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Pentecostes, também conhecido como Domingo de Pentecostes ou Dia de Pentecostes, é um feriado cristão que ocorre no 49º dia (50º dia quando a contagem inclusiva é usada) após a Páscoa. Comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus enquanto eles estavam em Jerusalém celebrando a Festa das Semanas, conforme descrito nos Atos dos Apóstolos (Atos 2:1-31). A Igreja Católica acredita que o Espírito Santo desceu sobre Maria, a mãe de Jesus, ao mesmo tempo, conforme registrado nos Atos dos Apóstolos (Atos 1:14). Pentecostes é uma das grandes festas da Igreja Ortodoxa Oriental, uma solenidade no Rito Romano da Igreja Católica, um festival nas Igrejas Luteranas e uma festa principal na Comunhão Anglicana. Muitas denominações cristãs oferecem uma liturgia especial para esta celebração sagrada. Como sua data depende da data da Páscoa, Pentecostes é uma "festa móvel". A segunda-feira após Pentecostes é um feriado legal em muitos países europeus, africanos e caribenhos. É frequentemente considerado o dia do nascimento da Igreja e inspirou o movimento pentecostal, além de marcar o último dia da Festa do Divino Espírito Santo, uma tradição no catolicismo popular brasileiro e em outros países. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Pentecostes)

pensamento dia

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Frase

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Aurélio Agostinho de Hipona (em latim: Aurelius Augustinus Hipponensis; Tagaste, 13 de novembro de 354 – Hipona, 28 de agosto de 430), conhecido universalmente como Santo Agostinho, foi um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo, cujas obras foram muito influentes no desenvolvimento do cristianismo e filosofia ocidental. Foi bispo de Hipona, uma cidade na província romana da África. Escrevendo na era patrística, é amplamente considerado como o mais importante dos Padres da Igreja no ocidente. Suas obras-primas são De Civitate Dei ("A Cidade de Deus") e Confissões, ambas ainda muito estudadas atualmente. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_de_Hipona}

imagem dia

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Time: Você pagaria para baixar notícias de jornais na internet?



(clique na imagem)

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Encontrei uma notinha sobre esta reportagem de capa da revista Time e achei que interessaria a todos os leitores da Oficina de Gerência e de resto a todos os "consumidores de notícias" da WEB.
A reportagem versa sobre o declínio das vendas diretas dos jornais em contraposição ao aumento de seus leitores via internet. O articulista compara a situação ao caso da indústria musical que perdeu uma enorme fatia de seu faturamento com o surgimento do Napster (quem lembra?) e seus filhotes, mas conseguiu alguma recuperação cobrando pelas músicas disponibilizadas em sites especializados como o iTunes, por exemplo.
O que você acha disso? Acho que o assunto vai render na blogosfera. É uma proposta, pelo menos, diferente. Diria até inusitada. Polêmica sem dúvidas. Vamos acompanhar o desenrolar dos acontecimentos. A Time não faria uma reportagem de capa para não ver "o circo pegar fogo". Vem coisa por ai... Veja abaixo uma imagem da página do artigo e uma tradução (tosca) do início do texto feita com auxílio do Google Tradutor.

(clique na imagem e acesse a matéria, diretamente na Time)
"Ao longo dos últimos meses, a crise no jornalismo atingiu proporções gigantescas. Agora é possível pensar numa situação em algumas cidades importantes deixarão de ter um jornal e quando revistas e as operações das agências de notícias não empregarão mais do que um punhado de repórteres.
Há, no entanto, um fato marcante e algo estranho sobre esta crise. Jornais têm mais leitores do que nunca. Seu conteúdo, bem como a de revistas semanais e outros produtores tradicionais de jornalismo, é mais popular do que nunca - mesmo (na verdade, especialmente) entre os jovens.
O problema é que poucos destes leitores pagam pelo que consomem. Em vez disso, novas organizações jornalísticas estão gratuitamente distribuindo suas notícias.
De acordo com um estudo do Pew Research Center, um ponto de inflexão ocorreu no ano passado: mais pessoas nos E.U.A. tem suas notícias on-line de graça do que aqueles que pagam por elas, comprando jornais e revistas. Quem pode culpá-los? [...] Este não é um modelo de negócio que faz sentido. [...] Jornais e revistas tradicionalmente tiveram três fontes de receita: quiosque de vendas, assinaturas e publicidade. O novo modelo de negócio assenta apenas na última delas." [...]

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