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Umberto Eco OMRI (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016) foi um escritor, filósofo, professor, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais "O nome da rosa" e "O pêndulo de Foucault". Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’espérez pas vous débarrasser des livres" (publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo", e no Brasil como "Não contem com o fim do livro". (https://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco)


domingo, 29 de agosto de 2021

A "Fadinha do Skate", Rayssa Leal, faz história novamente nos EUA

 


O que nos emociona nestes tempos? Emoção mesmo! Daquelas de marejar os olhos e não conseguir nem falar direito; respondo: é o esporte. Carentes como estamos, nós brasileiros, de ídolos e heróis nas várias camadas sociais faz-nos falta

Não é qualquer esporte. Não! Não é o futebol. Não somos mais os melhores do mundo, mesmo sendo campeões olímpicos.

Também não é o surf, que brilhou em Tóquio com o Ítalo Ferreira e nenhum de outros esportes conhecidos e populares no Brasil. Nada de vôlei, basquete, futebol de salão e outros.

Falo do skate. Não é de qualquer skate. É o Skate (com letra maiúscula) da “fadinha” Rayssa Leal. Meu Deus! Essa garota brasileira de apenas 13 anos fez história novamente hoje (29/8/2021).

Conquistou (e que conquista!) a primeira etapa da temporada 2021 da SLS(Street League Skateboarding) ou Liga Mundial de Skate Street (skate de rua) em Salt Lake City/Utah, nos Estados Unidos.

Na última volta ela estava em terceiro lugar e arriscou uma manobra quase impossível (de nome complicado) que lhe valeu a melhor nota da etapa – 8,5 - e a levou do bronze para o ouro de forma sensacional.

Veja abaixo o vídeo com toda a trajetória da Rayssa durante a competição. O final é de arrepiar:


Carentes de ídolos em todos os campos das atividades humanas (artes, esportes, ciências, política...) o Brasil começa a encontrar em uma menina de 13 anos a personagem para mexer com suas emoções mais puras.

Não há como assistir uma apresentação da Rayssa sem se sentir tocado pela magia dessa criança que nos empolga a todos. 

Torço, como é certo que todos os brasileiros também o fazem, para os espaços que já foram ocupados por Pelé, Ayrton Sena e pelo Guga possam ser preenchidos. Faz-nos falta, de forma contínua e repetida, a emoção que experimentamos algumas vezes, recentemente, nas Olimpíadas..



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