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Bem vindo

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Joaquim José da Silva Xavier (Fazenda do Pombal, então sob jurisdição da Vila de São José del-Rei, batizado em 12 de novembro de 1746 – Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792), conhecido como Tiradentes, foi um militar e ativista político do Brasil, notabilizado por sua participação na Inconfidência Mineira, conspiração de caráter separatista contra o domínio de Portugal. Atuante nas capitanias de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, destacou-se como um dos principais propagandistas das ideias emancipacionistas em um contexto marcado pela crise da economia mineradora e pelo aumento da pressão fiscal exercida pela Coroa portuguesa. Preso em 1789, foi julgado por crime de lesa-majestade e executado em 1792. Sua morte, inicialmente concebida como instrumento de repressão exemplar, foi posteriormente reinterpretada, sobretudo a partir da República, quando sua figura passou a ser associada ao martírio cívico e consolidada como símbolo político da nação brasileira. O dia de sua execução, 21 de abril, foi instituído como feriado nacional, e seu nome foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria. Sua trajetória e execução foram posteriormente reinterpretadas pela historiografia e pela memória política brasileira, que o consagraram como um dos principais símbolos da identidade nacional. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiradentes}




segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Campanha contra a AIDS, no carnaval. Objetivo é a mulher madura.

cartaz campanha - mulher e camisinha

O Governo Federal está em fortíssima campanha contra a AIDS neste carnaval. Sem perder a visão geral, o foco - que no ano passado se dirigiu aos homossexuais - este ano se volta para as mulheres maduras.

Pesquisas estão indicando que as mulheres nas faixas etárias em torno dos 50 anos estão sendo vítimas, quase indefesas, do virus maldito por falta do uso de camisinhas.

É compreensível. Normalmente estas mulheres são casadas ou mantêm relações com um único parceiro. Confiam nele e são, miseravelmente, traidas. É assim, simples.

Como estão casadas e são fieis não têm coragem de exigir o uso da camisinha por parte do companheiro (normalmente o próprio marido). Querer que seus maridos usem preservativos é o mesmo que aceitar que são enganadas fora do casamento; e se isso é admissível, a desconfiança no parceiro passa a ser uma realidade e consequentemente o casamento entra em área de ruptura irremediável.

Interessante que este lado do problema não está sendo levado em consideração nas campanhas oficiais, ou seja, simplesmente sugerir que as mulheres casadas peçam aos maridos para usarem camisinhas não é realista em nossa cultura; principalmente nas regiões mais conservadoras e atrasadas.

Será tão dificil enxergar estas coisas?

Interessante que nem a mídia, em geral, está atenta para este prisma da campanha que pretende atingir as mulheres ditas maduras. Não li, ouvi ou vi nenhum jornalista comentar sobre esta falha nas campanhas oficiais.

Já conversei com ex-colegas de trabalho e alguns amigos e suas esposas sobre o tema e eles só confirmam esta limitação. Nenhuma mulher (bem) casada, com mais de 45 anos, vai pedir ao marido para usar camisinha quando forem manter relações. É fora de questão. Como é, então que o governo vai fazer campanha nessa direção?

Quem quiser que entenda! Por ora vamos ajudando nas campanhas que eles criam para as populações nas zonas de risco. É o mínimo que um blogueiro pode (e deve fazer).



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Imagem bandeira do Brasil (testeira)Imagem Saúde / Ministério da Saúde (testeira)
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Campanha de Carnaval 2009 - Bloco da Mulher Madura
O público prioritário será a população feminina com mais de 50 anos.


campanha de Carnaval 2009 dará continuidade à campanha do Dia Mundial de Luta contra a Aids 2008 e terá como público prioritário a população feminina com mais de 50 anos (a anterior era voltada a homens).

A campanha é uma resposta à maior tendência de crescimento da epidemia entre mulheres. Além disso, a mulher nessa idade tem pouco poder de decisão no relacionamento.

Relativamente à faixa etária, dados epidemiológicos apontam que a incidência de aids etária praticamente dobrou nessa população nos últimos dez anos (de 7,3 em 96 para 14,5 em 2006). A taxa de mortalidade também tem aumentado (de 5,5 em 96 para 6,1 em 2006).

Os objetivos da campanha são:

  • Incentivar a mulher a conversar sobre sexualidade e falar sobre o preservativo.
  • Alertá-la para as vantagens do uso do gel lubrificante.
  • Fortalecer a mulher para que ela possa ter condições de exercer mais plenamente sua sexualidade.
  • Estimular a mulher a buscar o prazer na relação, mesmo depois da menopausa.

O Ministério da Saúde irá produzir um comercial para TV e um spot de rádio, além de materiais gráficos como folder, cartaz e mobiliário urbando (outdoors, busdoors etc.).

A arte dos materiais gráficos será enviada a partir de 30 de janeiro mediante solicitação pelo endereço eletrônico: publicidade@aids.gov.br.



13/02/2009, às 12h07

Qualidade de vida dá o tom das campanhas


Há 20 anos, governo federal, organizações não-governamentais e grupos de apoio da sociedade civil realizam campanhas informativas sobre prevenção às doenças sexualmente transmissíveis e Aids. Foram mais de 50 campanhas de massa. Na primeira, produzida pelo Ministério da Saúde, em 1988, a morte era muito presente na estratégia de comunicação para alertar a população sobre a importância de evitar a doença. “Hoje a morte não é mais usada como estratégia. Viver com Aids é uma realidade para 200 mil brasileiros e a associação com a morte pode aumentar o preconceito e a discriminação contra estas pessoas”, explica Mariângela Simão.

O mote da campanha deste ano é o “Bloco da Mulher Madura”. Formado apenas por mulheres acima dos 50 anos, o grupo valoriza o sexo seguro. “Homem sem camisinha a gente não atura, nem para uma aventura”, diz uma das protagonistas no filme de 30 segundos. O tema do carnaval deste ano dá continuidade à campanha do Dia Mundial de Luta contra a Aids 2008, lançada no 1º de dezembro, que teve como foco os homens com mais de 50 anos. Entre eles, o uso de camisinha também é baixo. Na pesquisa realizada em 2008, 63% afirmam não ter o costume de utilizar camisinha nas relações eventuais.

Pesquisa recente do MS mostra que 96% da população sexualmente ativa sabem que a melhor forma de evitar a Aids é usando o preservativo. Segundo Mariângela, apesar de não ser comprovado que há aumento dos casos de infecção de HIV durante o carnaval, as pessoas conhecem e aguardam por esta ação todos os anos. “Este é o momento em que as pessoas estão mais expostas ao álcool e a maior quantidade de parceiros. Um momento em que a camisinha precisa ser lembrada e distribuída. É uma oportunidade para colocar o tema em pauta na sociedade”.

Outras informações
Atendimento à Imprensa
(61) 3315 3580 e 3315 2351

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