||| 12 de outubro DE 2026 ||| 2ª FEIRA ||| Dia de Nossa Srª Aparecida - Padroeira do Brasil # DIA NACIONAL DA CRIANÇA || # Reflexão: "Padroeira do Brasil, olhe pela nossa nação e nos proteja de todo o mal." -- o pENSADOR . |||

 

Bem vindo

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O Dia de Nossa Senhora Aparecida é comemorado em 12 de outubro e é feriado nacional no Brasil. A data homenageia a padroeira do país, uma das figuras mais veneradas pelos católicos brasileiros. A devoção teve origem em 1717, quando pescadores encontraram uma pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição no Rio Paraíba do Sul, em São Paulo. Desde então, a imagem tornou-se um importante símbolo de fé, esperança e devoção para milhões de brasileiros. Todos os anos, a celebração reúne fiéis de diferentes regiões do país, muitos dos quais visitam o Santuário Nacional de Aparecida para agradecer por graças alcançadas, fazer pedidos e participar de missas e romarias. A data também coincide com o Dia das Crianças no Brasil, tornando o dia 12 de outubro uma ocasião marcada tanto por celebrações religiosas quanto por atividades familiares. imagem em destaque de Nossa Senhora Aparecida História de Nossa Senhora Aparecida 1717 De acordo com a história, no ano de 1717, pescadores lançaram suas redes no Rio Paraíba do Sul. Os pescadores tinham como objetivo pescar peixes grandes para um jantar especial para o Conde de Assumar. Eles tentaram muito, mas não estavam conseguindo pescar nada. Quando já estavam quase desistindo, um pescador chamado João Alves apanhou uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, primeiro o corpo e depois a cabeça, e enrolou-a em um manto. Em seguida, as suas redes que até então vinham vazias, abundavam em peixes. 1734 Dezessete anos depois do achado, foi construída a primeira capela, que rapidamente se tornou um ponto de peregrinação para os viajantes. 1868 Em 1868, a Princesa Isabel ofertou um manto azul e uma coroa cravejada de diamantes à imagem. 1930 Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi proclamada Rainha do Brasil e sua Padroeira Oficial em 16 de julho de 1930, por decreto do Papa Pio. 1980 Em 1980, 50 anos depois, o dia 12 de outubro foi decretado feriado oficial no país. Santuário de Nossa Senhora Aparecida Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, em Aparecida-SP Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, em Aparecida-SP Devido à importância que Nossa Senhora Aparecida tem no país, a pedra fundamental para um novo templo dedicado a Ela foi lançada em 1946, mas as obras do atual Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida (em Aparecida-SP) começaram efetivamente em 11 de novembro de 1955. O Papa João Paulo II, em visita ao Brasil em 1980, consagrou a igreja como basílica e Santuário Nacional. Assim, o templo é considerado o maior santuário dedicado à Virgem Maria em todo o mundo. Por sua vez, em novembro de 2016, o Papa Francisco atendeu a um pedido da comunidade católica e decretou a elevação da basílica à dignidade de catedral da Arquidiocese de Aparecida. Todos os anos, milhões de romeiros se dirigem ao santuário. Muitos vão para pagar promessas, já que são atribuídos diversos milagres à santa. Origem do Dia de Nossa Senhora Aparecida O Dia de Nossa Senhora Aparecida foi oficialmente instituído a partir da Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980. O dia 12 de outubro foi escolhido para o feriado, pois a data já abrigava outros fatos importantes. Uma dessas datas foi a chegada de Cristóvão Colombo às Américas, em 12 de outubro de 1492. Além dela, em 12 de outubro de 1822, após a independência do Brasil, a nação ganhou seu primeiro imperador, Dom Pedro I. Oração a Nossa Senhora Aparecida Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida, Mãe de Deus, Rainha dos Anjos, Advogada dos pecadores, Refúgio e consolação dos aflitos e atribulados, Virgem Santíssima, cheia de poder e de bondade, lançai sobre nós um olhar favorável, para que sejamos socorridos por vós em todas as necessidades em que nos acharmos. Lembrai-vos, ó clementíssima Mãe Aparecida, que nunca se ouviu dizer, que algum daqueles que têm a vós recorrido, invocado vosso santíssimo nome e implorado a vossa singular proteção, fosse por vós abandonado. Animados com esta confiança, a vós recorremos, tomamos-vos para sempre por nossa Mãe, nossa protetora, consolação e guia, esperança e luz na hora da morte. Livrai-nos de tudo o que possa ofender-vos e ao vosso Santíssimo Filho, Jesus. Preservai-nos de todos os perigos, da alma e do corpo, dirigi-nos em todos os assuntos espirituais e temporais, livrai-nos da tentação do demônio, para que, trilhando o caminho da virtude, possamos um dia ver-vos e amar-vos, na eterna glória, por todos os séculos dos séculos. Amém!

O Dia das Crianças é comemorado anualmente em 12 de outubro no Brasil. A data celebra a infância e convida famílias e sociedade a refletirem sobre a importância de garantir às crianças amor, proteção, educação, saúde, brincadeiras e oportunidades para se desenvolverem plenamente. Além de ser uma ocasião tradicional para presentear os pequenos e organizar atividades divertidas, o dia também reforça que toda criança tem direito a crescer com dignidade, segurança, respeito e acesso a uma infância feliz. O Dia das Crianças coincide com o Dia de Nossa Senhora de Aparecida, que é feriado no país. Origem do Dia das Crianças no Brasil A ideia de criar uma data dedicada às crianças foi proposta pelo deputado federal Galdino do Valle Filho. A iniciativa ganhou força após o Brasil sediar, em 1923, o III Congresso Sul-Americano da Criança, no Rio de Janeiro, evento que reuniu representantes interessados em discutir questões relacionadas à infância. Em 5 de novembro de 1924, o então presidente Arthur Bernardes oficializou o dia 12 de outubro como Dia das Crianças por meio do Decreto nº 4.867. Como a data se popularizou? Embora tenha sido oficializada em 1924, a comemoração só ganhou grande popularidade décadas depois. Em 1960, a fabricante de brinquedos Estrela realizou uma campanha promocional em parceria com a Johnson & Johnson, conhecida como “Semana do Bebê Robusto”. A iniciativa ajudou a impulsionar as vendas de produtos infantis e contribuiu para tornar a data uma ocasião tradicional para presentear as crianças. Com o tempo, outras empresas também passaram a investir em campanhas voltadas ao público infantil, e o costume de oferecer brinquedos e presentes em 12 de outubro se consolidou no país. Por que o Dia das Crianças é importante? A data vai muito além dos presentes. Ela também é uma oportunidade para lembrar que a infância é uma fase essencial do desenvolvimento humano e que as crianças precisam de condições adequadas para aprender, brincar, explorar o mundo e construir relações saudáveis. No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece direitos fundamentais relacionados à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao lazer, à dignidade e à convivência familiar e comunitária. Por isso, celebrar o Dia das Crianças também significa refletir sobre a importância de protegê-las contra a violência, a negligência, a exploração e todas as formas de discriminação. crianças felizes deitadas no chão em roda com serpentinas caindo Dia das Crianças no mundo Embora o Brasil comemore o Dia das Crianças em 12 de outubro, não existe uma única data adotada por todos os países. A Organização das Nações Unidas (ONU) promove o Dia Mundial da Criança em 20 de novembro. A data recorda dois marcos importantes: a aprovação da Declaração dos Direitos da Criança, em 1959, e a adoção da Convenção sobre os Direitos da Criança, em 1989. Em Portugal, por exemplo, o Dia Mundial da Criança é comemorado em 1º de junho. Essas diferentes datas mostram que a celebração da infância pode assumir formas variadas, mas compartilha um objetivo comum: valorizar as crianças e defender seus direitos. Os direitos das crianças A Declaração dos Direitos da Criança, aprovada pela ONU em 1959, estabeleceu princípios importantes para a proteção da infância. Entre eles estão o direito à educação, à saúde, à proteção contra a discriminação e à convivência em condições que favoreçam o desenvolvimento. Já a Convenção sobre os Direitos da Criança, adotada em 1989, ampliou esse compromisso internacional e reconheceu as crianças como titulares de direitos. No Brasil, o ECA considera criança a pessoa com menos de 12 anos de idade e adolescente aquela entre 12 e 18 anos. A legislação prevê proteção integral e estabelece responsabilidades para a família, a sociedade e o poder público. O brincar é coisa séria! Brincar é uma das atividades mais importantes da infância. Por meio das brincadeiras, as crianças exploram o ambiente, desenvolvem a criatividade, aprendem a conviver e experimentam diferentes formas de resolver problemas. Jogos, atividades artísticas, brincadeiras ao ar livre e momentos de imaginação também podem contribuir para o desenvolvimento da linguagem, da coordenação motora e das habilidades sociais. Por isso, o Dia das Crianças é uma boa oportunidade para reservar tempo para brincar junto, deixando um pouco de lado a correria cotidiana.

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sábado, 17 de outubro de 2009

Capital Psicologico das Corporações. Leia sobre ele.

http://www.deolhonamidia.org.br/images/ultimas_not.gif
Não é dificil entender o quer dizer "capital psicologico das empresas". A enrascada é quando se procura definir o conceito. Todavia a Dra. Cristina Simon do tradicional e respeitado IE - Instituto de Empresas descreve com clareza, na matéria que reproduzo abaixo, esta nova abordagem do conhecimento humano voltado para as atividades corporativas.
        Considerei o artigo da Wharton.Universia (clique no logotipo abaixo) esclarecedor e principalmente inovador quando procura passar para os leitores a importância de se tratar os problemas das empresas levando-se em conta os estados psicologicos de seus empregados.
        Para quem procura estar atualizado com os pontos cardeais do mundo corporativo recomendo que leia o artigo e vá além procurando pesquisar a respeito do que seja e como deve ser entendido esta idéia de "Capital Psicologico". Na internet existe muito material a respeito e pretendo publicar alguns aqui na Oficina.
        O tema é fascinante e está muito proximo ao estilo que sempre desenvolvi em meu processo pessoal de gerencia. Sempre apostei nos aspectos comportamentais dos meus times para atingir as minhas metas e objetivos nas organizações em que trabalhei. E continuo operando nesta faixa gerencial. 
        Neste aspecto não faço nenhuma recomendação aos leitores. Tudo depende da visão pessoal e dos valores primordiais que cada um tem do mundo à sua volta. Alguns acreditam mais nos recursos objetivos das corporações, outros preferem investir nos bens intelectuais das pessoais e por ai vai... Eu prefiro investir nos angulos psicologicos e comportamentais. 
        Por esta razão considerei o artigo da Wharton.Universia muito apropriado para ser colocado aqui. Vai abaixo um breve texto para servir de motivação aos que ainda estão na duvida de iniciar a leitura:

  • [...] "O capital psicológico, como o próprio nome indica, leva em conta fatores próprios da pessoa, o que num contexto de crise a ajudam a superar momentos complicados de forma mais satisfatória. Seja como for, já comentei aqui que o capital psicológico pode ser desenvolvido. Isto significa que a empresa pode levar as pessoas a encarar as situações de crise com maior dose de otimismo realista, ou com atitudes mais flexíveis e de maior resistência à frustração e à depressão." [...]
  • [...] "Essa mudança de enfoque pode ter consequências importantes para a gestão corporativa, e se aplica a situações vivenciadas no dia-a-dia, como as decisões de promoção de profissionais de perfis tecnicamente muito brilhantes, porém pouco motivados para as tarefas que cabem a um gestor realizar. " [...]
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Conceito de capital psicológico ganha espaço nas empresas


http://www.wharton.universia.net/images/archive//Cristina_Simon_150.jpg 
Na hora de planejar os recursos humanos da empresa, costuma-se pensa no número de funcionários e em sua capacitação, mas apenas do ponto de vista quantitativo. Quantas pessoas trabalham na empresa? Quantos têm ensino superior? Cristina Simón, sub-reitora de psicologia da Universidade Instituto de Empresa (IE), chama a atenção para a importância do capital psicológico nas empresas, da necessidade de se levar em conta e de valorizar a personalidade dos empregados como um ativo a mais da companhia. Em entrevista concedida a Universia Knowledge@Wharton, Simón explica de que maneira é possível fazer com que o conjunto de recursos humanos disponíveis produzam resultados melhores por meio do capital psicológico da empresa. 

Universia Knowledge@Wharton: O que é o capital psicológico?
Cristina Simón: Entende-se por capital o conjunto de bens utilizados para o crescimento e o progresso. Da mesma forma que já se definiu o capital financeiro (“o que a pessoa tem”), o capital intelectual (“o que a pessoa sabe fazer”) e o capital social (“com quem a pessoa se relaciona”), entende-se por capital psicológico o “jeito de ser da pessoa”, isto é, o conjunto de características positivas da personalidade que empregamos em nossa vida profissional. Colocadas a serviço do ambiente de trabalho, essas características podem fazer diferença nos resultados obtidos. O que temos em mente, de modo especial, é a vontade (motivação voltada para o cumprimento de um objetivo), otimismo realista (confiança na resolução positiva de acontecimentos futuros), resiliência (capacidade de enfrentar regularmente condições adversas ou arriscadas) e autoconfiança (ou confiança na capacidade própria para atingir as metas propostas).
É importante frisar que esses quatro fatores podem ser aprendidos por qualquer pessoa e, portanto, podem ser incorporados aos programas de formação e de desenvolvimento das empresas.  

UK@W.: De que maneira o capital psicológico afeta o mundo corporativo?
C.S.: Os estudos realizados até o momento mostram a existência de uma relação entre o nível do capital psicológico de um profissional e sua performance na empresa. É evidente que as pessoas dotadas de grande dose de resiliência e de otimismo realista, sobretudo nos dias de hoje, estão mais preparadas para enfrentar momentos de incertezas e de circunstâncias adversas. A Faculdade de Psicologia do IE iniciou um estudo com ex-alunos sobre a relação entre seu capital social e o sucesso alcançado em sua carreira de administração.
De igual modo, a combinação de traços como vontade e autoconfiança aumentam a tenacidade de quem busca a consecução dos seus objetivos. Além disso, os indivíduos dotados desses traços tendem a trabalhar com planos de negócios de longo prazo, o que é fundamental para a sustentabilidade, uma das grandes aspirações das empresa atualmente. 

UK@W.: Com relação à vontade, ao otimismo, resiliência e autoconfiança, qual o peso de cada uma dessas características em um líder? Qual a mais importante? 
C.S.: Conforme eu dizia anteriormente, o capital psicológico é um modelo muito recente, portanto não temos ainda condições de aferir com a precisão desejada a contribuição de cada um dos seus componentes, tampouco qual seria seu nível de equilíbrio ideal. Já há ferramentas para aferição do capital psicológico, e nesse sentido vale a pena destacar o trabalho de Fred Luthans no Instituto de Liderança da Universidade de Nebraska, em Lincoln. Ele é o pai desse conceito, que surgiu como resultado da aplicação dos princípios básicos do que se conhece como psicologia positiva — que se ocupa do estudo do comportamento humano do ponto de vista dos seus pontos fortes e de seus fatores positivos — ao mundo do trabalho e das empresas.
Dada a possibilidade que têm os líderes de dar exemplos de atitudes e de comportamentos a suas equipes, o desenvolvimento dessas capacidades pode levar a uma melhora generalizada do capital psicológico da empresa toda. 

UK@W.: Do ponto de vista dos empregados, de que maneira esses perfis psicológicos se complementam?
C.S.: A exemplo do que acontece com outros tipos de competências, a combinação desses traços em diferentes pessoas unidas em torno de um objetivo comum pode levar a equipe a um desempenho de elevada eficácia, preservando ao mesmo tempo níveis de interação social excelentes. O capital psicológico poderá ter um efeito multiplicador sempre que diversas pessoas trabalham em conjunto.
Um aspecto especialmente importante desse tipo de capital é que ele eleva os padrões de bem-estar pessoal, o que sem dúvida resulta em índices de satisfação mais apurados no trabalho e em ambientes mais satisfatórios para os empregados. 

UK@W.: Em tempos de crise, em que há cortes no quadro de pessoal e paira sempre a ameaça constante do desemprego, de que maneira é possível cultivar aspectos como a vontade, o otimismo, a resiliência e a autoconfiança? O que a empresa pode fazer para não queimar psicologicamente seus funcionários?
http://www.sabbatini.com/renato/VejaExcessoInformacao_arquivos/comportamento1.jpgC.S.: O capital psicológico, como o próprio nome indica, leva em conta fatores próprios da pessoa, o que num contexto de crise a ajudam a superar momentos complicados de forma mais satisfatória. Seja como for, já comentei aqui que o capital psicológico pode ser desenvolvido. Isto significa que a empresa pode levar as pessoas a encarar as situações de crise com maior dose de otimismo realista, ou com atitudes mais flexíveis e de maior resistência à frustração e à depressão. Nesse sentido, a Gallup desenvolveu sua “prática baseada em pontos fortes” (strength-based practice) e a está implantando com sucesso nas empresas. De modo geral, essas práticas fornecem evidências sobre a importância de construir a empresa com base nos pontos fortes de seus funcionários, em vez de tentar “ajustar” o seu perfil ao exigido pela companhia. Essa mudança de enfoque pode ter consequências importantes para a gestão corporativa, e se aplica a situações vivenciadas no dia-a-dia, como as decisões de promoção de profissionais de perfis tecnicamente muito brilhantes, porém pouco motivados para as tarefas que cabem a um gestor realizar. Disso resulta um afastamento do funcionário de seus pontos fortes, sendo atribuídos a ele trabalhos nos quais se sente pouco confortável e capacitado, o que repercute nas equipes e no ambiente de trabalho de modo geral. 

UK@W.: O que o empregado pode fazer em relação à situação atual do emprego?
C.S.: Muitos se angustiam porque se sentem indefesos, o que coloca em perigo as circunstâncias básicas de sua vida, como a preservação do status familiar, a estabilidade de suas condições financeiras etc. Essa percepção de fragilidade vivenciada dia após dia num contexto de incertezas se traduz em transtornos psicológicos graves para boa parte dos trabalhadores. O conselho de psicólogos espanhóis diz que a frequência das consultas sobre esse tipo de assunto teve uma alta de 15% nos últimos meses.
As características do capital psicológico já mencionadas, sobretudo a resiliência e o otimismo realista, podem ajudar a melhorar a percepção da crise econômica. De modo especial, a adoção de uma visão otimista das circunstâncias — não me refiro aqui a uma ilusão “tola” cor-de-rosa — pode ajudar a melhorar a situação pessoal a longo prazo. A forma como percebemos o mundo e o nosso entorno é parte fundamental do processo de tomada de decisões com base no qual construímos nosso futuro no dia-a-dia. A ideia popular do copo “meio cheio ou meio vazio” é um bom exemplo disso. Conscientes de que temos apenas meio copo disponível — um dado objetivo —, a ideia de que devemos seguir adiante para construir e desfrutar a outra metade é fundamental para orientar nossas decisões cotidianas pelo caminho certo, tanto no âmbito pessoal quanto no do trabalho. 

UK@W.: Os departamentos de Recursos Humanos levam em conta o capital psicológico? Que tipo de medidas estão sendo postas em prática?
C.S.: Creio que ainda é cedo para falar em implantação de práticas que levem em conta o capital psicológico. O conceito deverá se estender pela empresa através dos programas de formação e de desenvolvimento (sem dúvida impulsionados pelas práticas de coaching).
Embora o modelo seja ainda bastante recente e, portanto, passível de resultados genéricos, é bastante provável que o conceito de capital psicológico substitua a inteligência emocional como ferramenta de desenvolvimento de gestores e empregados, uma vez que desempenha o duplo papel de produzir melhores resultados e, o que vem se tornando cada vez mais importante, o de criar ambientes de trabalho mais sadios. 

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2 comentários:

  1. Olá Herbert!
    Obrigado pelos préstimos e sábias palavras deixadas em meu blog. Pode ter certeza que não serei um seguidor passivo. Estarei sempre acompanhando seus posts, que por sinal, são muito interessantes. É um grande prazer poder compartilhar meu blog com pessoas como você.
    Até breve...

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  2. Caro Julio,

    Será um prazer ter você navegando pela Oficina. Pode estar certo que farei o mesmo no seu "Julius Administrator".
    Meu "feeling" diz que você terá um blog muito bem frequentado pelo que já pude perceber nos seus primeiros movimentos. O importante você tem. Gosta das coisas do mundo corporativo e de divulga-las.
    Grande abraço e sucesso.

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Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Incentivo ao debate, à informação, à diversidade de opiniões. Obrigado.