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Umberto Eco (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016), foi um escritor, filósofo, professor, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais "O nome da rosa" e "O pêndulo de Foucault". Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’espérez pas vous débarrasser des livres" (publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo", e no Brasil como "Não contem com o fim do livro"). [https://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco]


quinta-feira, 16 de julho de 2009

Maracanazzo, a página mais triste do futebol brasileiro

A foto abaixo, famosa no mundo inteiro desde 16 de julho de 1950, mostra o gol da seleção do Uruguai que calou 200.000 pessoas que não acreditaram no que estava vendo.

Passados 49 anos, o futebol brasileiro ainda não esqueceu aquela tarde e as pessoas daquela geração ficaram marcadas pela humilhação que os modestos uruguaios impuseram ao esporte brasileiro.

Só 8 anos depois o Brasil resgataria aquela pecha e mesmo assim não foi suficiente para deletar de vez o gol de Gigghia que criou uma expressão que perdura até hoje: o Maracanazzo.


Para mostrar que a história está sempre se repetindo, os torcedores do Cruzeiro de Belo Horizonte tiveram o seu "mineiraço" imposta pelos argentinos do Estudiantes de La Plata.

A arrogância e o "já ganhou" dos mineiros repetiu o estado de espirito dos brasileiros de 1950 e o Cruzeiro que já estava com as faixas e a festa prontas teve de engolir uma derrota que calou um estádio inteiro, ops! Quase inteiro, pois uma pequena torcida argentina estava lá para atanazar os mineiros (exceção feita aos atleticanos) e brasileiros que torceram pelo Cruzeiro


Abaixo da foto, no corpo do post, está uma materia do UOL Esporte sobre a copa de 1950.




Gigghia marca o gol que calou o Brasil na decisão

FOTOS DA COPA 50
A seleção não tinha como perder a final da Copa do Mundo. Jogava em casa, para 200 mil pessoas no Maracanã, tinha uma campanha arrasadora e precisava apenas de um empate. Mas perdeu. Com dois gols no segundo tempo, o Uruguai virou o jogo e conquistou o bicampeonato mundial, calando o Brasil.

Após a derrota, sobrou até para o uniforme da seleção: a camisa branca foi aposentada.


O silêncio após o nosso gol foi algo de terrível. O estádio estava morto.

Máspoli, goleiro do Uruguai, sobre o gol de empate no jogo final

Você sabia que a Índia não disputou a Copa porque a Fifa não deixou os atletas jogarem descalços?

Apenas 13 países disputaram a Copa do Mundo, o mesmo número do primeiro Mundial, em 1930.


NOTA - Todo material abaixo foi retirado do site UOL Esporte e pode ser acessado clicando aqui.


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