||| 24 de março DE 2026 ||| 3ª feira ||| Dia Mundial do Combate à Tuberculose ||| "Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade". (Carlos Drummond de Andrade) |||

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O Dia Mundial de Combate à Tuberculose é celebrado anualmente em 24 de março e tem como objetivo conscientizar a população sobre a prevenção, o diagnóstico e o tratamento da tuberculose, uma doença infecciosa que ainda representa um desafio de saúde pública em todo o mundo. Por que essa data é importante? A data foi escolhida para lembrar a descoberta do bacilo causador da tuberculose, feita pelo médico alemão Robert Koch em 24 de março de 1882. Desde então, a tuberculose tem sido alvo de esforços globais para reduzir sua incidência e salvar vidas. A tuberculose é uma doença que afeta principalmente os pulmões, mas pode atingir outros órgãos. É transmitida pelo ar, quando uma pessoa infectada tosse ou espirra, tornando o diagnóstico precoce e o tratamento adequado fundamentais para evitar a propagação. Sintomas e prevenção Os sintomas mais comuns da tuberculose incluem: Tosse persistente por mais de três semanas; Febre e suores noturnos; Perda de peso inexplicável; Cansaço e falta de apetite. A prevenção passa por medidas simples e eficazes: Vacinação com BCG em recém-nascidos; Ventilação adequada de ambientes fechados; Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar; Realizar exames regulares quando há suspeita da doença. pessoa doente usando máscara e com as mãos no peito Tratamento O tratamento da tuberculose é eficaz e gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), consistindo em antibióticos específicos por um período de seis meses ou mais, dependendo do caso. É essencial seguir corretamente todo o tratamento para evitar a resistência bacteriana.


Thomas Jefferson (Shadwell, 13 de abril de 1743 – Charlottesville, 4 de julho de 1826) foi o terceiro presidente dos Estados Unidos (1801-1809) e o principal autor da declaração de independência (1776) dos Estados Unidos. Jefferson foi um dos mais influentes Founding Fathers (os "Pais Fundadores" da nação), conhecido pela sua promoção dos ideais do republicanismo nos Estados Unidos. Visualizava o país como a força por trás de um grande "Império de Liberdade" que promoveria o republicanismo e poderia combater o imperialismo britânico. Entre os eventos de destaque da história americana que ocorreram durante sua presidência estão a Compra da Louisiana (1803) e a Expedição de Lewis e Clark (1804-1806), bem como a escalada das tensões entre a Grã-Bretanha e a França que levaram à guerra com o Império Britânico em 1812, ano em que deixou o cargo. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Jefferson}


sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Você sabe por quê? O porquê você não sabe...

A família dos porquês



Os posts com as tags "Dicas de Português" aqui na Oficina de Gerência são campeões de visitas e visualizações. Isso mostra que existe um real interesse dos leitores do blog em aprender e tirar dúvidas (atrozes) sobre esse nosso complicado idioma.

Sou um aprendiz permanente da nossa língua e mais ainda quando me defronto com as dúvidas clássicas que fazem a alegria dos professores de português. 

A família dos "porquês" está nesse contexto. E vejam só, tive que "consultar os universitários" para saber qual "porque" deveria usar no início dessa frase.  

O texto abaixo está no site da BBC Brasil e traz o esclarecimento do `Professor Pasquale Neto que é um craque na matéria.

Uma dica, leia a "aula" do Prof. Pasquale várias vezes para aprender e apreender sabe por quê? Eu respondo, porque se ler apenas uma vez vai esquecer e se perder nas próxima oportunidades que enfrentar essa "poderosa família". 

Então, mãos à obra.




“O ‘por que’ separado sempre pode embutir a palavra ‘razão’ ou a palavra ‘motivo’”, explica o professor.

Isso vale para perguntas diretas - “Por que você não foi?" vira "Por que razão você não foi?" e "Por que você não pagou a conta?" vira "Por que motivo você não pagou a conta?".

E também para frases terminadas com ponto final - “Você sabe por que eu ajo assim” vira “Você sabe por qual razão eu ajo assim” ou “Você sabe por qual motivo eu ajo assim”.

“E existe ainda um outro ‘por que’ separado", acrescenta Pasquale. “Lembra aquela música? ‘Só eu sei as esquinas por que passei’, lembra?”.

Com esse exemplo, ele explica que o “por que” também é separado quando equivale a "pelo qual", "pela qual", "pelos quais", "pelas quais".

No caso da música, a letra também poderia ser: “Só eu sei as esquinas pelas quais passei”.

"Porque" junto

O “porque” junto é uma conjunção que indica causa, motivo, justificativa ou explicação.

Um exemplo: "Eu não fui porque estava doente".

De acordo com o professor, "Porque estava doente" é a oração que indica a razão pela qual ele não foi.

Nesses casos, o “porque” é junto e sem acento.

Com isso, é possível existir “porque” junto mesmo em frases que terminam com interrogação, como esta: “Será que ela está chateada comigo porque eu não fui ao aniversário dela?”

Alguns professores recomendam tentar trocar o "porque" junto por "pois". Se der certo, está correto o uso do "porque" junto.

"Por quê" separado com acento

O “por quê” separado e com acento é um “por que” separado localizado antes de uma pausa na fala ou na escrita.

“É preciso que haja uma pausa, um ponto final, um ponto de interrogação..." explica Pasquale.

Exemplo: “Por quê?”

Só isso. É o mesmo que perguntar "Por qual razão?", "Por qual motivo?".

De acordo com o professor, esse "quê" vira tônico na entonação. Assim, quando há um “por que” separado encerrando uma frase, ele ganha o acento e passa a ser “por quê”.

"Porquê" junto com acento

Nesse caso, o “porque” vira sinônimo da palavra "motivo".

O professor exemplifica: “Qual é o porquê de tanta tristeza?".

É o mesmo que perguntar “Qual é o motivo de tanta tristeza?".

Reportagem: Paula Reverbel / Imagens e edição: Isadora Brant




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