||| 08 de agosto DE 2026 ||| sábado ||| dia internacional do gato ||| *Reflexão: “Os que menos têm são os que mais querem ostentar.” ― Baltasar Gracián y Morales |||

 

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O Dia Mundial do Gato celebra-se a 8 de agosto. Conhecido também como Dia Internacional do Gato, este dia foi criado em 2002 pela International Fund for Animal Welfare, para celebrar o animal de estimação mais popular do mundo. O gato é tão amado que não tem apenas uma data de celebração: a 17 de fevereiro também se celebra o Dia Mundial do Gato, fruto de uma iniciativa de uma organização italiana de defesa aos animais, para proteger os gatos de perseguições e para promover as adoções de felinos. Quem tem um gato sabe que na verdade todos os dias são o dia do gato, já que este faz o que lhe apetece e é mimado pelos donos e vizinhos constantemente. gato Celebrações Neste dia pode agradecer a calma, a companhia e a felicidade que o seu gato lhe traz dando-lhe uma prenda especial, como comida gourmet ou um novo brinquedo. Partilhar fotos nas redes sociais é outra hipótese de comemoração do Dia Mundial do Gato. Sabia que? Estima-se que existem 500 milhões de gatos no mundo, com predominância na Europa. Encontram-se referências à ligação dos gatos ao homem há cerca de 9500 anos. Como eliminador de ratos e de pestes, os gatos foram adotados nos lares e navios, chegando a todos os cantos do mundo. Já no antigo Egito, os gatos eram venerados. Em caso de inundação salvavam-se os gatos primeiro e só depois os homens. (https://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-do-gato/)

pensamento dia

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Frase

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Jacques Anatole François Thibault, mais conhecido como Anatole France (Paris, 16 de abril de 1844 – Saint-Cyr-sur-Loire, 12 de outubro de 1924), foi um escritor francês. Vida Era um poeta, jornalista e romancista francês com vários best-sellers. Foi membro da Académie française e ganhou o Prémio Nobel de Literatura em 1921 "em reconhecimento das suas brilhantes realizações literárias, caracterizadas como são por uma nobreza de estilo, uma profunda simpatia humana, graça e um verdadeiro temperamento gaulês". [https://pt.wikipedia.org/wiki/Anatole_France] - (obs - o erro de gramática na frase está na prória imagem do KDfrases)

 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Time: Você pagaria para baixar notícias de jornais na internet?



(clique na imagem)

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Encontrei uma notinha sobre esta reportagem de capa da revista Time e achei que interessaria a todos os leitores da Oficina de Gerência e de resto a todos os "consumidores de notícias" da WEB.
A reportagem versa sobre o declínio das vendas diretas dos jornais em contraposição ao aumento de seus leitores via internet. O articulista compara a situação ao caso da indústria musical que perdeu uma enorme fatia de seu faturamento com o surgimento do Napster (quem lembra?) e seus filhotes, mas conseguiu alguma recuperação cobrando pelas músicas disponibilizadas em sites especializados como o iTunes, por exemplo.
O que você acha disso? Acho que o assunto vai render na blogosfera. É uma proposta, pelo menos, diferente. Diria até inusitada. Polêmica sem dúvidas. Vamos acompanhar o desenrolar dos acontecimentos. A Time não faria uma reportagem de capa para não ver "o circo pegar fogo". Vem coisa por ai... Veja abaixo uma imagem da página do artigo e uma tradução (tosca) do início do texto feita com auxílio do Google Tradutor.

(clique na imagem e acesse a matéria, diretamente na Time)
"Ao longo dos últimos meses, a crise no jornalismo atingiu proporções gigantescas. Agora é possível pensar numa situação em algumas cidades importantes deixarão de ter um jornal e quando revistas e as operações das agências de notícias não empregarão mais do que um punhado de repórteres.
Há, no entanto, um fato marcante e algo estranho sobre esta crise. Jornais têm mais leitores do que nunca. Seu conteúdo, bem como a de revistas semanais e outros produtores tradicionais de jornalismo, é mais popular do que nunca - mesmo (na verdade, especialmente) entre os jovens.
O problema é que poucos destes leitores pagam pelo que consomem. Em vez disso, novas organizações jornalísticas estão gratuitamente distribuindo suas notícias.
De acordo com um estudo do Pew Research Center, um ponto de inflexão ocorreu no ano passado: mais pessoas nos E.U.A. tem suas notícias on-line de graça do que aqueles que pagam por elas, comprando jornais e revistas. Quem pode culpá-los? [...] Este não é um modelo de negócio que faz sentido. [...] Jornais e revistas tradicionalmente tiveram três fontes de receita: quiosque de vendas, assinaturas e publicidade. O novo modelo de negócio assenta apenas na última delas." [...]

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