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||| 14 de abril DE 2026 ||| 3ª feira ||| Dia Mundial da Doença de Chagas ||| “Nenhum dever é mais importante do que a gratidão.” (Cícero) |||

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O Dia Mundial da Doença de Chagas é celebrado em 14 de abril para conscientizar sobre essa infecção parasitária negligenciada, que afeta milhões de pessoas, principalmente nas Américas. A data, instituída pela OMS em 2019 e celebrada desde 2020, marca o primeiro diagnóstico da doença em humanos feito por Carlos Chagas em 1909. Principais Aspectos do Dia e da Doença: Objetivo: Aumentar a visibilidade da "doença silenciosa", promover detecção precoce, diagnóstico e acesso equitativo ao tratamento. O que é: Infecção causada pelo parasita Trypanosoma cruzi, transmitido pelas fezes do inseto "barbeiro", alimentos contaminados, transfusão de sangue ou da mãe para o filho. A "Doença Silenciada": Afeta populações de baixa renda, com curso clínico lento e frequentemente assintomático, tornando o diagnóstico tardio comum. Dados: Estima-se que cerca de 6 a 7 milhões de pessoas estejam infectadas no mundo, com cerca de 12 mil mortes anuais. Prevenção: Foco na melhoria das habitações para evitar o barbeiro, controle de alimentos e acompanhamento médico. A data incentiva a ação contínua para eliminar a transmissão e cuidar dos infectados, reforçando que é um problema de saúde pública que exige atenção.


Friedrich Wilhelm Nietzsche (Röcken, 15 de outubro de 1844 – Weimar, 25 de agosto de 1900) foi um filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor alemão. Escreveu vários textos criticando a religião, a moral, a cultura contemporânea, a filosofia e a ciência, exibindo certa predileção por metáfora, ironia e aforismo. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Nietzsche]


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fuga de cérebros no Brasil cresce e preocupa.

H
http://www.capes.gov.br/components/com_fpslideshow/images/banner_cnpq_capes.jpgoje a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ) completa 60 anos (clique aqui). Sendo o organismo oficial que promove a distribuição e o financiamento de bolsas para mestrados e doutorados no Brasil achei importante colocar essa matéria do blog "O Filtro" da Revista Época que aborda um assunto do maior interesse para o mundo das corporações. Trata-se da evasão dos profissionais que estudam no exterior às expensas das bolsas financiadas pelo Governo Federal e que após encerrarem os estudos não retornam ao Brasil e no mais das vezes não cumprem os compromissos que assumiram para fazer jus às bolsas (leia a matéria).

É uma noticia preocupante porquanto os custos são altos e a expectativa é que haja retorno para o círculo científico brasileiro quando após o retorno desses "bolsistas" - item obrigatório para que recebam o financiamento - possam retribuir com os seus conhecimentos o benefício recebido à custa dos contribuintes brasileiros.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjq2Ne0AyMbE9WlObpB_eyCsT1X6LT89XEy9v5BiSguFLaIi7Mid8lgyJUnLSP8EnTJQqLPEZQqP5GjzjtZup_4HJY7PNooozMnP7NW0ptmU8IwDmPfuPBJ3ZTNTEZ1mhgf6m4N9nSl_C4/s1600/fuga_cerebro.jpgSem querer fazer um prejulgamento precipitado essa atitude cheira a calote e isso não fica bem para pessoas que são normalmente brilhantes em seus campos de atuação. Felizmente os "caloteiros" são minoria, mas fica a péssima impressão de que cientistas e pesquisadores sejam capazes de atitudes desse nível.
Outra coisa que me chamou a atenção no gráfico "mapa múndi das bolsas" (abaixo) é a concentração de bolsistas nos países da Europa e nos EUA. Não consigo fazer uma avaliação se isso é bom ou ruim. Apenas registro a estatística. À primeira vista não gosto. Não me parece uma boa estratégia por parte dos órgãos federais que distribuem as bolsas.

Cresce número de casos de “fuga de cérebros” no Brasil

Desde 2003 aumenta a quantidade de pessoas que estudam no exterior com bolsa de estudos do governo. Em abril, a presidente Dilma Rousseff anunciou um projeto para que 100 mil brasileiros possam receber financiamentos para concluir estudos no exterior. Com o aumento das bolsas, o país está vendo também um efeito colateral: a “fuga de cérebros”.
Segundo reportagem de ÉPOCA desta semana, o governo brasileiro move 110 processos contra brasileiros que receberam bolsa para estudar no exterior e não voltaram para o Brasil – para receber a bolsa, os órgãos de fomento à pesquisa, como o CNPq e a Capes, obrigam o estudante a retornar ao país após os estudos.
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Enviar alguém para estudar no exterior custa caro. O valor varia de acordo com o país, o curso e a duração do plano de estudos. Uma estimativa feita pela Capes para os próximos anos mostra uma média anual de gastos de cerca de R$ 40 mil para cada doutor forjado fora do país. É quase o dobro do custo da formação em território nacional. Para garantir que esse investimento volte para o Brasil, exigem-se duas coisas: que o pesquisador conclua seus estudos e que, logo depois do curso, retorne ao Brasil e permaneça no país por um tempo correspondente à bolsa. Se alguma das duas contrapartidas não é cumprida, abre-se um processo administrativo que geralmente envolve novas negociações com o bolsista.
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 http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,53141745,00.jpg
O problema é que essas medidas não estão surtindo efeito. Até hoje, nenhum bolsista devolveu o dinheiro para a Capes, apesar da agência de fomento estar em negociação com alguns pesquisadores. Segundo especialistas, a quantidade de bolsistas que burlam a regra e não retornam ao país não é “estatisticamente preocupante”: não chega a 2% de todos os pesquisadores que receberam para estudar fora. No entanto, a prática é condenável, já que essas bolsas são financiadas com dinheiro dos impostos pagos pela sociedade.
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