||| 26 de agosto DE 2026 ||| 4.ª feira ||| Dia da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789) ||| *Reflexão: "O conhecimento serve para encantar as pessoas, não para humilhá-las". -- (Mario Sergio Cortella) |||

 

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(IMAGEM ORIGINAL TRADUZIDA PARA O PORTUGUÊS) -- O Dia Internacional da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão é celebrado em 26 de agosto. Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (em francês: Déclaration des Droits de l'Homme et du Citoyen) é um documento culminante do Iluminismo, que define os direitos individuais e coletivos dos homens (tomada, teoricamente, a palavra na acepção de "seres humanos") como universais. Influenciada pela doutrina dos "direitos naturais", os direitos dos homens são tidos como universais: válidos e exigíveis a qualquer tempo e em qualquer lugar, pois permitem à própria natureza humana. Na imagem da Declaração, o "Olho da Providência" brilhando no topo representa uma homologação divina às normas ali presentes, mas também alimenta teorias da conspiração no sentido de que a Revolução Francesa foi motivada por grupos ocultos. História Inspirada nos pensamentos dos iluministas, bem como na Revolução Americana (1776), a Assembleia Nacional Constituinte da França revolucionária aprovou em 26 de agosto de 1789 e votou definitivamente a 2 de outubro a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, sintetizado em dezessete artigos e um preâmbulo dos ideais libertários e liberais da primeira fase da Revolução Francesa (1789-1799).[2] Pela primeira foi proclamada a liberdade e os direitos fundamentais do homem de forma econômica. Entretanto, a declaração dos direitos do homem e do cidadão não especificou sobre os "negros" e " mulatos", nesse ponto podemos destacar o Haiti, o qual era uma colônia francesa e tratavam os homens como escravizados, limitando o direito a liberdade, não se tendo consenso sobre o direito do homem para os escravizados. Ela foi reformulada no contexto do processo revolucionário numa segunda versão, de 1793. Serviu de inspiração para as constituições francesas de 1848 (Segunda República Francesa) e para a atual, e também foi a base da Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pelas Nações Unidas.[https://pt.wikipedia.org/wiki/Declara%C3%A7%C3%A3o_dos_Direitos_do_Homem_e_do_Cidad%C3%A3o] ... (A tela da famosa imagem da declaração, traduzida para o português, é uma adaptação do Nano Banana/ChatGPT)

pensamento dia

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Frase

Frase
Marie-Joseph Paul Yves Roch Gilbert du Motier, Marquês de La Fayette (Chavaniac, 6 de setembro de 1757 – Paris, 20 de maio de 1834), conhecido nos Estados Unidos simplesmente como La Fayette ou pelo apelido ou epíteto "O Herói dos Dois Mundos", foi um aristocrata e militar francês que lutou pelo lado revolucionário na Guerra da Independência dos Estados Unidos e também foi uma figura importante na Revolução Francesa e na Revolução de Julho. Durante a Revolução Americana, Lafayette serviu como major-general no Exército Continental, comandado por George Washington. Ferido na Batalha de Brandywine, ainda assim conseguiu organizar uma retirada com sucesso. Serviu com distinção na Batalha de Rhode Island. A meio da guerra, regressou à França para negociar um aumento do apoio francês. No seu regresso, bloqueou o avanço de tropas lideradas por Charles Cornwallis no cerco de Yorktown, enquanto os exércitos de Washington, e aqueles enviados pelo rei Luís XVI, sob o comando do general de Rochambeau, almirante de Grasse, e almirante de Latouche Tréville, se prepararam para a batalha contra os britânicos. Em França, no ano de 1788, Lafayette foi chamado para a Assembleia dos Notáveis para tentar ajudar a resolver o problema da crise fiscal. Lafayette propôs uma reunião da Assembleia dos Estados Gerais, onde os representantes dos três níveis da sociedade francesa -clero, nobreza e povo — se encontraram. Foi vice-presidente da comissão organizadora da reunião e apresentou um esboço da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Lafayette foi nomeado para comandante-em-chefe da Garde nationale em resposta à violência. Apesar de fazer parte do Clube dos Trinta, durante a Revolução francesa à qual tinha aderido, tentou manter a ordem ao ponto de dar instruções à Garde nationale para disparar sobre os manifestantes no Champ de Mars, onde terão morrido cerca de 50 pessoas, em julho de 1791; por esta sua acção, acabou por ser perseguido pelos jacobinos. Em agosto de 1792, à medida que as facções radicais da Revolução viam o seu poder aumentado, Lafayette tentou fugir para os Estados Unidos através da República Holandesa. Foi capturado pelos austríacos e passou mais de cinco anos na prisão. Lafayette regressou a França depois de Napoleão o tirar da prisão em 1797. Recusou participar no governo de Napoleão, mas foi eleito para a Câmara dos Deputados do governo dos Cem Dias, durante a Carta de 1815. Com a Restauração francesa, Lafayette tornou-se um membro liberal da Câmara dos Deputados em 1815, um cargo que manteve até à sua morte. Em 1824, o Presidente James Monroe convidou Lafayette para os Estados Unidos como "convidado da nação"; durante a viagem, visitou os 24 estados da união na época. Em honra do seu contributo para a Revolução Americana, muitas cidades e monumentos dos Estados Unidos têm o seu nome. Durante a Revolução de Julho de 1830 em França, Lafayette recusou uma oferta para se tornar ditador; em vez disso, apoiou Luís Filipe como monarca constitucional. Lafayette morreu a 20 de maio de 1834, e encontra-se sepultado no Cemitério de Picpus, em Paris, debaixo de terra trazida da sepultura de George Washington, de Mount Vernon. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Gilbert_du_Motier,_Marqu%C3%AAs_de_La_Fayette} (Imagem para a frase do Marquês de Lafayette, é criação do Nano Banana/Chat GPT)

 

terça-feira, 22 de abril de 2008

O famoso discurso do General Patton.


Clique na imagem e conheça o site dedicado à memória do General Patton

Este é um post que me deu muito prazer de produzir para o blog. O personagem do general norte-americano George S. Patton é um dos mais fascinantes da história da Segunda Guerra Mundial. 
 Li tudo que eu pude sobre ele e quanto mais lia mais seduzido ficava pela sua figura diferenciada de líder. Principalmente isto: um exemplo, perfeito e acabado, de líder no seu estado mais puro e primitivo. Um comandante de homens e de batalhas. 
Fora dos EUA o General Patton ficou conhecido depois do magnífico filme "Patton", estrelado por George C. Scott. Este filme fez um sucesso tão grande que além de ganhar sete estatuetas do Oscar tornou referência de motivação  - para muitos cursos, livros e consultorias - o famoso discurso que George C. Scott, interpretando magistralmente o General Patton faz às suas tropas antes de leva-las às batalhas. O texto, segundo consta é verdadeiro e era assim, em linguagem rude e direta aos seus soldados, que Patton falava.
Neste discurso ele cunhou a frase que ficou gravada nos livros de citações: "Lembrem que safado nenhum ganhou a guerra morrendo pelo seu país. Ele ganhou fazendo com que o safado do outro lado morra pelo país dele."  
E não me estendo mais porque senão vou ficar falando sobre o General Patton por muito tempo. Confesso que é uma das minhas figuras históricas preferidas. |
Vejam o vídeo (que hoje está difícil de encontrar com legendas) e desfrutem das fotos que foram retiradas do Google Imagens e do IMDb (The Internet Movie Database). Espero que gostem tanto quanto eu.
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Animated Gif Arrows (127)Abaixo, transcrevi com tradução "by Google" o discurso do General Patton para quem quiser arquivá-lo em seus anais.

Sentem-se. 
Eu quero que vocês se lembrem que nenhum bastardo jamais ganhou uma guerra morrendo por seu país. Ganhou-a  fazendo outros bastardos morrerem  pelo país deles. 
Homens essas historias que vocês ouviram de que a América não ia querer lutar, que queriam estar distantes da guerra são um monte de merda, conversa fiada. Os norteamericanos tradicionalmente adoram lutar, todos os americanos de verdade amam o calor do combate.  
Quando vocês eram garotos  todos admiravam o campeão das bolas de gude,  o corredor mais rápido, os craques do futebol, opugilistas mais durões. Os americanos adoram um vencedor e suportam um perdedor. Todos os americanos sempre jogam para ganhar; um homem que perde e ri não vale um caracol. É por isso que os americanos nunca perderam e nunca perderão uma guerra, porque a
mera idéia de perder é odiosa para nós americanos.
Agora, um exercito é um time; ele  vive, come, dorme e luta como um time.Todas essas conversas sobre a individualidade são apenas lixo.Quem escreveu essa besteira sobre o individualismo para o Saturday Evening Post sabe tanto sobre uma sobre uma batalha de verdade  quanto  sabe sobre uma trepada . Nós temos a melhor comida e o melhor equipamento, o melhor espírito e os melhores homens do mundo.Vocês sabem... Eu chego a ter pena dos safados que vamos enfrentar. Por Deus que eu tenho. Não vamos só atirar nos infelizes. Nós vamos arrancar suas entranhas, e então usá-los para lubrificar as esteiras dos nossos tanques; vamos matar esses hunos filhos da puta ​​ aos bandos!Agora, rapazes... alguns de vocês, sei que estão imaginando, estão se perguntando se vão se acovardar  sob o fogo. Não se preocupem. Posso lhes garantir que todos vão cumprir o seu dever. Os nazistas são o inimigo. Caiam em cima deles, derramem o seu sangue, atirem em suas barrigas! Quando enfiarem as mãos em uma massa disforme de sangue que momentos antes era apenas o rosto de seu melhor amigo...saberão o que fazer.

Algo mais para se lembrarem.  Não quero nenhuma mensagem dizendo: " Estamos mantendo a posição".  Não estamos “mantendo” coisa nenhuma! Que os hunos mantenham! Nós avançamos constantemente e não temos interesse em manter coisa nenhuma, exceto o inimigo longe. Nós vamos mantê-lo seguro pelo nariz e dar-lhe um chute na bunda. Nós vamos chutá-lo o tempo todo e passar por eles como faca quente na manteiga. Bem, tem uma coisa que vocês poderão dizer quando voltarem para suas casas e podem agradecer a Deus por isso. Em trinta anos anos quando estiverem sentado em frente à lareira com o seu neto no colo e ele perguntar o que você fez na Segunda Guerra Mundial, não terão que responder..."Eu limpei merda na Louisiana."

Tudo bem seus filhos da puta, vocês agora sabem o que eu penso.  Eu
terei  muito orgulho de comandar vocês em qualquer batalha, em qualquer lugar.
 


É só.

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