6 de fev de 2008

Você pagaria o alto preço do poder? Leia aqui para saber a resposta.

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"Os presidentes de empresas no Brasil incorporaram tanto o personagem corporativo que parecem ter perdido a si mesmos, o que com freqüência se converte em razão de sofrimento. É o que mostra este artigo baseado em pesquisa realizada entre 2006 e 2007 pelos professores Mariá Giuliese e Léo Bruno, da Fundação Dom Cabral.
















Quem são, de fato, os presidentes de empresas do Brasil? O que pensam e sentem aqueles que alcançaram o degrau mais alto da carreira, modelo e inspiração de todos os gestores e leitores de revistas de management? Já conhecemos e acompanhamos muitos desses indivíduos no palco dos negócios, mas o que será que lhes acontece quando descem as cortinas e eles ficam sós? A pesquisa "Contexto dos Presidentes", que realizei em conjunto com o professor Léo Bruno para o Centro de Tecnologia Empresarial da Fundação Dom Cabral (CTE-FDC), veio responder a essas perguntas.
















Investigamos dirigentes de 40 das 500 maiores e melhores empresas do País de acordo com a revista Exame, buscando um escopo de informações suficientemente abrangente para construir seu verdadeiro perfil. Em vez de nos limitarmos a rastrear e mapear as práticas que dizem adotar na condução dos negócios, analisamos aspectos do indivíduo, tais como crenças, valores e modo de agir no que tange a trabalho, carreira, família, participação na sociedade e visão de mundo. Para tanto, mesclamos questionários auto-aplicados e entrevistas pessoais; realizamos ampla análise da literatura técnica na área de negócios e da exposição desses executivos na mídia impressa.
















O alto preço que o sucesso lhes cobra foi o principal resultado: o sedentarismo apareceu no topo da lista dos efeitos mais nefastos de sua ascensão profissional sobre a vida pessoal (70% dos entrevistados o admitiram), seguido do adiamento dos projetos particulares (54%), outro grande motivo de frustração. Dificuldades de relacionamento familiar e comprometimento da saúde derivado de distúrbios do sono e instabilidade emocional também surgiram de modo expressivo.
















A declaração de um dos entrevistados sintetiza as expectativas desses CEOs: "Presidente tem a morte anunciada. Sabe que vai morrer, que o preço é alto e a pressão intensa. Em alguns casos, mesmo antes de começar, já sabe quando e como morrerá, resta só definir quanto receberá por isso". E o que está por trás do fenômeno? Apenas excesso de trabalho e de cobrança? Acredito que não." (continua)
































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Comentário:
















A Revista HSM Management, recém chegada às bancas, publicou um extraordinário artigo sob o título de "Cai o Pano" baseado em pesquisa realizada entre 2006 e 2007 pelos professores Mariá Giuliese e Léo Bruno, da Fundação Dom Cabral. É a própria professora Giuliese quem assina o texto publicado.


















É realmente imperdível. Principalmente para os executivos que estão absolutamente dedicados às suas carreiras (como eu fui em certa época) e também para aqueles mais jovens que ou estão na "linha de largada" ou já no meio da raia, disputando a corrida do pelo poder.

















O texto é longo, obviamente, pela complexidade do assunto, mas não dá para deixar de lado. Insisto para que não deixem de ler o artigo. Se não der para faze-lo de uma vez só, copie e vá lendo devagar, mas não perca a oportunidade.









Imprima, arquive, releia e envie para os amigos (e inimigos também, porque não?). É daqueles textos de cabeceira que vão proporcionar muitos "insigthts" e ajudar nas escolhas de quem pretende seguir a carreira do comando e da disputa pelo poder na selva das corporações. O texto integral do artigo está disponível clicando no link a seguir: Cai o Pano.
































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