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As máximas dos Játacas (ou Jataka Tales) referem-se aos ensinamentos morais, éticos e espirituais encontrados em uma das coleções mais antigas e famosas da literatura budista: os Játacas. A palavra Játaca (do sânscrito/páli Jātaka) significa literalmente "nascimento" ou "história de nascimento". Trata-se de um corpo imenso de literatura (composto por mais de 500 contos) que narra as vidas passadas do Buda, tanto em formas humanas quanto animais, antes de ele atingir a iluminação espiritual. O Significado das Máximas Em cada um desses contos, o Buda encarna como um personagem — que pode ser um rei, um comerciante, um elefante, um macaco ou um pássaro — conhecido como o Bodhisattva (aquele que está no caminho para se tornar um Buda).

 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

O outro lado da moeda: corporativismo negativo.




Em relação ao post que coloquei na segunda feira (14) - Administração Pública: O Efeito Tuma - onde publiquei uma reportagem da revista Veja quero aproveitar para tocar tema que coloquei no título deste post, "O outro lado da moeda: corporativismo negativo".
Nas investigações subsequentes que estão sendo feitas a respeito da denúncia que a Veja publicou, saiu a notícia que a diretora do órgão citado, o DRCI - Carolina Yumi - estava criando problemas, corporativos, de relacionamento para o seu novo chefe, Secretário Romeu Tuma Júnior, conforme reportagem que está hoje em vários jornais. Ao final do post coloquei o link da "Folha on line" de hoje, que fala do assunto.




A menção que faço sobre o corporativismo negativo está implícito no texto da Folha e mais explicito ainda na mátéria do Correio Braziliense de hoje (folha 4). Pelo que está dito, a diretora não estava respeitando o novo secretário e sonegava informações básicas para quem, como ele, está assumindo um novo cargo executivo. Este é um problema comum nas trocas de comando em órgãos de governos, principalmente na esfera federal.




Pessoalmente, no curso da minha carreira, algumas vezes fui vítima desse tipo de corporativismo. É constrangedor e revoltante. Quem fica ligado - nos cargos de confiança principalmente - à administração que saiu não aceita plenamente a nova chefia e começa a criar problemas de toda ordem. Sempre silenciosos, camuflados; sempre sob o manto da formalidade, mas sempre mal intencionados e anti-profissionais.




Não duvido que o novo secretário tenha sofrido este "ataque corporativo" da diretora que estava lá, ligada à administração anterior. O pior é que estas pessoas não pedem exoneração dos seus cargos. Ficam "pregados" nas suas cadeiras, usufruindo das gratificações e passam a boicotar e trair o novo chefe com a maior desfaçatez.




Por isto faço este reparo ao meu post anterior, sem no entanto retirar nenhum dos argumentos que defendo contra as indicações políticas sem qualificação técnica. Este exemplo do corporativismo covarde que está sendo desnudado no DRCI, só vem confirmar a ineficácia da ocupação de cargos por esta via.




Para finalizar dou uma indicação: estamos prestes a assistir um novo capítulo desta eterna série. Vamos acompanhar o caso da provável nomeação do Senador Edison Lobão para ser o novo Ministro das Minas e Energia.
Ali também vamos ver alguns episódios da reação corporativa contra a indicação política que, no caso do Senador Lobão, nem pode ser taxada de não qualificada. Afinal de contas o currículo do Senador está recheado de funções executivas, como jornalista (foi chefe do departamento jornalístico da Rede Globo no Distrito Federal e como político (foi Governador do Maranhão entre 1991 e 1994). Mas mesmo assim a corporação vai reagir pesadamente, como reagiu e continua, no caso de Furnas e da Infraero. As notícias não aparecem nos jornais mas o caldeirão continua fervendo nestes órgãos.


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