22 de dez de 2012

Você é uma pessoa de atitude? Leia e descubra.


H
ouve tempos (bons tempos...) na minha vida em que estive muito ligado aos esportes amadores. Basquetebol principalmente. Nessa convivência com jovens atletas - fui árbitro, dirigente e pai de atleta - aprendi de forma prática a diferença fundamental entre o que seja compreendido como atitude e o que é percebido como comportamento comum. 

Mesmo com o volume de estudos e pesquisas existente ainda assim atitude é um conceito subjetivo, imaterial e intangível; mas é perceptível. Exatamente por conta dessa percepção as corporações estão investindo cada  vez mais para encontrar e valorizar entre os seus quadros de colaboradores aqueles empregados nos quais sejam inferidos e captados os sinais de que são "portadores de atitude". É isso mesmo! Eles estão sendo  "caçados" pelos departamentos de RH
A propósito leiam com atenção o que dizem - no  artigo do  Canal RH abaixo – três gerentes de recursos humanos de grandes corporações:
  • [...] "Um profissional com atitude não espera receber ordens para agir. “Ele traz consigo o sentimento de dono do negócio”, afirma Carina Budin, sócia-gerente da filial de Campinas (SP) da Asap, consultoria de recrutamento e seleção de executivos. Quem tem atitude se destaca por se envolver na tomada de decisão da empresa, indo além da sua função. “Esse tipo de perfil é fundamental para o desenvolvimento da companhia, desde que, também, respeite os limites, não passando por cima de superiores e deixando claros os objetivos de suas ações”, afirma." [...]
  • [...] "Disputado pelo mercado, o profissional com atitude também é valorizado pela dedicação à empresa, como comenta Carolina Côrrea, gerente de Mercado da consultoria LAB SSJ. E, para ela, ter atitude no ambiente de trabalho está relacionado à maturidade, o que, por sua vez, não tem obrigatoriamente ligação com idade. “No ambiente corporativo, temos hoje técnicas eficientes de aceleração da maturidade que podem promover uma mudança de comportamento e de atitude”, ressalta. A especialista garante, portanto, que é possível, sim, ensinar alguém a ter atitude. “Cabe ao RH adotar ações para isso”, diz. [...]
  • [...] "As empresas têm optado por monitorar os talentos e verificar os seus eventuais potenciais. A Souza Cruz faz um mapeamento das competências dos mais de 1.100 funcionários e a atitude é considerada como fator positivo em eventuais promoções. “Um profissional com esse perfil consegue identificar vantagens competitivas dentro de sua área e é o que esperamos de todos na empresa”, afirma Renata Faria, gerente corporativa de Recursos Humanos. Para verificar se o colaborador tem ou não atitude, a empresa realiza duas ações. Uma vez por ano é feito um processo de avaliação de competências - os gestores sentam com os subordinados e os avaliam, indicando onde e como melhorar. [...]
Tudo isso é verdade. Quem está ligado sabe... nada melhor  e mais valioso do que se trabalhar com pessoas que operam em frequências cujas condutas transpiram  ação, desejo, determinação, disposição e posicionamento. Tudo isso e mais faz parte de um personagem com atitude.
Vamos voltar um pouquinho aos esportes? Digo que lá  é mais fácil perceber essas pessoas (atletas) apontadas como “de atitude”. Nos treinos são eles que estão sempre com a mesma aplicação dos jogos e nos jogos são os mais dedicados, aqueles que "chamam" a responsabilidade da liderança para si (do tipo que bate o pênalti para decidir uma partida...) ou que se arriscam mais em jogadas difíceis (uma bola de três pontos no final do jogo decisivo...) ou a cortada vencedora na decisão de uma partida de voleibol. São eles, os de atitude, quem incendeiam os demais companheiros de time e provocam as grandes emoções nas torcidas.
No mundo corporativo não é tão fácil assim saber quem são estes personagens. É preciso um pouco mais de convivência, mas certamente eles estão lá no meio do grupo. São os que não fogem do serviço por maior e mais complicado que seja; assumem as missões de responsabilidade que ninguém quer com medo de fracassar ou estão sempre a postos para defender a bandeira da corporação, do grupo ou sacrificar fins de semana e feriados para completar as missões e entregar os resultados nos prazos comprometidos.
Com certeza qualquer um de nós que já temos algumas "horas de voo" nos céus dos mundos corporativos conhecemos muitos desses indivíduos. Não são, normalmente, pessoas fáceis de administrar e conhecem o seu valor na corporação, mas valem o investimento feito para descobri-los, dar-lhes as oportunidades e confiar neles.
Nas empresas eles são algumas vezes celebridades ou protagonistas, outras vezes apenas auxiliares secundários e em outras mais, apenas figurantes. Não importa. Ter atitude não depende de outros fatores que não sejam aqueles inerentes à própria pessoa humana.
Um time composto de indivíduos assim terá sempre a marca do sucesso, da inovação e do êxito. Um time vencedor. Querem um bom exemplo? O time do Corinthians agora em Yokohama quando conquistou o título de Campeão Mundial de Clubes de Futebol.
Comportar-se com atitude, foco e intensidade de entrega foi o fator decisivo para que o clube de São Paulo e do Brasil conseguisse superar seu oponente, o Chelsea da Inglaterra, que ao contrário dele foi um grupo sem atitude vencedora apesar de ser considerado tecnicamente superior ao Corinthians.
É isso ai! Atitude vence jogos e alavanca carreiras; aumenta vendas e eleva o faturamento. Promove o crescimento das empresas. Nas instituições de governo são eles, os funcionários de atitude que cumprem as metas, executam as obras e orçamentos e mantem vivo o espírito de corpo que valoriza a Administração Pública.
O artigo abaixo que ilustra meu comentário versa sobre esse tema tão apaixonante para quem estuda e curte conversar sobre assuntos corporativos. Recomendo sua leitura. E por favor, lembrem-se, cultivem o comportamento de ter e assumir atitude. Não é dom e nem é característica de nascença. Pode ser aprendido e desenvolvido, como irão ler abaixo.

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Atitude: qualidade que faz a diferença

por Fabiano Lopes

Juliana Justi-Talent Manager da BASF
Tão apreciado na terra da rainha, o “CHA” para o setor de RH tem significado que em nada se relaciona com a famosa bebida inglesa. O anagrama se refere a Conhecimento, Habilidade e Atitude. Três características, que, se bem desenvolvidas, transformam o profissional detentor delas em funcionário dos sonhos de dez a cada dez empresas. Das qualidades do CHA, a atitude é a única que está ligada intrinsecamente à personalidade do profissional e, segundo especialistas, a mais difícil de ser “ensinada” e a de maior complexidade de ser definida.

Um profissional com atitude não espera receber ordens para agir. “Ele traz consigo o sentimento de dono do negócio”, afirma Carina Budin, sócia-gerente da filial de Campinas (SP) da Asap, consultoria de recrutamento e seleção de executivos. Quem tem atitude se destaca por se envolver na tomada de decisão da empresa, indo além da sua função. “Esse tipo de perfil é fundamental para o desenvolvimento da companhia, desde que, também, respeite os limites, não passando por cima de superiores e deixando claros os objetivos de suas ações”, afirma.

Disputado pelo mercado, o profissional com atitude também é valorizado pela dedicação à empresa, como comenta Carolina Côrrea, gerente de Mercado da consultoria LAB SSJ. E, para ela, ter atitude no ambiente de trabalho está relacionado à maturidade, o que, por sua vez, não tem obrigatoriamente ligação com idade. “No ambiente corporativo, temos hoje técnicas eficientes de aceleração da maturidade que podem promover uma mudança de comportamento e de atitude”, ressalta. A especialista garante, portanto, que é possível, sim, ensinar alguém a ter atitude. “Cabe ao RH adotar ações para isso”, diz.

As empresas têm optado por monitorar os talentos e verificar os seus eventuais potenciais. A Souza Cruz faz um mapeamento das competências dos mais de 1.100 funcionários e a atitude é considerada como fator positivo em eventuais promoções. “Um profissional com esse perfil consegue identificar vantagens competitivas dentro de sua área e é o que esperamos de todos na empresa”, afirma Renata Faria, gerente corporativa de Recursos Humanos. Para verificar se o colaborador tem ou não atitude, a empresa realiza duas ações. Uma vez por ano é feito um processo de avaliação de competências - os gestores sentam com os subordinados e os avaliam, indicando onde e como melhorar. Outra forma utilizada é por meio dos resultados. “O quanto o funcionário produz está relacionado à sua performance e, assim, com sua atitude”, salienta Renata.

A gerente explica também que a Souza Cruz possui programas específicos para incentivar o desenvolvimento da iniciativa de seus funcionários. Um deles valoriza ações em prol da inovação, atingindo todos os níveis hierárquicos. Quando alguém indica mudança de processo que gera benefícios para a fábrica recebe uma compensação financeira e é dada visibilidade à ação do funcionário. “Fazemos uma celebração em que destacamos a capacidade do profissional e os ganhos da iniciativa”, conta Renata. Essa publicidade da ação cria um efeito em cascata. “É uma forma de inspirar outros funcionários a agir também.”

Na Acrilex, a atitude dos funcionários é avaliada no dia a dia. “A competência pode ser observada na capacidade de realização e nos resultados que o colaborador entrega”, diz Evandro Rogério Rosa, gerente de RH da empresa. Segundo ele, a Acrilex possui um clima organizacional aberto, em que a comunicação flui sem impedimentos, com feedbacks diários e constantes, permitindo o desenvolvimento da atitude de todos. “Eles se sentem seguros para opinar, o que acarreta um aumento de ideias que melhoram o negócio”, afirma.

A prática constante de feedback para estimular o desenvolvimento da atitude dos funcionários também é utilizada na Basf. Para isso, a companhia conta com o programa “Diálogo com o Colaborador”, que formaliza o feedback entre líderes e subordinados. “Além disso, temos um programa de desenvolvimento para ampliar a transparência na organização, para que todos possam conhecer as oportunidades de desenvolvimento disponíveis”, afirma Juliana Justi, Talent Manager da Basf. Na companhia, os colaboradores são estimulados a assumir a responsabilidade pelo sucesso da companhia. “Em um mercado tão competitivo como o atual, precisamos de pessoas que apresentem ideias e as façam acontecer”, afirma.

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