||| 14 de outubro DE 2026 ||| 4ª FEIRA ||| Campanhas de outubro em cores: 🌸 Rosa - Conscientização, prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero. 🍏 Verde - Combate e prevenção à sífilis e à sífilis congênita (transmitida de mãe para filho). 🟤 Marrom - Alerta sobre a saúde ocular e a prevenção de doenças que podem levar à cegueira (como a retinopatia diabética). 🔮 Roxo - Conscientização sobre a Síndrome de Rett, uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento neurológico. 🪙 Prata - Valorização do envelhecimento saudável e proteção aos direitos e à saúde da pessoa idosa. || # Reflexão: "Quem nunca cometeu um erro nunca tentou algo novo". – Albert Einstein. . |||

 

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Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802 – Paris, 22 de maio de 1885) foi um romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras clássicas de fama e renome mundial. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Victor_Hugo]

 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Intimidades, por Lya Luft (Revista Veja)






Trago ao cenário do blog mais um artigo de Lya Lutf. O título é sugestivo e bem ao estilo da excelente escritora brasileira e colunista da revista Veja. 

Não publico muito a coluna dela aqui nesse espaço. Alguns artigos estão fora da "linha editorial" do blog e outros abordam temas políticos ou são mais personalizados e específicos. Gostaria de reproduzi-los todos, mas prefiro manter o blog dentro das regras que eu mesmo estabeleci.

Está reproduzido abaixo, em forma de imagem, o artigo - Intimidades - publicado no ultimo número da revista. O tema apresentado por ela é oportuno e universalista.  Oportuno pelo momento em que vive a nossa sociedade quando compostura, decoro, pudor e recato parecem ter-se tornado meramente coisas do passado e fora de moda. Universalista porquanto o processo está instalado em muitos lugares do planeta onde a moderação dos costumes está sendo abandonada.

Não sou em absoluto um reacionário às novidades comportamentais da sociedade. A idade já me fez conhecer (quase) tudo que preciso para viver o ultimo terço (ou será um quarto?) da minha vida nesse plano. Já vi muitas mudanças de condutas e valores ao longo do tempo e não tenho veleidades de reagir às coisas que a maioria aceita simplesmente porque não gosto ou sou contrário. Meus filhos são jovens e este será o mundo deles e não mais o meu.

Todavia sou contrário aos exageros e não aceito as coisas  quando observo que a "barra está sendo forçada" para incutir e disseminar conceitos de minorias nas mentes das pessoas comuns. É sobre isso que Lya Luft trata em sua coluna e por concordar em gênero, número e grau com ela é que estou reproduzindo o seu texto. 

 Leiam um breve texto só para aguçar a curiosidade:
  • [...] "Tem-se falado sobre amamentar em público, coisa que sempre se fez quando necessário. Com discrição. Amamentar é natural, é belo, é saudável, mas, se tiver de ser em público, sempre há como proteger mãe e bebê, nesse ritual de intimidade: um lenço, um virar-se para outro lado. Não é preciso vociferar, expor-se raivosamente. Talvez a palavra seja: agressivamente. Amor, sexo, afeto maternal, alegria, felicidade, ate dor, tornam-se naturais se tratados como algo natural, não escrachado para chocar eventuais espectadores ( os que ainda se chocam com alguma coisa)." [...]
http://www.bymk.com.br/Midia/Images/logo_veja.gif

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