||| 22 de maio DE 2026 ||| 6ª feira ||| dia do abraço ||| "Seja a mudança que você quer ver no mundo." (Mahatma Gandhi) |||

Bem vindo

Bem vindo

imagem

imagem
O Dia do Abraço celebra-se anualmente a 22 de maio e é dedicado a um dos gestos mais simples e universais de afeto: o abraço. Presente em praticamente todas as culturas do mundo, o abraço é uma forma espontânea de demonstrar carinho, amizade, apoio ou gratidão. Embora, em muitos contextos, esteja associado a relações de maior proximidade, o gesto ultrapassa fronteiras culturais e linguísticas, sendo compreendido como uma expressão humana de ligação emocional. O significado do abraço Mais do que um contacto físico, o abraço tem também um impacto emocional e psicológico. Estudos na área da saúde e do comportamento humano indicam que abraçar pode: reduzir o stress e a ansiedade; promover sensação de bem-estar; reforçar vínculos afetivos; transmitir segurança e conforto; estimular a empatia entre as pessoas. Por isso, o abraço é muitas vezes descrito como uma “linguagem silenciosa” capaz de comunicar sentimentos profundos sem necessidade de palavras. imagem comemorativa do dia do abraço Origem da data A celebração do Dia do Abraço está associada à iniciativa do australiano Juan Mann, que em 2004 lançou a campanha Free Hugs Campaign (Campanha dos Abraços Grátis). A ideia era simples: oferecer abraços gratuitos a desconhecidos em espaços públicos, promovendo momentos de conexão humana num mundo cada vez mais acelerado e individualista. A campanha tornou-se viral e espalhou-se por vários países, dando origem à celebração desta data simbólica.

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
Marco Túlio Cícero (em latim: Marcus Tullius Cicero, (106 – 43 a.C.): foi um advogado, político, escritor, orador e filósofo da gens Túlia da República Romana eleito cônsul em 63 a.C. com Caio Antônio Híbrida. Era filho de Cícero, o Velho, com Élvia e pai de Cícero, o Jovem, cônsul em 30 a.C., e de Túlia. Cícero nasceu numa rica família municipal de Roma de ordem equestre e foi um dos maiores oradores e escritores em prosa da Roma Antiga. Sua influência na língua latina foi tão imensa que se acredita que toda a história subsequente da prosa, não apenas no Latim, como nas línguas europeias, no século XIX seja ou uma reação a seu estilo ou uma tentativa de retornar a ele. Segundo Michael Grant, "a influência de Cícero sobre a história da literatura e das ideias europeias em muito excede a de qualquer outro escritor em prosa de qualquer língua". Cícero introduziu os romanos às principais escolas da filosofia grega e criou um vocabulário filosófico latino (inclusive com neologismos como evidentia, humanitas, qualitas, quantitas e essentia), destacando-se como tradutor e filósofo. {https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADcero}

imagem dia

imagem dia

 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Time: Você pagaria para baixar notícias de jornais na internet?



(clique na imagem)

rainball.gif

Encontrei uma notinha sobre esta reportagem de capa da revista Time e achei que interessaria a todos os leitores da Oficina de Gerência e de resto a todos os "consumidores de notícias" da WEB.
A reportagem versa sobre o declínio das vendas diretas dos jornais em contraposição ao aumento de seus leitores via internet. O articulista compara a situação ao caso da indústria musical que perdeu uma enorme fatia de seu faturamento com o surgimento do Napster (quem lembra?) e seus filhotes, mas conseguiu alguma recuperação cobrando pelas músicas disponibilizadas em sites especializados como o iTunes, por exemplo.
O que você acha disso? Acho que o assunto vai render na blogosfera. É uma proposta, pelo menos, diferente. Diria até inusitada. Polêmica sem dúvidas. Vamos acompanhar o desenrolar dos acontecimentos. A Time não faria uma reportagem de capa para não ver "o circo pegar fogo". Vem coisa por ai... Veja abaixo uma imagem da página do artigo e uma tradução (tosca) do início do texto feita com auxílio do Google Tradutor.

(clique na imagem e acesse a matéria, diretamente na Time)
"Ao longo dos últimos meses, a crise no jornalismo atingiu proporções gigantescas. Agora é possível pensar numa situação em algumas cidades importantes deixarão de ter um jornal e quando revistas e as operações das agências de notícias não empregarão mais do que um punhado de repórteres.
Há, no entanto, um fato marcante e algo estranho sobre esta crise. Jornais têm mais leitores do que nunca. Seu conteúdo, bem como a de revistas semanais e outros produtores tradicionais de jornalismo, é mais popular do que nunca - mesmo (na verdade, especialmente) entre os jovens.
O problema é que poucos destes leitores pagam pelo que consomem. Em vez disso, novas organizações jornalísticas estão gratuitamente distribuindo suas notícias.
De acordo com um estudo do Pew Research Center, um ponto de inflexão ocorreu no ano passado: mais pessoas nos E.U.A. tem suas notícias on-line de graça do que aqueles que pagam por elas, comprando jornais e revistas. Quem pode culpá-los? [...] Este não é um modelo de negócio que faz sentido. [...] Jornais e revistas tradicionalmente tiveram três fontes de receita: quiosque de vendas, assinaturas e publicidade. O novo modelo de negócio assenta apenas na última delas." [...]

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.