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O Dia Mundial do Vigilante da Natureza, também conhecido internacionalmente como World Ranger Day, celebra-se anualmente a 31 de julho. A data presta homenagem aos vigilantes da natureza, guardas-parques, guardas florestais e outros profissionais que trabalham diariamente na proteção das áreas naturais e da biodiversidade. Embora ainda seja pouco conhecido em Portugal, este dia tem vindo a ganhar relevância por destacar o papel essencial destes profissionais na conservação da flora, da fauna e dos ecossistemas, bem como por recordar aqueles que perderam a vida ou ficaram feridos no exercício das suas funções. Origem da celebração O Dia Mundial do Vigilante da Natureza foi assinalado pela primeira vez em 2007, por ocasião do 15.º aniversário da International Ranger Federation (IRF). Desde então, a IRF organiza a celebração em parceria com dezenas de associações nacionais e internacionais de vigilantes da natureza, promovendo iniciativas de sensibilização para a importância da conservação ambiental e para os desafios enfrentados por estes profissionais. vigilante da natureza sentado O papel dos vigilantes da natureza Os vigilantes da natureza desempenham um papel fundamental na preservação do património natural. Entre as suas principais funções encontram-se: vigiar parques naturais, reservas e áreas protegidas; proteger espécies da fauna e da flora; prevenir e detetar incêndios florestais; combater a caça furtiva, a pesca ilegal e outros crimes ambientais; monitorizar habitats e ecossistemas; sensibilizar visitantes para a proteção da natureza; colaborar em programas de investigação científica e conservação. O seu trabalho contribui para garantir que as gerações futuras possam continuar a desfrutar da riqueza natural do planeta.

pensamento dia

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Frase

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Immanuel Kant (Konigsberg hoje Kaliningrado, 22 de abril de 1724 – Königsberg, 12 de fevereiro de 1804) ou Emanuel Kant, foi um filósofo alemão (nativo do Reino da Prússia) e um dos principais pensadores do Iluminismo. Seus abrangentes e sistemáticos trabalhos em epistemologia, metafísica, ética e estética tornaram-no uma das figuras mais influentes da filosofia ocidental moderna. Kant também publicou importantes obras sobre ética, religião, direito, estética, astronomia e história durante sua vida. Estes incluem a História Natural Universal (1755), a Crítica da Razão Prática (1788), a Crítica do Poder de Julgamento (1790), a Religião nos Limites da Simples Razão (1793) e a Metafísica dos Costumes (1797). (https://pt.wikipedia.org/wiki/Immanuel_Kant)

 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Time: Você pagaria para baixar notícias de jornais na internet?



(clique na imagem)

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Encontrei uma notinha sobre esta reportagem de capa da revista Time e achei que interessaria a todos os leitores da Oficina de Gerência e de resto a todos os "consumidores de notícias" da WEB.
A reportagem versa sobre o declínio das vendas diretas dos jornais em contraposição ao aumento de seus leitores via internet. O articulista compara a situação ao caso da indústria musical que perdeu uma enorme fatia de seu faturamento com o surgimento do Napster (quem lembra?) e seus filhotes, mas conseguiu alguma recuperação cobrando pelas músicas disponibilizadas em sites especializados como o iTunes, por exemplo.
O que você acha disso? Acho que o assunto vai render na blogosfera. É uma proposta, pelo menos, diferente. Diria até inusitada. Polêmica sem dúvidas. Vamos acompanhar o desenrolar dos acontecimentos. A Time não faria uma reportagem de capa para não ver "o circo pegar fogo". Vem coisa por ai... Veja abaixo uma imagem da página do artigo e uma tradução (tosca) do início do texto feita com auxílio do Google Tradutor.

(clique na imagem e acesse a matéria, diretamente na Time)
"Ao longo dos últimos meses, a crise no jornalismo atingiu proporções gigantescas. Agora é possível pensar numa situação em algumas cidades importantes deixarão de ter um jornal e quando revistas e as operações das agências de notícias não empregarão mais do que um punhado de repórteres.
Há, no entanto, um fato marcante e algo estranho sobre esta crise. Jornais têm mais leitores do que nunca. Seu conteúdo, bem como a de revistas semanais e outros produtores tradicionais de jornalismo, é mais popular do que nunca - mesmo (na verdade, especialmente) entre os jovens.
O problema é que poucos destes leitores pagam pelo que consomem. Em vez disso, novas organizações jornalísticas estão gratuitamente distribuindo suas notícias.
De acordo com um estudo do Pew Research Center, um ponto de inflexão ocorreu no ano passado: mais pessoas nos E.U.A. tem suas notícias on-line de graça do que aqueles que pagam por elas, comprando jornais e revistas. Quem pode culpá-los? [...] Este não é um modelo de negócio que faz sentido. [...] Jornais e revistas tradicionalmente tiveram três fontes de receita: quiosque de vendas, assinaturas e publicidade. O novo modelo de negócio assenta apenas na última delas." [...]

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