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📆No Dia Mundial da Vida Selvagem, celebramos a incrível biodiversidade do nosso planeta e a importância de proteger as espécies que habitam nossos ecossistemas. 🐸🐍🐝🐞Cada animal, grande ou pequeno, desempenha um papel essencial na manutenção do equilíbrio da natureza. 🐳🦁🐔🐢Essa responsabilidade é de todos nós! Podemos contribuir com ações simples, como apoiar ONGs de conservação, adotar hábitos de consumo sustentável, reduzir o uso de plásticos e respeitar as áreas protegidas. 🦎🐇🐀Cada atitude conta para preservar habitats naturais e garantir um futuro seguro para todas as espécies, inclusive a nossa! Vamos fazer nossa parte e proteger a vida selvagem, porque juntos somos mais fortes! (https://www.instagram.com/sitioreinoanimal/)


Charles John Huffam Dickens (Portsmouth, 7 de fevereiro de 1812 – Higham, 9 de junho de 1870) foi o mais popular dos romancistas ingleses da era vitoriana. No início de sua atividade literária também adotou o apelido Boz. As suas obras gozaram de uma popularidade sem precedentes ainda durante a sua vida e, durante o século XX, críticos e académicos reconheceram-no como um génio literário. Os seus romances e contos são extensamente lidos ainda nos dias de hoje. Apesar de os seus romances não serem considerados, pelos parâmetros atuais, muito realistas, Dickens contribuiu em grande parte para a introdução da crítica social na literatura de ficção inglesa. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Dickens}


sexta-feira, 2 de maio de 2008

O mundo empresarial brasileiro está em festa com a indicação do País como digno do "investiment grade". A gente comum não entende direito o que é isso, mas se todo mundo diz que é bom, então vamos lá... Todavia, como gosto muito do contraditório e tem alguns colunistas que "fazem a minha cabeça" pesquisei alguns deles e encontrei, hoje, na Folha de São Paulo o texto (imagem ao lado) de Clóvis Rossi que dispensa apresentação.
Não vou emitir opinião sobre o que ele diz. Não sei ainda se concordo ou não, mas Clóvis Rossi não escreve sem convicção. Portanto é bom guardar o que ele diz.
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"E a pátria foi dormir feliz ao ganhar a miçanga dos novos colonizadores, o tal de "investment grade".
Por novos colonizadores enten­da-se esse formidável mundo finan­ceiro e suas entidades, incapazes de antever riscos nas hipotecas "sub­
prime", mas nem por isso julgadas menos aptas a determinar que paí­ses estão "limpos" e que países de­vem continuar tratamento.
Nada contra a festa pelo rótulo. Tudo contra deixar de ter a correta perspectiva. O que a miçanga ora concedida mede é apenas o risco que correm os investidores ao colo­car dinheiro no Brasil. Não mede, portanto, o risco que correm os cidadãos do país em seu cotidiano ou em seu futuro.
Não mede, por exemplo, que o Brasil "perdeu a guerra" contra a dengue, como admite o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. "No
problem", dirão os avaliadores de risco, dado que não se conhece ne­nhum caso de investidor que tenha contraído a doença.
Não mede, por exemplo, o risco de sair às ruas de São Paulo, do Rio ou de Belo Horizonte, superior ao de incontáveis outras cidades de países não "investiment grade".
Não mede, por exemplo, cenas explícitas de estupidez verbal, co­mo a do coordenador dos cursos de merncina da Universidade Federal Bahia, ao dar a seus conterrâ­neos o grau CCC-de inteligência, incapazes até de tocar berimbau sei berimbau tivesse mais de uma corda. E nada acontece.
Não mede, por exemplo, a inconveniência de o presidente da Repú­blica avalizar o mau uso do dinheiro público no caso do governador do Ceará, que gastou R$ 383 mil para alugar um jatinho, quantia que daria para comprar 30 passagens em classe executiva São Paulo/Parisl/São Paulo, ao preço mais alto constante ontem no site da Air Francel (taxas incluídas).
Até quando o Brasil ficará feliz com miçangas?"
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