||| 16 de julho DE 2026 ||| 5ª feira ||| dia mundial da cobra ||| *Reflexão: "E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música." -- Friedrich Nietzsche" |||

 

Bem vindo

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O Dia Mundial da Cobra festeja-se anualmente no dia 16 de julho. Como o animal menos amado que é, a data surgiu como uma forma de combater os mitos em torno das cobras e como um meio de espalhar algum carinho e de celebrar este animal. Apesar da sua origem não ser muito concreta, a data é celebrada por todo o mundo com entusiasmo pelos amantes da vida selvagem. Um objetivo deste dia é preservar esta espécie animal que desempenha um papel importante no ecossistema, controlando roedores e pragas. Neste dia as cobras estão em destaque nos jardins zoológicos e nas quintas de animais, por exemplo, onde é possível ver e até tocar nas cobras, em certos casos, sendo uma boa oportunidade para distinguir as cobras perigosas das inofensivas e de saber mais sobre este animal. cobra verde em tronco de árvore Factos sobre cobras Existem mais de 3 mil espécies de cobras espalhadas por todos os continentes à exceção da Antártida. Um quarto das cobras é venenoso, existindo cobras que comem cobras venenosas. As cobras não têm ouvidos externos nem pálpebras. As cobras cheiram com a língua. As cobras conseguem comer uma presa inteira visto o maxilar inferior conseguir separar-se do superior. Elas mudam de pele de três a seis vezes ao ano. As cobras tentam evitar o contacto humano. Muitas vezes elas enrolam-se ou camuflam-se para não serem vistas. Os incidentes com mordidas de cobra ocorrem quando se pisam as cobras por acidente ou quando se perturba este animal. Algumas cobras do mar respiraram parcialmente pela pele, permitindo mergulhos longos. Algumas cobras asiáticas conseguem “voar”. Elas balanceiam o corpo no ar e travam o fluxo do ar numa forma de “C”, conseguindo escolher onde aterram com o balancear do corpo.

pensamento dia

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Frase

Frase
Gustave Le Bon (Nogent-le-Rotrou, 7 de maio de 1841 – Marnes-la-Coquette, 13 de dezembro de 1931) foi um polímata francês cujas áreas de interesse incluíam antropologia, psicologia, sociologia, medicina, e física. Ele é mais conhecido por seu trabalho em 1895, A Multidão: Um Estudo da Mente Popular, considerado um dos trabalhos seminais da psicologia das multidões.[https://pt.wikipedia.org/wiki/Gustave_Le_Bon]

 

terça-feira, 29 de abril de 2008

Como lidar com chefes novos?

Max Gehringer escreve, todas as semanas, uma coluna para a Revista Época intitulada "Nossa Carreira" (veja imagem abaixo). De vez em quando aparece um assunto com abordagem nova- como este que destaquei - e trago para o conhecimento dos leitores do blog. Pode até parecer redundância estar, aqui, reproduzindo páginas de revistas ou artigos de jornais, mas considero que é um número muito pequeno de pessoas que têm acesso a essa informação. Seja porque não compra a revista ou jornal, ou não os assina e muitas vezes não teve tempo de ler e sequer folhear.
Como sou um admirador do Max Gehringer (porque o cara realmente entende do riscado) procuro não deixar passar nada dele, sem criar um post para dividir os ensinamentos deste grande mestre.
O assunto que ele nos traz, dividido em quatro perguntas e respostas versa sobre as relações dos empregados com suas chefias. Tem coisas muito interessantes. Confira.
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PALAVRA DA SEMANA: MANCADA.
"Em latim, mancus era quem não tinha a mão (manus), sentido conservado no idioma castelhano. Em português, por motivos obscuros, virou sinônimo de deficiência no pé ou na perna. Com o tempo, o sentide original se transformou em "falta): Por isso, "dar uma mancadà) é faltar com uma obrigação) deixar de cumprir uma promessa, ou meter os pés pelas mãos."
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Como lidar com chefes novos?
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* "Novos gestores foram contratados pela empresa em que trabalho. A palavra utilizada pela direção foi "oxigenação". Esses gestores já entraram criticando tudo o que era feito, e só falam em mudanças, sem perguntar se temos sugestões ou opiniões. Como convencê-Ios de que somos mais qualificados do que eles pensam?" - Sandra
"Em primeiro lugar, Sandra, respire fundo. Tanto para se oxigenar quanto para não tomar atitudes impulsivas. Nesse período de confrontação inicial de pontos de vista, o mais importante será você conseguir a confiança dos novos gestores. Isso levará entre três e seis meses. A partir daí, as opiniões daqueles que aderiram à nova gestão passarão a ser ouvidas. É claro que nem tudo o que vinha sendo feito antes estava errado, mas propostas novas também podem ser salutares. Portanto, temporariamente, exercite sua paciência."

* "Fiqúei 17 anos numa empresa que quebrou há quatro meses. Apesar dos sinais em contrário, a direção afirmava que tudo estava sob controle, e nós acreditamos. Estou, além de deprimido, me sentindo meio burro por não ter percebido as coisas com clareza." - Luiz R.
"Não há nada que você possa fazer para ressuscitar sua ex-empresa, mas sua situação pode servir de alerta. Quando uma empresa começa a perder mercado, conceder grandes descontos para conseguir vender produtos ou serviços, atrasar pagamentos e deixar de recolher impostos, não há dúvidas de que ela está pendurada pela falangeta na borda do abismo. Porém, há empresas que, por otimismo ou leviandade, insistem que tudo isso é apenas uma situação passageira. Uma sugestão é sempre verificar, por meio da Caixa Econômica Federal, se os depósitos do FGTS estão sendo regularmente feitos. Quando a empresa deixa de fazer o recolhimento, é porque o fim está próximo."

* "Uma empresa pode eliminar um candidato a emprego porque ele tem o nome sujo na Serasa ou no SPC?" - Leonel .
"Não. A Lei nQ 9.029 proíbe a discriminação, no acesso a empregos, pela situação familiar (o que inclui a situação financeira). A Convenção n2 111 da OIT, da qual o Brasil é signatário, também impede essa prática discriminatória. A Serasa e o SPC são órgãos criados para auxiliar instituições financeiras na concessão de empréstimos, e não para barrar candidatos a emprego. O problema é que empresas que usam o cadastro para eliminar candidatos jamais dizem abertamente que esse foi o motivo da rejeição, impedindo que os prejudicados possam mover processos por discriminação."

* "Sou gerente de vendas, e meu diretor insiste que devo dar expediente das 7 às 20 horas, como bom exemplo para meus subordinados. Isso tem respaldo legal?" - Roberto
"Não. Se você não está sujeito a qualquer controle de presença ou de horário, a empresa entende que você ocupa um cargo de confiança. Por um lado, você não recebe horas extras. Por outro lado, a empresa não pode fixar sua jornada, determinando horários de entrada e saída. Um dos fatores que caracterizam um cargo de confiança é o amplo poder de decisão. Se você não pode decidir o próprio horário, seu diretor está interpretando a lei de modo unilateral."

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