29 DE NOVEMBRO DE 2025 ||| sábado ||| Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino. ||| "A fé e a esperança nos fazem ver o invisível , crer no incrível e receber o impossível"(Pensador) |||

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O Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino é comemorado anualmente em 29 de novembro. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1977 e tem um significado histórico importante para a questão palestina. A escolha do dia 29 de novembro remonta a 1947, quando a Assembleia Geral da ONU aprovou a Resolução 181 (II), que ficou conhecida como a Resolução da Partilha. Esta resolução recomendava a divisão da Palestina, que estava sob Mandato Britânico na época, em Estados árabes e judeus independentes, com um regime internacional especial para a cidade de Jerusalém. O dia tem como objetivo chamar a atenção da comunidade internacional para o fato de que a questão da Palestina permanece sem solução, e que o povo palestino ainda não conseguiu exercer seus direitos inalienáveis, incluindo o direito à autodeterminação e à independência. Em todo o mundo, eventos e atividades são realizados para marcar a data e expressar solidariedade com o povo palestino.


Clarice Lispector, nascida Chaya Pinkhasivna Lispector OMC (Chechelnyk, 10 de dezembro de 1920 – Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977), foi uma escritora e jornalista de origem russo-judaica (asquenazita). Radicada no Brasil desde a primeira infância, naturalizou-se brasileira em 1943. Autora de romances, contos e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX. Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano. Quanto às suas identidades nacional e regional, declarava-se brasileira e pernambucana. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Clarice_Lispector)

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sábado, 29 de agosto de 2009

Como está sua "Arte de Escrever" ?

Leia dicas para utilizar o português corretamente e evitar mal entendidos e danos à imagem nas mensagens corporativas
(Liuca Yonaha)
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O e-mail facilitou a comunicação nas empresas, mas trouxe uma tarefa extra para os departamentos de recursos humanos: aperfeiçoar o português dos funcionários. Mensagens mal escritas podem provocar desentendimentos e até mesmo prejudicar a imagem das companhias no mercado.
"Antigamente, havia uma secretária de departamento responsável pelos comunicados, memorandos, que revisava todo o material escrito. Hoje qualquer um escreve e-mail para toda a empresa e para fornecedores e clientes”, afirma Lígia Crispino, sócia-diretora da Companhia de Idiomas. Segundo ela, apesar de necessários, é comum haver resistência dos funcionários para esses cursos. A maioria das pessoas não reconhece os erros no uso do idioma.
Responsável pela área de Recursos Humanos da Comexport, empresa de comércio exterior, Katia Zuffo afirma que é mesmo difícil convencer os trabalhadores da necessidade de melhorias no português. "Alguns ficam bastante incomodados. Eles pensam: 'vocês estão querendo dizer que não sei falar direito minha própria língua?'", diz Katia.
Neste ano, a reforma ortográfica se tornou uma boa desculpa para a empresa propor treinamentos e melhorar o português dos funcionários. "Com a reforma ortográfica, todo mundo se sente confortável para aprender", afirma Katia.
Na multinacional Maersk, do ramo de transportes, o treinamento sobre as novas regras de português foi um sucesso. "O curso foi muito aceito. Mandamos um e-mail abrindo as vagas e, em um minuto, a turma estava fechada, com 40 pessoas", diz Mayra Fernanda Souza, analista de treinamento e desenvolvimento da companhia.
Nas aulas sobre as mudanças na ortografia, as empresas tentam dar outras dicas sobre como utilizar o português corretamente, como em relação à concordância verbal. "É comum as pessoas errarem isso, principalmente quando o sujeito está distante do verbo", diz Lígia Crispino, da Companhia de Idiomas. Quando há inversão entre sujeito e predicado, também é mais fácil escorregar na concordância. "Por exemplo, falar 'Aconteceu vários problemas', quando o correto é 'Aconteceram vários problemas'", afirma Lígia.
Não basta acertar as regras de gramática e a ortografia para se comunicar bem na empresa. É necessário argumentar com clareza e conseguir convencer o chefe ou o cliente. "Você tem de ser poliglota dentro da língua portuguesa", diz Laila Vanetti, diretora da Scritta Cursos e Consultoria. A forma de escrever deve variar em cada ocasião. "Falar com um fornecedor com quem você trabalha há 20 anos e escrever 'Ilustríssimo senhor' está errado", afirma Laila. Outra dica é revisar tudo que for escrito. E não só uma vez.
E, por fim, se cometer algum erro, não tenha vergonha de se corrigir ou ser corrigido. Leia abaixo um quadro com os deslizes mais comuns:
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