||| 13 de março DE 2026 ||| 6ª FEIRA ||| dia do conservacionismo (ambiental) ||| "Não espere por grandes líderes; faça você mesmo, pessoa a pessoa. Seja leal às ações pequenas porque é nelas que está a sua força". (Madre Teresa de Calcutá) |||

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O Dia do Conservacionismo, celebrado em 13 de março, é uma data dedicada a reforçar a importância da preservação ambiental e da proteção dos recursos naturais. O conservacionismo busca equilibrar o uso dos recursos naturais com a necessidade de conservar ecossistemas, garantindo que gerações futuras possam usufruir de um planeta saudável. Por que o conservacionismo é importante: O conservacionismo vai muito além de plantar árvores ou evitar o desperdício. Trata-se de um compromisso com a sustentabilidade e o equilíbrio ambiental. Entre os principais objetivos estão: Proteção da biodiversidade: conservar espécies de animais e plantas e seus habitats naturais; Preservação de recursos naturais: água, solo, florestas e minerais, garantindo seu uso responsável; Combate às mudanças climáticas: práticas conservacionistas ajudam a reduzir emissões de gases poluentes e a mitigar impactos ambientais; Educação ambiental: promover consciência sobre a importância de hábitos sustentáveis no dia a dia. Como celebrar o Dia do Conservacionismo: Existem várias formas de participar e contribuir para a preservação do planeta: reduzir o consumo de plástico e separar o lixo para reciclagem; plantar árvores ou participar de mutirões de limpeza e reflorestamento; apoiar projetos ambientais e organizações que promovem a conservação da natureza; educar crianças e jovens sobre a importância da preservação e da sustentabilidade; incentivar práticas sustentáveis no dia a dia, como economia de água e energia. O Dia do Conservacionismo é uma oportunidade de refletir sobre a nossa relação com o meio ambiente e reforçar que pequenas atitudes podem gerar grandes impactos na proteção do planeta. { https://www.calendarr.com/brasil/dia-do-conservacionismo/ }




terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Morreu o Barão do Rio Branco. Um brasileiro que nos deu honra e orgulho. (1912)

10 de fevereiro de 1912 - O diplomata Rio Branco

Jornal do Brasil: dia 12 de fevereiro de 1912

O jornalista, diplomata, historiador e biógrafo José Maria da Silva Paranhos Júnior, o barão do Rio Branco, cresceu admirando o pai, o também diplomata e senador Visconde do Rio Branco, uma das figuras mais destacadas do Segundo Império. O visconde negociou o fim da Guerra do Paraguai em 1869 e, dois anos mais tarde, quando exercia a presidência do Conselho de Ministros, promulgou a Lei do Ventre Livre, que dava liberdade aos filhos de escravos nascidos após a promulgação da nova lei.
Ainda adolescente o barão costumava acompanhar o pai nas viagens a trabalho ao Sul do Brasil e teria nascido nessas excursões o interesse pelas disputas fronteiriças.
Rio Branco ficou conhecido por solucionar pacificamente questões sobre os limites de território entre o Brasil e os países vizinhos. Nos últimos dias do Império, o barão foi vitorioso ao defender os direitos do Brasil às terras onde ficavam as Missões. Em 1898, resolveu com sucesso o litígio envolvendo o Amapá depois de estudar durante cinco anos o problema. Em 1902, quando foi convidado pelo presidente Rodrigues Alves a assumir a pasta das Relações Exteriores, defrontou-se com a luta pela posse das terras que hoje pertencem ao Estado do Acre, e que a Bolívia pretendia ocupar. Rio Branco pôs fim à polêmica com o Tratado de Petrópolis. O empenho do diplomata encerrou velhas disputas que o Brasil mantinha com quase todos os países da América do Sul e traçou os contornos atuais do mapa do Brasil. O barão resolveu pendências através de tratados com o Equador (1904), Guiana Holandesa (1906), Colômbia (1907); Peru (1904 e 1909), e Argentina (1910).
Rio Branco também lançou as bases de uma nova política internacional, adaptada às necessidades do Brasil moderno.

A vida acadêmica do diplomata
O barão do Rio Branco entrou para o Colégio Pedro II quando tinha 17 anos. Cursou direito nas faculdades de São Paulo e de Recife. Viajou pela Europa e na volta ocupou a cadeira de Corografia e História do Brasil no Imperial Colégio. Em maio de 1876, assumiu o cargo de cônsul-geral do Brasil em Liverpool. Em 1881, substituiu Antonio Prado como superintendente geral na Europa da emigração para o Brasil, função que exerceu até 1893.
Foi promotor público de Nova Friburgo, dirigiu o jornal A Nação e foi colaborador do Jornal do Brasil em 1891, no qual escreveu as colunas Efemérides e Cartas de França.
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