||| 31 de março DE 2026 ||| 3ª feira ||| dia da integração nacional ||| "A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas." (Francis Bacon) |||

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O Dia da Integração Nacional é celebrado no Brasil em 31 de março e tem como principal objetivo refletir sobre a necessidade de reduzir as desigualdades sociais, econômicas e regionais no país. A data reforça a importância de promover um desenvolvimento mais equilibrado entre todas as regiões brasileiras. O que significa integração nacional? A integração nacional está ligada à criação de políticas públicas e estratégias que favoreçam o crescimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida em todo o território. Isso inclui investimentos em infraestrutura, geração de emprego, acesso à educação, saúde e incentivo às economias locais. Num país de dimensões continentais como o Brasil, marcado por grande diversidade cultural, climática e geográfica, garantir esse equilíbrio é um desafio constante. Historicamente, as regiões Sul e Sudeste concentraram maior desenvolvimento econômico, enquanto outras regiões enfrentam mais dificuldades estruturais. mapa do Brasil no centro e bonequinhos de papel em torno dele Por que essa data é importante? O Dia da Integração Nacional convida a sociedade a: refletir sobre as desigualdades existentes no país; acompanhar e cobrar políticas públicas mais justas e inclusivas; valorizar as potencialidades de todas as regiões brasileiras; incentivar ações que promovam desenvolvimento sustentável e equilibrado. Mais do que uma data simbólica, trata-se de um lembrete de que o crescimento do Brasil depende da participação conjunta de governos e cidadãos. Curiosidades e contexto histórico O Ministério da Integração Nacional foi criado em 1999, por meio da Medida Provisória nº 1.911-8, posteriormente convertida na Lei nº 10.683/2003. O órgão tem como missão promover o desenvolvimento regional e reduzir desigualdades, atuando em áreas como defesa civil, recursos hídricos e políticas de desenvolvimento. Ao longo dos anos, diversas iniciativas foram implementadas com foco na integração do país, como projetos de infraestrutura, programas de apoio a regiões semiáridas e ações voltadas para o fortalecimento das economias locais.


Hippolyte Léon Denizard Rivail (francês: Lyon, 3 de outubro de 1804 – Paris, 31 de março de 1869) foi um educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec (francês: notabilizou-se como o codificador do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec]


domingo, 17 de fevereiro de 2008

Pesquisa mostra que o governo pode administrar melhor gastos

- "A sociedade brasileira é a fa­vor da extinção da CPMF e pre­fere que o governo compense essa perda com a melhor admi­nistração dos seus gastos do que com o corte puro e simples.

A conclusão consta da pes­quisa Pulso Brasil, que é reali­zada mensalmente pela Fiesp /
Ciesp em parceria com o Ipsos Public Affairs, abrangendo mil entrevistas com pessoas físicas. A coleta foi feita entre os dias 23 e 30 de janeiro em 70 cida­des e 9 regiões metropolitanas. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

O objetivo da pesquisa foi avaliar a percepção do consu­midor brasileiro em relação ao fim da cobrança da CPMF. De acordo com o trabalho, 60% dos entrevistados disseram ser a favor da extinção da cobrança da CPMF, 22% foram contra e 17% não souberam ou não res­ponderam.

Por classe social, a favor da extinção, 72% são da classe AI B, 61% da C e 56% da D/E. Nes­ta última classe, 20% foram contra e 24% não souberam ou não responderam.

Sobre a adequação orçamen­tária do governo para compen­sar o fim da CPMF, 36% espe­ram que o governo corte gastos desde que não seja nas áreas de saúde, educação ou projetos so­ciais, 32% desejam que o gover­no controle seuS gastos, sem necessariamente cortá-Ios, au­mentando a eficiência e dimi­nuindo os desperdícios, 10% apóiam o corte de gastos, 20% consideram que o foco deve ser o combate à sonegação, 5% acham que se deve aumentar a
base de arrecadação e apenas 3% concordam com algum tipo de aumento de imposto.

O diretor do Departamento de Estudos e Pesquisas Econô­micos da Fiesp, Paulo Francini, chama a atenção para o fato de que são maiores as expectativas quanto à melhora do gasto pú­blico (78%) do que quanto ao aumento da arrecadação (38%), o que indica que a carga tributáriajá está muito elevada.

O impacto do fim da CPMF é sentido de maneira bastante di­ferente entre os consumidores: 21% acham que os preços cai­rão, 18% apostam no aumento darencla, 28% consideram irre­levante o acréscimo na renda e 33% não sabem responder.

A pesquisa também mostra que 64% dos entrevistados consideram que, para reduzir impostos, é importante que o governo administre melhor seus gastos, enquanto que para 36% o corte nos gastos é inevi­tável. Ao comparar a alternati­va de controle de gastos com a ampliação da base de arrecada­ção, a proporção é de 77% a 22% a favor do primeiro.
Avaliando a relação entre controle de gastos e redução da carga tributária, a pesquisa mostra que 62% dos entrevis­tados acham que a redução de impostos é que obriga o gover­no a controlar seus gastos. Para 38%, é o controle de gastos que leva à redução da carga tributá­ria.

"A pesquisa mostra que a po­sição defendida pela Fiesp de não aprovar a prorrogação da CPMF era correta", diz Paulo Francini."

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Esta é a transcrição integral do artigo que o jornalista Guilherme Barros (guilherme.barros@uol.com.br) escreveu na Folha de São Paulo de hoje (17 fev), para seção "Mercado Aberto", assinada por ele nesse jornal. Coloquei o artigo no blog para chamar a atenção sobre o que a sociedade acha sobre a forma como o governo está aplicando seus recurso. É uma demonstração de que a população cada vez mais ira cobrar a qualidade nos conceitos de gestão pública que estão sendo, cada vez mais, olvidados pelos executivos do governo (de todos os governos, diga-se de passagem). Veja com atenção a imagem que faz parte do artigo.

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