||| 20 de outubro DE 2026 ||| 2ª FEIRA ||| Dia INTERNACIONAL DE COMBATE AO BULLYING || # Reflexão: O melhor modo de encontrar a si mesmo é se perder servindo aos outros. --- Mahatma Gandhi . |||

 

Bem vindo

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O Dia Mundial de Combate ao Bullying assinala-se a 20 de outubro. A data é um alerta internacional para o problema do bullying com que muitos jovens vivem. Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), uma em cada três crianças do mundo, entre os 13 e os 15 anos, é vítima de bullying na escola regularmente. Consciencializar a população mundial para esta forma de violência, apoiar e incentivar as vítimas a denunciarem estas graves situações e encontrar formas de as prevenir, são os desafios colocados por esta data, visto que a luta contra o bullying não é uma tarefa de um dia, nem de um grupo de pessoas, mas sim de todos os dias do ano e de todas as pessoas. Nesta data são promovidas campanhas de prevenção e combate ao bullying, sobretudo nas escolas, e são revelados relatórios de estudo sobre este problema social. Bullying Em Portugal as vítimas de bullying podem recorrer à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) para obterem apoio. No site da APAV encontra-se informação útil e ajuda para este problema. A família é uma das estruturas mais importantes na prevenção e no combate à violência praticada contra crianças e jovens, assim como a escola. Por isso, os pais devem perguntar diariamente aos filhos sobre o dia na escola e perceber pelas respostas se os filhos permanecem tristes ou distantes, o que pode ser indicativo de problemas de bullying. Encoraje os filhos a expressarem o que sentem, a dizerem “não” quando estão desconfortáveis e a não reagirem com violência, para não gerir ainda mais violência.

pensamento dia

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Frase

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Steven Paul Jobs (São Francisco, 24 de fevereiro de 1955 – Palo Alto, 5 de outubro de 2011) foi um inventor, empresário e magnata norte-americano do setor da informática. Notabilizou-se como cofundador, presidente e diretor-executivo da Apple Inc. e por revolucionar seis indústrias: computadores pessoais, filmes de animação, música, telefones, tablets e publicações digitais. Além de sua ligação com a Apple, foi diretor-executivo da empresa de animação por computação gráfica Pixar, e acionista individual máximo da The Walt Disney Company. Morreu no dia 5 de outubro de 2011, aos 56 anos de idade, devido a um câncer pancreático. Currículo de Steve Jobs "Estou procurando um lugar que necessite de muitas reformas e consertos, mas que tenha fundações sólidas. Estou disposto a demolir paredes, construir pontes e acender fogueiras. Tenho uma grande experiência, um monte de energia, um pouco dessa coisa de ‘visão’ e não tenho medo de começar do zero". No final da década de 1970, Jobs, em parceria com Steve Wozniak e Mike Markkula, entre outros, desenvolveu e comercializou uma das primeiras linhas de computadores pessoais de sucesso, a série Apple II. No começo da década de 1980, ele estava entre os primeiros a perceber o potencial comercial da interface gráfica do usuário guiada pelo mouse, o que levou à criação do Macintosh.[https://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs]

 

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Lideres criam o futuro. (Canal RH)


91728343, SuperStock /SuperStock
         Já se aperceberam da quantidade de livros, artigos, vídeos, palestras e tudo que possa ser considerado mídia que se ocupa de descrever e definir as caracterizações de liderança? Alguém de bom senso poderá apreender tudo que existe a respeito e transformar em um só conjunto de conceitos? Não creio. 
         No entanto os cientistas e pesquisadores de nossos tempos permanecem, tanto quanto seus antepassados, debruçados sobre o enigma na busca incessante de ajustar os juizos que possam delimitar o que significa exercer liderança e ser um líder. No Google são 8.800.00 links que aparecem quando você coloca a palavra na busca.
         Particularmente, acho, que cada um de nós que, com mais ou menos curiosidade e interesse, busca as respostas tem seu próprio conceito. Vez por outra surge uma ideia para ser agregada ao corpo principal da concepção de liderança, mas de uma forma geral não existem grandes novidades. O artigo abaixo, publicado no Canal RH é um destes.
         O autor, Lucas Toyama, comentarista do Canal RH, conduz uma breve entrevista com o palestrante, pesquisador e escritor norteamericano Jim Selman abordando algumas ideias novas que ele defende para o exercicio da liderança nesses novos tempos. Leiam um dos trechos:
  • "A principal atribuição de um líder atualmente é ser um coach, é alguém que está comprometido em criar possibilidades para as pessoas. Ele deve observar o contexto e criar o futuro. E a liderança não é algo individual, afinal, ela não existe se não houver seguidores. Ele é muito mais que competências técnicas e tem que sempre pensar diferente." 
         Trouxe o artigo para o blog porque sei que o assunto desperta interesse em quem gosta de ler e estudar a respeito dos temas corporativos mais candentes e polemicos. Liderança, indubitavelmente, está entre os principais deste grupo. Portanto, mãos à obra, quero dizer, vamos à leitura!




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"Precisamos de mais compaixão, não de mais controle"
por Lucas Toyama
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Jim Selman, especialista em cultura organizacional


http://www.canalrh.com.br/bancorecursos/jimselman_mat.jpg              O técnico de futebol, quando é um bom líder, não entra em campo para descobrir quem vai vencer a partida. A vitória, para ele, é um fato consumado. A lógica é simples: ele criou esse futuro e de lá da frente pôde adotar estratégias para atingir seu objetivo no presente. A metáfora temporal-futebolística é de Jim Selman, autoridade no campo de transformação organizacional e de mudança cultural. No caso do treinador, o fato de ele criar o futuro não significa que ele vencerá sempre, mas que o porvir já está desenhado em sua cabeça e, nele, a vitória é um objetivo, não uma certeza.
              Segundo Selman, o grande papel das lideranças, hoje, é justamente criar o futuro, e não prevê-lo. Afinal, a previsão parte do pressuposto de que o pensamento está no aqui e no agora. Já a criação é uma espécie de vivência lá na frente, que ajuda no advento de técnicas e ferramentas, no presente, para chegar a esse futuro criado. Para tanto, a palavra de ordem é ousadia. “O líder não se adequa à realidade, ele a cria. Ele escreve um roteiro diferente, se acredita que o que está sendo seguido não é satisfatório”, diz. Ele é um agitador, um provocador.
              Além disso, o bom líder assume as responsabilidades de todo o processo em que está envolvido. E, aqui, a palavra “responsabilidade” está atrelada ao ato de “responder por” e não ao fato de achar um culpado, como a cultura organizacional geralmente faz. Esse grau de maturidade só é possível quando a liderança rearranja sua relação com o tempo. Isso significa acreditar que o futuro – e não o passado -- determina o presente. “Quando se olha para trás antes de vislumbrar o que está na frente, é bem provável que tenhamos mais do mesmo, afinal, o passado não escreve o futuro”, afirma Selman. “Nesse sentido, os líderes vêm do futuro e não vão em direção a ele”, complementa.
              A relação do líder com ele mesmo é outro fator que não pode ser ignorado. Autoconhecimento. Para Selman, as pessoas no geral, e as lideranças especificamente, precisam parar de agir conforme a maneira que elas pensam que são. “Se uma pessoa acredita que é tímida, dificilmente ela deixará de ser, pois ela crê nisso cegamente”, diz. “Mas será que ela é, de fato, tímida?”, indaga. Dar margem ao questionamento e abrir as portas para as possibilidades são tarefas importantes para uma reciclagem individual e a reinvenção de si mesmo. Muitos indivíduos torcem o nariz para essa postura porque corroborar aquilo que se acha que é pode ser uma saída mais confortável para se esconder atrás dessa desculpa e permanecer na inação.
              Em sua passagem pelo Brasil, onde lançou seu livro “Liderança” (Editora Pearson), Selman concedeu uma entrevista exclusiva ao CanalRh. Confira.
  • CanalRh: Os líderes estão comprometidos com o futuro?
  • Jim Selman: Acredito que eles estão começando a olhar para essa questão, porque o mundo está mudando. A velocidade das alterações está aumentando e isso faz com que eles sejam obrigados a criar o futuro. A consequência disso é que o conceito de liderança está cada vez mais ligado à inovação e ao aprendizado. Não está mais relacionado ao controle ou a ter todas as respostas.
  • CanalRh: E qual a principal atribuição do líder hoje?  
  • Selman: É ser um coach, é alguém que está comprometido em criar possibilidades para as pessoas. Ele deve observar o contexto e criar o futuro. E a liderança não é algo individual, afinal, ela não existe se não houver seguidores. Ele é muito mais que competências técnicas e tem que sempre pensar diferente.
  • CanalRh: O que é “pensar diferente”?  
  • Selman: Liderança é uma forma de ser, e está ligado à interpretação da realidade. O grande problema do mundo corporativo está ligado à idade da população. Nesse sentido, o desenvolvimento das lideranças é uma preocupação estratégica na maioria das empresas porque muita gente está se aposentando num curto período de tempo. O “pensar diferente” está ligado à maturidade, à transferência de expertise dos mais experientes para os jovens.
  •  CanalRh: Nessa relação não falta humildade aos jovens para absorver essa experiência?  
  • Selman: Os jovens, de fato, pensam que sabem, mesmo sem saber. Os mais experientes, no entanto, também sofrem de certa cegueira. É preciso que os dois lados entendam as diferenças de geração para que possam criar um futuro que funcione para todo mundo.
  •  CanalRh: Em tempos de downsizing e consequente acúmulo de tarefas, os líderes têm tempo suficiente para pensar diferente?  
  • Selman: Não há escolha. Um dos maiores erros é o conflito entre curto e longo prazos. Cada momento deve ser pensado nos dois termos. É preciso pensar em longo prazo e agir no curto. As mudanças estão tão rápidas que não há como ser diferente. Assim, o desafio não está em pensar, mas em parar de pensar e começar a agir. Sempre com um olhar humano. Precisamos de mais compaixão, não de mais controle.
  •  CanalRh: Qual o principal erro dos líderes?  
  • Selman: Acreditar que podem prever o futuro. Eles não podem. Esse controle não está com eles.
  •  CanalRh: Por que o senhor admira executivos brasileiros?  
  • Selman: Os latinoamericanos em geral e os brasileiros, particularmente, têm uma cultura que é mais sensível às pessoas e às relações se comparados com outras culturas no norte. Por aqui, a vida é mais do que fazer dinheiro e, por isso, é criado um ambiente em que há qualidade de vida e, por consequência, um bom nível de produtividade e resultados extraordinários. 
(Materia publicada na quarta-feira, 14 de outubro de 2009)

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