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Joaquim José da Silva Xavier (Fazenda do Pombal, então sob jurisdição da Vila de São José del-Rei, batizado em 12 de novembro de 1746 – Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792), conhecido como Tiradentes, foi um militar e ativista político do Brasil, notabilizado por sua participação na Inconfidência Mineira, conspiração de caráter separatista contra o domínio de Portugal. Atuante nas capitanias de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, destacou-se como um dos principais propagandistas das ideias emancipacionistas em um contexto marcado pela crise da economia mineradora e pelo aumento da pressão fiscal exercida pela Coroa portuguesa. Preso em 1789, foi julgado por crime de lesa-majestade e executado em 1792. Sua morte, inicialmente concebida como instrumento de repressão exemplar, foi posteriormente reinterpretada, sobretudo a partir da República, quando sua figura passou a ser associada ao martírio cívico e consolidada como símbolo político da nação brasileira. O dia de sua execução, 21 de abril, foi instituído como feriado nacional, e seu nome foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria. Sua trajetória e execução foram posteriormente reinterpretadas pela historiografia e pela memória política brasileira, que o consagraram como um dos principais símbolos da identidade nacional. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiradentes}




quarta-feira, 2 de abril de 2008

Nesse "jogo" os argentinos nos ganham de goleada...

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Apresento-lhes dois vídeos que mostram um pouco da atual crise argentina. Não vou me atrever a comentar o que está acontecendo por lá. Não me interessa, pelo menos por enquanto.

O propósito de colocar os vídeos aqui é para chamar a a atenção de como o povo argentino - notadamente os portenhos, em Buenos Aires - começam a protestar contra o governo com suas panelas, gerando a onda do "panelaço". O primeiro vídeo chega a ser emocionante. Alguém começa a bater uma panela num edificio qualquer e dai há pouco são dezenas, centenas e milhares que descem às ruas de Benos Aires e de outras cidades. Não precisam de líderes, de partidos políticos, de sindicatos ou o que seja para "patrocinar" o protesto. Só a indignação e a coragem coletivas. É bonito de se ver.

Dessa forma conseguem pressionar os governos. Já derrubaram um presidente. Governo, lá na Argentina, treme (literalmente) nas bases quando o povo bate panela. Particularmente fico com uma inveja danada.

Aqui no Brasil alguém imagina algo semelhante? Me recordo do "dia do luto", quando o então presidente Collor caiu na bobagem de querer manipular o "seu povo", como ele falava e pediu a todo mundo para usar as cores verde e amarelo para mostrar que o apoiava. Foi fantástico! Ele discursou à tarde e no dia seguinte, de manhã, todos estavam usando tirinhas pretas nas antenas dos carros, bandeiras negras, roupas idem etc. Ninguém mandou e não houve "palavra de ordem". Simplesmente uma energia de protesto que uniu a todos em uma sintonia única.

Aconteceu uma vez só (na história recente) e um presidente, cercado por denúncias, foi defenestrado. Na Argentina tornou-se uma tradição. Se o governo vai mal, tome panelaço. Será que chegaremos lá? Por enquanto vamos ver os vídeos e ficar com aquela pontinha de inveja.

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Veja mais notícias sobre a crise argentina nos links abaixo:

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