||| 05 de junho DE 2026 ||| 6ª feira ||| dia mundial do meio ambiente e da ecologia ||| “Triste não é mudar de ideia. Triste é não ter ideias para mudar.” (Francis Bacon) |||

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O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado anualmente em 5 de Junho e tem como objetivo promover atividades de proteção e preservação do meio ambiente. A data serve como alerta à sociedade sobre os perigos de negligenciarmos a tarefa de cuidar do mundo em que vivemos. Todos os anos, as Nações Unidas dão um tema diferente ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Esta foi a forma encontrada pela ONU para dar ideias de atividades que promovam a conscientização da população para preservar o meio ambiente. Em 2022, ao completar 50 anos desde a origem do Dia mundial do meio ambiente, o tema escolhido para a comemoração foi "Uma Só Terra". Origem do Dia do Meio Ambiente O Dia do meio ambiente foi escolhido, porque no dia 5 de junho de 1972 foi realizada a Conferência de Estocolmo. Essa foi a primeira conferência das Nações Unidas sobre o ambiente humano. Ela teve início no dia 5 e terminou no dia 16 de junho, e reuniu vários governos e ONG's. A partir de então, o dia 5 de junho consta no calendário da ONU - Organização das Nações Unidas como o Dia Mundial do Meio Ambiente. E para complementar essa data, em 1981, foi criada a Semana Nacional do Meio Ambiente, que é comemorada na primeira semana de junho. Mensagem dia mundial do meio ambiente Importância do Dia Mundial do Meio Ambiente Essa data é importante para nos conscientizarmos sobre a necessidade de preservarmos os recursos naturais. Além disso, para refletirmos sobre os impactos ao meio ambiente provocados pela atividade humana, uma vez que é perceptível o crescente número de problemas ambientais ao longo dos anos. Proteger e melhorar a relação entre a sociedade e a natureza é um dever de todos e pequenas ações podem ter grandes impactos, por isso a necessidade de discutir o tema. Por exemplo, quando as pessoas jogam lixo no chão os materiais são arrastados pela chuva e se acumulam nos bueiros. Com isso, a água não tem para onde escoar e aumentam as chances de ocorrer alagamentos e até enchentes. Hábitos que ajudam o meio ambiente Confira algumas dicas de ações simples que você pode fazer no seu dia a dia e colaborar para a preservação do meio ambiente. 1. Jogue o lixo em locais adequados. Exemplo: não jogue lixo no chão e não jogue o óleo comestível no encanamento. 2. Pratique o consumo consciente. Exemplo: evite desperdiçar comida e comprar mais do que precisa. 3. Economize energia elétrica. Exemplo: em casa, mantenha a luz acesa apenas no cômodo que você está e deixe na tomada só os aparelhos que estiver usando. 4. Reutilize materiais. Exemplo: recipientes de vidro podem se tornar peças de decoração ou servir para armazenar outras coisas. 5. Economize água. Exemplo: ao escovar os dentes mantenha a torneira fechada e diminua o tempo com o chuveiro aberto no banho. 6. Diminua a utilização de materiais descartáveis. Exemplo: para o trabalho ou escola leve seu próprio copo na bolsa. 7. Separe o lixo corretamente para que os resíduos tenham o destino correto. Exemplo: em casa, identifique baldes para cada tipo de lixo.

pensamento dia

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Frase

Frase
François, Duque de La Rochefoucauld (Paris, 15 de setembro de 1613 – Paris, 17 de março de 1680) foi um moralista francês, François 6.º, príncipe de Marcillac e, mais tarde, duque de La Rochefoucauld, nasceu em Paris a 15 de setembro de 1613 e morreu na mesma cidade na noite de 16 para 17 de março de 1680. São de Rochefoucauld as famosas frases: "O orgulho é igual em todos os homens (ricos ou pobres), só diferem os meios e as maneiras de mostrá-los"; e "A hipocrisia é uma homenagem que o vício presta à virtude".Envolvendo-se em intrigas contra o cardeal Richelieu, em favor da rainha Ana da Áustria, foi preso e exilado em Verteuil, no ano de 1631. Depois da morte de Richelieu, voltou a conspirar contra a corte, tendo participado ativamente da Fronda, a guerra civil que agitou a França entre 1648 e 1653. Em 1652, gravemente ferido nos olhos, encerrou sua carreira de soldado e conspirador. Passou em Paris os últimos anos de sua vida, destacando-se nos salões literários, especialmente no de Madame de Sablé. La Rochefoucauld foi um dos introdutores, e certamente o maior cultor do gênero de máximas e epigramas, divertimento social que ele transformou em gênero literário, escrevendo textos de profundo pessimismo. Seu mais famoso livro, "Reflexões ou sentenças e máximas morais", apareceu pela primeira vez em 1664. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_de_La_Rochefoucauld}

 

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Bárbaros e incivilizados, com câmeras e microfones...

Hoje, quando o Jornal Nacional, da Rede Globo, iniciou sua inevitável reportagem sobre o caso da morte da garota Isabella, o meu filho, que estava na sala conosco, levantou-se e saiu. Disse que não aguentava mais ver, ouvir, falar e ler sobre o assunto.
Me dei conta, de repente, que a minha sensação e a de todos que estavam na sala e, certamente, a de muitos milhões que estavam, naquele instante, vendo o mesmo jornal foi a mesma. Apesar de tudo continuamos na sala. Como desligar a TV?
Assistir à TV, todavia, não nos impede de comentar e dizer que estamos presenciando "on line" a uma brutalização da notícia. Uma selvageria midiática. É repugnante, para dizer o mínimo, presenciar aquele "formigueiro" de câmeras, microfones e máquinas fotográficas e perguntas cretinas, afluindo como abutres sobre carniça à cata de qualquer pessoa ou "coisa", que se mexa ou pareça se mover, que eles suponham ter algo a ver com o caso. Repulsivo.
O que estamos vendo não é uma cobertura jornalística. É um show de horrores. O pior é que já vimos isso antes. Alguns de vocês ainda devem se lembrar do caso da "Escola Base" em São Paulo, também. E todos sabem o que aconteceu.
Não me alongarei mais, até por motivos óbvios. Todavia, sugiro a leitura do artigo abaixo escrito com o peso da assinatura de Fernando de Barros e Silva, que vem a ser o editor do caderno Brasil da Folha de São Paulo que transcrevi (inclusive imagem) da edição de hoje. Não encontrei nenhum texto que rivalizasse com o seu, na análise - perfeita - desta estupidez que grande parte da mídia comete contra a opinião pública esclarecida do pais.
Quem está administrando essa monstruosidade? Onde estão os chefes de redação, os diretores dos órgãos de imprensa e até seus presidentes? É isso que eles tem para oferecer a nós, leitores? Seus leitores?
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Invasões bárbaras

........ "Não houve, nas últimas duas semanas, assunto capaz de rivalizar com o "caso Isabella". Mesmo quem quis se preservar alheio ou distante acabou de alguma forma tragado pelo turbilhão do noticiário: onipresente nas TVs e nas rádios, freqüentou, na internet, os primeiros lugares de qualquer relação de notícias mais acessadas e recebeu, de jornais e revistas, páginas e mais páginas diárias.
....... Estamos diante de um episódio em que o interesse público tende a ser nulo, mas que mobiliza no grau máximo o interesse do público. E não é simples definir onde termina a demanda por informação e onde a mídia começa a engendrar necessidades psicológicas e/ou sociais.
........ É claro, no caso desses programas parajornalísticos sustentados horas a fio por locutores exaltados e imagens exaustivas, que não se trata mais de informar, mas de entreter o público a qualquer preço. Trata-se, em suma, de alimentar e eventualmente satisfazer curiosidades mórbidas ou taras socialmente toleradas, de estabelecer com o espectador, por meio de truques espetaculosos, uma interação de fundo lúdico, obviamente perversa, mantendo vivas nele a sede de vingança e a sensação de que amanhã sempre tem mais.
....... Mas seria fácil se pudéssemos contrapor com clareza os abusos dessa mídia apelativa e o nosso bom senso. Não é assim. Existem, sim, diferenças de procedimentos e talvez de propósitos, mas seria necessário que nos detivéssemos um pouco mais sobre as identidades. Ou sobre o que nos torna -nós, os "sensatos"- cúmplices ou protagonistas de ações bárbaras.
....... Crianças de quatro, cinco anos são capazes de relatar em detalhes a tragédia de Isabella. Com que recursos processam tamanha violência? Psicólogos nos dão conta de que explodiram os casos de filhos aterrorizados e pais atônitos ou apreensivos com seus próprios limites. E se o casal suspeito e linchado for inocente? São danos irreparáveis e reflexões condenadas diante de tanto som e tanta fúria."
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Um comentário:

  1. Nossos jornais são os jornais dos escândalos. A pobre menina foi brutalmente assassinada durante um período sem caos aéreo e sem casos amorosos do Presidente do Senado. Até existe uma CPI dos Cartões do Governo, mas essa aí nos já sabemos quem são os assassinos.
    Independente do final do caso Isabella, é imperativo que sejam definidos limites. Ou chegaremos ao ponto de matarmos uma Princesa Diana. Como o foco deste blog é gerência, faço uma pergunta. Qual o motivo do poder público no Brasil ser mais reativo que pró-ativo? Eu voto na incompetência dos nossos gestores

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