||| 02 de junho DE 2026 ||| 3ª feira ||| Campanhas e cores do mês: Junho Vermelho: incentivo à doação de sangue - Junho Laranja: Dedicada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce da anemia e da leucemia - Junho Violeta: Focada no combate e na conscientização contra a violência à pessoa idosa. ||| "Engolimos de uma vez a mentira que nos adula e bebemos gota a gota a verdade que nos amarga". (Denis Diderot) |||

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No mês de junho, destacam-se três principais campanhas nacionais de conscientização e saúde, cada uma representada por uma cor:Vermelho (Junho Vermelho): Campanha de incentivo à doação de sangue. O movimento visa manter os estoques dos hemocentros abastecidos, uma vez que as doações costumam cair durante o outono e o inverno devido ao aumento das infecções respiratórias. 14 de junho é o Dia Mundial do Doador de Sangue.Laranja (Junho Laranja): Campanha dedicada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce da anemia e da leucemia.Violeta (Junho Violeta): Focada no combate e na conscientização contra a violência à pessoa idosa.

pensamento dia

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Frase

Frase
Robert Louis Stevenson (Edimburgo, Escócia, 13 de novembro de 1850 – Vailima, Ilhas Samoa, 3 de dezembro de 1894), tendo nascido Robert Lewis Balfour Stevenson, foi um influente novelista, poeta e escritor de roteiros de viagem britânico, nascido na Escócia. Escreveu clássicos como A Ilha do Tesouro, O Médico e o Monstro, Raptado e As Aventuras de David Balfour. Considerado um dos mais importantes escritores britânicos do século XIX, está entre os autores mais traduzidos em todo o mundo. Foi, em vida, também um ativista político, crítico social e humanista. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson}

 

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Museu abre mostra sobre Hitler em Berlim (BBC)

F
iquei em duvida se colocaria esta noticia, que está no site da BBC, aqui no blog. Respeito muito o acordo tácito existente entre  todos os seres humanos civilizados para não publicar ou difundir nada que possa parecer exaltação ou propaganda relativa ao período mais negro e moralmente abominável da historia contemporânea que foi o de Adolf Hitler. 
Entretanto pelo que pude depreender essa mostra que o Museu Histórico Alemão está promovendo em Berlim não fere esse entendimento. É claro que muitas pessoas se sentirão constrangidas ou até protestarão ao saber que um museu está apresentando coisas do período nazifascista que a Europa viveu há (apenas) 65 anos. De certa forma eu também fiquei chocado, mas também acho que não podemos esconder a história. O povo alemão nos deu a demonstração disso com sua força e determinação ao sair de uma guerra e de uma derrota humilhantes, moral e militar, mas que conseguiu se transformar na nação que é hoje.
Assisti ao vídeo e pesquisei na internet sobre essa mostra e acho que ela é positiva para refletirmos sobre aqueles acontecimentos em que um povo inteiro entregou-se à idolatria de um líder que veio a revelar-se falso e vil, mas foi eleito com apoio popular e instalou-se no poder com o beneplácito da sociedade alemã e financiado pelos seus maiores empresários e industriais.
Vejam o vídeo e observem os símbolos e as apologias que os alemães daquela época tão conturbada da sua história aceitaram e consumiram alegremente.


Museu abre mostra sobre Hitler em Berlim

O Museu Histórico Alemão, em Berlim, abriu nesta sexta-feira a primeira exposição sobre o líder nazista Adolf Hitler desde a sua morte, em 1945.
Museus já dedicaram espaços ao Holocausto, ao trabalho escravo e a outros ângulos da Alemanha nazista, mas nunca se concentraram no homem que arquitetou tudo isso.
"A exibição de suásticas e de imagens de Hitler é proibida por lei, a não ser em um contexto científico. E esta não é uma exposição de propaganda", afirmou o diretor da instituição, Hans Ottomayer.
Algumas peças em exibição chegam a ser comoventes, como uma pintura amadora feita no verso de escrituras sagradas judaicas.
Mas a mostra divide opiniões. Hans Coppi, morador da capital alemã cujos pais morreram no Holocausto, afirmou à BBC que a exposição lhe traz sentimentos ruins.
Mesmo 65 anos depois de sua morte e tema de uma grande exposição, tratar do assunto Hitler na Alemanha ainda é traumático.


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