janeiro, e sob o comando do major João Batista de Morais Antas. Oficialmente, o Dia do Bombeiro Brasileiro foi instituído através do Decreto nº 35.309, de 2 de abril de 1954. A partir desta mesma lei, também foi definido a realização anual da Semana de Prevenção Contra Incêndios. Antigamente, antes do Imperador D. Pedro II assinar o Decreto Imperial nº 1.775 que regulamentava o serviço de bombeiros, o badalar dos sinos era sinal de que homens, mulheres e crianças tinham que formar uma fila no poço mais próximo e assim, passarem baldes de mão em mão até chegarem ao local do incêndio.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

O rei está morto. Viva o rei! Abdula, filho de Hussein, substitui o grande estadista no trono da Jordânia.

8 de fevereiro de 1999 - Jordânia tem novo rei

Jornal do Brasil: Filho de Hussein é o  novo rei da Jordânia
Horas depois da morte do rei Hussein da Jordânia, o filho mais velho do monarca Abdula, 37 anos, prestou juramento no parlamento como seu sucesso. Em seguida, indicou seu meio irmão Hamzeh, 18 anos, filho mais velho da rainha Noor, viúva de Hussein, como príncipe-herdeiro. Noor é o nome árabe Liza Halaby, que era rejeitada pela origem americana, mas que continuou a ter influência no reino por intermédio do filho. 

Com a decisão de ungir o filho mais velho, Hussein alterou a linha de sucessória do trono e afastou Hassan, seu irmão mais novo e herdeiro oficial do trono durante 34 anos. Abdula recebeu do pai um país com sérios problemas econômicos, com conflitos nas fronteiras e com um contingente enorme de palestinos entre a população.

A morte do grande estadista, que enfrentou muitos obstáculos para manter seu país coeso, comoveu a população. Hussein tinha 63 anos e governava há 47 anos. O território onde fica a Jordânia é um pedaço do deserto sem petróleo, que foi dado pelos ingleses como prêmio a seus aliados hachemitas, do qual Hussein é descendente. Seu avô, o primeiro rei, foi assassinado. O pai enlouqueceu. Hussein foi coroado aos 16 anos e cinco anos depois frustrou uma tentativa de golpe de estado. Em 1967, Israel invadiu o país e ocupou a Cisjordânia na Guerra dos Seis dias e a parte oriental de Jerusalém. 

Equilíbrio difícil
Em 1970, Hussein sofreu dois atentados e tropas do rei sufocam uma rebelião de palestinos em um episódio ficou conhecido como Setembro Negro. Em seguida, a cúpula árabe decidiu que Hussein não seria mais o porta-voz dos palestinos e cria a Organização para Libertação da Palestina (OLP). Os palestinos fugiram para o Líbano e a partir de 1979, o rei inicia a reconciliação com a liderança da OLP. Em 1994, assina um acordo de paz com Israel.
Hussein autorizou eleições em 1989 e 1993. Na primeira saíram vitoriosos os fundamentalistas islâmicos. Os vencedores do segundo pleito foram as forças moderadas
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