02 de fevereiro DE 2026 ||| 2ª feira ||| dia de yemanjá e de nossa senhora dos navegantes ||| "O fraco nunca perdoa. O perdão é a característica do forte.” (Mahatma Gandhi) |||

Bem vindo

Bem vindo



Robert Louis Stevenson (Edimburgo, Escócia, 13 de novembro de 1850 – Vailima, Ilhas Samoa, 3 de dezembro de 1894), tendo nascido Robert Lewis Balfour Stevenson, foi um influente novelista, poeta e escritor de roteiros de viagem britânico, nascido na Escócia. Escreveu clássicos como A Ilha do Tesouro, O Médico e o Monstro, Raptado e As Aventuras de David Balfour. Considerado um dos mais importantes escritores britânicos do século XIX, está entre os autores mais traduzidos em todo o mundo. Foi, em vida, também um ativista político, crítico social e humanista. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson)


sexta-feira, 13 de junho de 2008

Um retrato da desumanidade. Triste constatação!


Fiz questão de colocar uma tarja de luto pelo vídeo que você vai assistir. Estas cenas correram o mundo,mas é diferente vê-las assim, de pertinho, na tela do computador.
O atropelamento foi numa cidade dos EUA, não interessa qual, mas poderia ser em qualquer outra grande cidade do mundo (tenho minhas dúvidas se nas pequenas também...).
O vídeo foi capturado de um site portugues de notícias e os comentários ficam fáceis de entender. Todavia o forte mesmo são as cenas. Qualquer um que as veja e eu já assisti muitas vezes, se envergonhará.
A angústia que eu senti se refere à pergunta que não se cala enquanto estamos vendo o vídeo. E se fossemos nós, ali estendido? Ou alguém da nossa família? E se fosse um estranho e nós estivessemos como pedestres? O que faríamos? Teríamos o mesmo comportamento?
É isto que temos de encarar, de frente, quando vemos ou participamos de circunstâncias semelhantes. Fazemos parte da raça humana? Que mundo é o nosso? O que você faria? Veja o vídeo e reflita.

PS - Não posso deixar de postar um trecho do comentário (veja no link ao final do post) feito pelo Ronaldo, do Qualiblog, a respeito de situação semelhante. Serve como exemplo de cidadania:

"O vídeo impressiona realmente, como o ser humano tem cada vez merecido menos o sentido dessa palavra... Curioso é que há algumas semanas aconteceu algo parecido aqui bem perto de minha casa. Uma mulher foi atropelada e o culpado fugiu, deixando-a caída no meio da rua. Rapidamente uma multidão se formou em volta do local e pararam o trânsito. Não é correto tocar na vítima, só se você tiver conhecimentos para primeiros socorros, mas o mais importante foi feito por outro motorista: Ele seguiu o responsável pelo acidente e chamou a polícia pelo celular. Mudou seu itinerário para de alguma forma ajudar uma pessoa desconhecida. Isso nos dá esperança de que a raça humana ainda tenha solução..."

4 comentários:

  1. inacreditável... uma sequência de aburdos!!!

    ResponderExcluir
  2. Olá Nicholas,

    Fazia um tempo que você não pontuava por aqui. Estava com saudades. Vou colocar seu blog na vitrine da Oficina. Depois dê uma passadinha por lá.

    ResponderExcluir
  3. Bom domingo, Herbert! Que bom que reabriu a varanda...
    O vídeo impressiona realmente, como o ser humano tem cada vez merecido menos o sentido dessa palavra...
    Curioso é que há algumas semanas aconteceu algo parecido aqui bem perto de minha casa. Uma mulher foi atropelada e o culpado fugiu, deixando-a caída no meio da rua. Rapidamente uma multidão se formou em volta do local e pararam o trânsito. Não é correto tocar na vítima, só se você tiver conhecimentos para primeiros socorros, mas o mais importante foi feito por outro motorista: Ele seguiu o responsável pelo acidente e chamou a polícia pelo celular. Mudou seu itinerário para de alguma forma ajudar uma pessoa desconhecida. Isso nos dá esperança de que a raça humana ainda tenha solução...

    ResponderExcluir
  4. O mais impressionante sobre esse filme é a indiferença das pessoas em relação a pessoa machucada. Neste mesmo dia me lembrei de um programa que passará no Animal Planet, onde um grupo de leões atacava um búfalo, mesmo no chão o bicho já machucado quase desfalecendo, recebe ajuda de seus pares que ao início correram de forma instintiva, mas depois vendo um igual voltaram e encaram os leões e salvaram seu "amigo". Fico pensando, quantos de nós fariam isso?

    ResponderExcluir

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.