||| 29 de outubro DE 2026 ||| 5ª FEIRA ||| dia nacional do livro || Reflexão: "É melhor ser odiado pelo que você é do que ser amado pelo que você não é." --- André Gide . |||

 

Bem vindo

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O Dia Nacional do Livro é comemorado no Brasil em 29 de outubro. A data celebra a importância dos livros como fontes de conhecimento, imaginação e cultura, além de incentivar o hábito da leitura em todas as idades. Por meio dos livros, podemos conhecer outras épocas, explorar lugares distantes, descobrir novas ideias e acompanhar histórias que atravessam gerações. A leitura também contribui para ampliar o vocabulário, desenvolver a criatividade e estimular o pensamento crítico. A escolha do dia 29 de outubro homenageia a fundação da Biblioteca Nacional, em 1810. Desde então, a relação entre livros, bibliotecas e acesso ao conhecimento tornou-se parte importante da história cultural brasileira. História do Dia Nacional do Livro O Dia Nacional do Livro foi instituído oficialmente pela Lei nº 5.191, de 13 de dezembro de 1966, que estabeleceu o dia 29 de outubro como data anual de comemoração. A escolha está relacionada à história da Biblioteca Nacional do Brasil. Em 1808, quando a corte portuguesa se transferiu para o Rio de Janeiro, parte do acervo da Real Biblioteca Portuguesa também foi trazida para o país. A coleção reunia dezenas de milhares de peças, incluindo livros, manuscritos, mapas, estampas, moedas e medalhas. Em 29 de outubro de 1810, um decreto determinou a instalação da Real Biblioteca no Rio de Janeiro. A data é considerada oficialmente a de fundação da atual Biblioteca Nacional, uma das instituições culturais mais importantes do Brasil. A criação da Imprensa Régia, em 1808, também foi decisiva para a história editorial brasileira, pois permitiu o desenvolvimento da impressão de livros e outros materiais no país. Entre as obras impressas nesse período está Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga, que recebeu uma edição no Rio de Janeiro em 1810. A história do livro no Brasil está, portanto, ligada tanto à preservação de grandes coleções quanto ao desenvolvimento da produção editorial nacional. Fachada da Biblioteca Nacional Fachada da Biblioteca Nacional, centro do Rio de Janeiro, em novembro de 1951. Arquivo Nacional. Por que os livros são importantes? Os livros permitem registrar e transmitir conhecimentos, preservar a memória de diferentes povos e compartilhar ideias entre gerações. Mesmo com o crescimento dos conteúdos digitais, continuam sendo importantes ferramentas de aprendizagem, entretenimento e reflexão. A leitura pode ajudar a desenvolver diversas habilidades, como: Vocabulário e expressão: o contato com palavras e formas diferentes de escrever amplia os recursos utilizados para se comunicar. Imaginação e criatividade: histórias e personagens estimulam a criação de imagens mentais e novas possibilidades. Pensamento crítico: conhecer diferentes perspectivas ajuda o leitor a questionar informações e construir opiniões próprias. Conhecimento cultural: livros de história, literatura, ciência e outros temas permitem conhecer sociedades, épocas e modos de vida. Concentração: acompanhar uma narrativa ou um texto mais longo oferece oportunidades para exercitar a atenção. Empatia: histórias que apresentam experiências diferentes das nossas podem ajudar a compreender sentimentos, conflitos e realidades diversas. Além disso, os livros são importantes para conservar a memória coletiva. Obras literárias, documentos históricos, relatos pessoais e estudos científicos ajudam a compreender como as sociedades se transformaram ao longo do tempo. Como surgiu o livro? A história dos livros é muito anterior à invenção da imprensa. Antes de existirem os volumes como os conhecemos hoje, diferentes povos registravam informações em suportes como pedra, argila, madeira, papiro e pergaminho. Na Antiguidade, eram utilizados rolos de papiro e pergaminho. Mais tarde, o códice — formado por folhas reunidas e encadernadas — tornou-se uma forma importante de organizar textos e permitiu um manuseio semelhante ao dos livros atuais. A invenção da imprensa de tipos móveis na Europa, associada a Johannes Gutenberg no século XV, transformou a produção e a circulação de livros. A possibilidade de reproduzir textos em maior quantidade contribuiu para ampliar sua divulgação e favorecer a disseminação do conhecimento. Com o passar dos séculos, os livros tornaram-se mais acessíveis em diferentes partes do mundo. Atualmente, podem ser encontrados em formatos impressos, digitais e audiolivros, ampliando as possibilidades de leitura. A leitura na era digital A tecnologia transformou a maneira como os leitores encontram e consomem livros. Hoje, é possível ler em celulares, tablets, computadores e leitores digitais, além de ouvir audiolivros durante diferentes atividades do dia a dia. Os formatos digitais facilitam o acesso a muitas obras, incluindo títulos gratuitos disponibilizados legalmente por bibliotecas e instituições culturais. Também permitem ajustar o tamanho da fonte, utilizar leitores de tela e recorrer a outros recursos de acessibilidade. Isso não significa que os livros impressos tenham perdido sua importância. Muitas pessoas continuam preferindo o papel pela experiência de folhear as páginas, fazer anotações e construir uma coleção pessoal. O mais importante é ampliar as oportunidades de leitura e respeitar as preferências de cada pessoa. Um livro pode ser apreciado em diferentes formatos, desde que o conteúdo esteja acessível ao leitor. (https://www.calendarr.com/brasil/dia-nacional-do-livro/)

pensamento dia

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Frase

Frase
Roald Dahl (Llandaff, 13 de setembro de 1916 — Oxford, 23 de novembro de 1990) foi um escritor britânico nascido no País de Gales, filho de noruegueses. Atingiu notoriedade na década de 1940 por suas obras para adultos e crianças e tornou-se um dos escritores mais aclamados do mundo. É conhecido principalmente por seus livros infantis, entre os quais figuram A Fantástica Fábrica de Chocolate, Matilda, As Bruxas, O Bom Gigante Amigo e James e o Pêssego Gigante. Várias de suas obras foram adaptadas para o cinema. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Roald_Dahl)

 

terça-feira, 31 de agosto de 2021

Dia do Blog é, também, o Dia do Blogueiro.

 

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oje, 31 de agosto, é o Dia do Blog. Gostaria de fazer o registro sobre algo que amo muitíssimo, o meu blog, Oficina de Gerência. No mesmo diapasão, amo todos os blogs e por tabela, admiro, de forma superlativa, todos os irmãos blogueiros.

As pessoas pensam que é fácil produzir um blog. Pois não é mesmo! É necessário primeiramente gostar de escrever (com máxima atenção às armadilhas do idioma) e de criar textos com imagens, desenhos vídeos e tudo o mais que possa ilustrar - de forma simpática, divertida e atrativa - a mensagem que o blogueiro quer passar aos seus leitores. E no final de cada post fazer a configuração e a edição de textos, links e fotos. 

É preciso também ter força de vontade para escrever regularmente e para os blogueiros profissionais, escrever diariamente, haja o houver. Afinal os blogs - todos - têm seu público que são vorazes e exigentes leitores. Querem cada vez mais novidades. São insaciáveis. E ai do blogueiro que não atender suas expectativas...

É necessário ter inspiração sempre criativa e ter uma marca pessoal para se destacar em meio a uma concorrência que se contam aos milhares na blogosfera.

Blogosfera

Iniciei minha "carreira blogueira" em 2007 com a Oficina de Gerência. Muito timidamente pois não tinha ideia de como funcionava esse universo. Tive muita ajuda de blogueiros mais experientes (muitos deles já encerraram seus blogs e estão com páginas no Facebook e outras mídias). 

Felizes lembranças dos amigos blogueiros da época - Jaqueline Amorim, Newdelia Domingues, Gato Guga, Nicolas Gimenez, Ronaldo Costa e principalmente a Luma, do blog "Luz de Luma" e é por meio dela e de seu blog extraordinário e vencedor, que homenageio todos os blogueiros, amigos, brasileiros e do exterior, nesse dia especial.

Houve tempo em que profetizaram a morte dos blogs. As redes sociais emergiram com força e continuam a ganhar imensas legiões de seguidores e visualizações. Os blogs sofreram um impacto, mas sobreviveram. E sabem o  porquê?  Os blogs são mídias que precisam de temáticas para evoluir. Um blog de qualquer coisa não terá vida longa. 

Um blog para existir deve ter texto mais completo e limpo, mensagem, propósito, inteligência e principalmente, respeito aos seus leitores.  Os blogs opinam e influenciam opiniões; transmitem experiências pessoais, trazem cultura nos seus conteúdos. Convenhamos... não é o caso das redes sociais. Por isso os blogs estão vivos, vivíssimos e cada vez mais inspirados e criando nichos conforme caminha a humanidade.


Não há como duvidar de que os blogs têm uma longa vida pela frente, principalmente por suas capacidades de se adaptarem aos tempos e necessidades da sociedade; de se modernizarem acompanhando as tecnologias da internet e por terem a liberdade de abordar qualquer dos campos da atividade humana.

Nós, blogueiros, amadores ou profissionais, estamos de parabéns por podermos comemorar mais um 31 de agosto... e que venham muitos mais pela frente. A blogosfera é um ambiente democrático e mutante. Não morrerá jamais.

(Autor- Herbert Drummond)

2 comentários:

  1. Uau!! Que delícia o "Luz" ser novamente citado por você.
    Vamos perseverar e se um dia disserem que os blogues morrerão, diremos que somos blogueiros raiz resistente!! (rs*)
    Beijus,

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  2. Querida Luma, desculpe a demora em responder. Gostei do "blogueiros raiz". E somos mesmo não é? Tudo de bom para você.

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Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Incentivo ao debate, à informação, à diversidade de opiniões. Obrigado.