||| 02 de junho DE 2026 ||| 3ª feira ||| Campanhas e cores do mês: Junho Vermelho: incentivo à doação de sangue - Junho Laranja: Dedicada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce da anemia e da leucemia - Junho Violeta: Focada no combate e na conscientização contra a violência à pessoa idosa. ||| "Engolimos de uma vez a mentira que nos adula e bebemos gota a gota a verdade que nos amarga". (Denis Diderot) |||

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No mês de junho, destacam-se três principais campanhas nacionais de conscientização e saúde, cada uma representada por uma cor:Vermelho (Junho Vermelho): Campanha de incentivo à doação de sangue. O movimento visa manter os estoques dos hemocentros abastecidos, uma vez que as doações costumam cair durante o outono e o inverno devido ao aumento das infecções respiratórias. 14 de junho é o Dia Mundial do Doador de Sangue.Laranja (Junho Laranja): Campanha dedicada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce da anemia e da leucemia.Violeta (Junho Violeta): Focada no combate e na conscientização contra a violência à pessoa idosa.

pensamento dia

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Frase

Frase
Robert Louis Stevenson (Edimburgo, Escócia, 13 de novembro de 1850 – Vailima, Ilhas Samoa, 3 de dezembro de 1894), tendo nascido Robert Lewis Balfour Stevenson, foi um influente novelista, poeta e escritor de roteiros de viagem britânico, nascido na Escócia. Escreveu clássicos como A Ilha do Tesouro, O Médico e o Monstro, Raptado e As Aventuras de David Balfour. Considerado um dos mais importantes escritores britânicos do século XIX, está entre os autores mais traduzidos em todo o mundo. Foi, em vida, também um ativista político, crítico social e humanista. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson}

 

sábado, 31 de março de 2012

Tostão, craque no campo e na arte de escrever sobre o futebol.


Não é de hoje que publico as colunas do Tostão aqui no blog. Faço-o mais pelo estilo e pela inteligência desse antigo e genial jogador de futebol que fez história por onde passou. 
Tive a oportunidade de ver o Tostão jogar à beira do gramado. Eu era um jovem "repórter de pista" que era como se intitulavam os repórteres de rádio que trabalhavam à beira dos gramados buscando todas as informações que surgissem. 
Naquela época a circulação dos jornalistas em volta do campo de jogo e durante as partidas era permitida. Era cair um jogador e ser retirado de campo que lá estavam os repórteres ávidos por uma declaração ou um "furo de reportagem". Bons tempos...
Como disse vi o Tostão jogar e ele é tudo que dizem e mais ainda. Era um jogador diferenciado dentro de campo. Primeiro porque tinha uma formação cultural acima da média de seus colegas e segundo porque o futebol nele era um dom. Movia-se com elegância e "vendo" o jogo o tempo todo. Dava gosto vê-lo em campo naquele timaço do Cruzeiro e na seleção brasileira.
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Teve a inteligência de sair do mundo do futebol quando não pode mais jogar por motivo de saúde. Abraçou a medicina e (dizem) foi um médico sério e aplicado. O futebol, entretanto não deixou de persegui-lo e eis que de repente aparece o cronista Tostão. Tão inteligente quanto como o foi nos tempos de atleta Tostão foi uma brisa, um vento que surgiu nas colunas de futebol tão maltratada pela mesmice e pelos clichês da maioria dos jornalistas e entendidos de futebol. 
Rapidamente destacou-se dos demais e sem sair de Belo Horizonte tornou-se o cronista mais respeitado no universo do futebol. Sua coluna na Folha de São Paulo é avidamente esperada por todos que amam o esporte porque sabem que em seu texto estará uma opinião colocada com  agudeza, alcance, inteligência, perspicácia, sagacidade e sutileza. Terei exagerado com tantos adjetivos? Acho que não.
Agora seus textos foram selecionados e colocados em livro. A revista Veja fez uma bela matéria sobre a publicação e eu paro meu breve comentário por aqui. Leiam abaixo e saibam - os amantes do futebol e da escrita inteligente - porque o livro do Tostão deve ser lido. O meu já está na mão.
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