15/10 - DIA DO PROFESSOR

15/10 -  DIA DO PROFESSOR
O Dia dos Professores é comemorado no Brasil anualmente em 15 de outubro. A data foi criada para homenagear esses profissionais que dedicam suas vidas à transmissão do conhecimento e ao desenvolvimento da educação no nosso país. Trata-se de um feriado escolar e não faz parte do calendário oficial como feriado nacional ou ponto facultativo. Portanto, é prerrogativa das escolas não ofertarem aula neste dia. O dia 15 de outubro foi escolhido para comemorar o dia do professor, pois em 15 de outubro de 1827, Dom Pedro I, Imperador do Brasil, decretou uma Lei Imperial responsável pela criação do Ensino Elementar no Brasil (do qual chamou “Escola de Primeiras Letras”), e através deste decreto todas as cidades deveriam ter suas escolas de primeiro grau. A comemoração começou em São Paulo, onde quatro professores tiveram a ideia de organizar um dia de parada para celebrar esta data, e também traçar novos rumos para o próximo ano. Esta data foi oficializada nacionalmente como feriado escolar através do Decreto Federal nº 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto define a razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia dos Professores, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias". A nível internacional, o Dia Mundial dos Professores é celebrado anualmente em 5 de outubro.

sexta-feira, outubro 23, 2020

Hoje é o Dia do Pelé - 23 de outubro de 2020 - 80 anos do Rei

O blogueiro entrevistando Pelé em 1968

 

Entre os privilégios pessoais de estar vivendo nos dias de hoje está o de haver visto, ao vivo e em cores, o Rei Pelé em ação. Daí, que hoje, quando o Rei chega aos 80 anos, posso escrever sobre ele sem precisar recorrer a fontes de consulta. Eu vivi, como torcedor e como repórter esportivo, os anos de ouro do Rei.

Vi Pelé jogar, várias vezes, à beira dos gramados. 

Como muitos brasileiros ouvi (pelo rádio, em Recife) e vi nos filmes o Pelé aparecer na Copa de 1958. Eu ainda era um menino pré-adolescente que nem me ligava em futebol. 

Meu pai era um apaixonado torcedor do Vasco da Gama e adorava futebol. Ele me chamou para ouvir as transmissões "ao vivo" dos jogos da Copa de 58. 

Como ele era um radioamador, à época, tinha um equipamento especial onde se ouvia com muita clareza as ondas curtas das emissoras do Rio e São Paulo. A preferência dele era a dupla Pedro Luiz e Edson Leite da Rádio Bandeirante. Vejam abaixo os gols da final da Copa de 58 nas narrações dos dois grandes locutores esportivos.

Foi a partir daí que comecei a amar o futebol e "conhecer" o Pelé que foi a grande sensação da Copa do Mundo, com 17 anos e um talento que revelado ao mundo naquela Copa iria assombrar o planeta por sua genialidade.

Como estudante do "curso científico" e amante do futebol também era repórter esportivo de rádio, desde 1963 (até 1970), em Recife e vivi os anos de ouro do futebol no Brasil. Anos de Pelé. Anos do Santos de Zito, Pepe e Clodoaldo, do Cruzeiro de Tostão, Raul, Dirceu Lopes e Piazza, do Botafogo de Gerson, Jairzinho e Paulo César, do Vasco da Gama de Brito e Fontana, do Corinthians de Rivelino e do Flamengo de Doval (como jornalista, não vi o Zico jogar; só estrearia no Flamengo em 1971). Vi todos esses craques e muitos outros jogarem, trabalhando como repórter de campo e interagindo com aquele mundo fascinante.

Digo isso com muito orgulho, hoje, para poder registrar no blog a passagem dos 80 anos de Pelé. Não cometerei o exagero de comentar qualquer coisa sobre ele. Para isso é só acessar os principais sites de notícias. Quero apenas juntar-me à multidão, no planeta Terra que está homenageando hoje o Rei Pelé, orgulho do Brasil e de todos os esportes no mundo inteiro.


Como registro pessoal, ilustrei o início do post com uma das poucas imagens que consegui “salvar nos meus arquivos pessoais”, como repórter, entrevistando o Pelé. Foi na Ilha do Retiro - Recife (estádio do Sport) e salvo melhor memória em 1968/69, em algum jogo dos muitos que o Santos disputou em Recife, à época. Essa imagem é uma das principais "relíquias", na minha história

Não posso encerrar este post sem aproveitar a oportunidade para registrar - sem “patriotada - que quem, como eu que amo o futebol e o acompanha desde a Copa do Mundo de 1958, não pode sequer aceitar uma comparação entre Pelé e Maradona. Aceito que Maradona é um “Príncipe”, mas o Rei do Futebol será sempre o nosso Pelé. Só ele parou uma guerra na África para que os combatentes de ambos os lados pudessem assisti-lo jogar.

Que viva o Rei ainda mais uns bons anos, para nos lembrar dos tempos em que o brasileiro tinha orgulho  de se identificar no exterior para dizer que era do país do Pelé. È verdade, aconteceu comigo!


Um comentário:

  1. Lembro dessa foto, no seu Gabinete/MT do senhor entrevistando o Pelé! Achei sensacional! Saúde!

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