||| 28 de outubro DE 2026 ||| 4ª FEIRA ||| Campanhas de outubro em cores: 🌸 Rosa - Conscientização, prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero. 🍏 Verde - Combate e prevenção à sífilis e à sífilis congênita (transmitida de mãe para filho). 🟤 Marrom - Alerta sobre a saúde ocular e a prevenção de doenças que podem levar à cegueira (como a retinopatia diabética). 🔮 Roxo - Conscientização sobre a Síndrome de Rett, uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento neurológico. 🪙 Prata - Valorização do envelhecimento saudável e proteção aos direitos e à saúde da pessoa idosa. || Reflexão: "Ela acreditava em anjos e, porque acreditava, eles existiam". ---Clarice Lispector . |||

 

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Frase

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Charles Spencer Chaplin, Jr. (Londres, 16 de abril de 1889 – Corsier-sur-Vevey,[1] 25 de dezembro de 1977), mais conhecido como Charlie Chaplin, foi um ator, comediante, diretor, compositor, roteirista, produtor, editor e músico britânico. É considerado um ícone do cinema mundial, sendo conhecido como um dos maiores nomes do cinema mudo e notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão, bem como por seu personagem mais famoso O Vagabundo (em inglês: The Tramp), conhecido como Charlot na Europa e Carlitos no Brasil. Durante uma carreira que abrangeu 75 anos, Chaplin apareceu em mais de 80 filmes. Sua vida pública e privada, bem como suas posições políticas, também foram alvo de admiração e controvérsia ao longo das décadas. É considerado por alguns críticos o maior artista cinematográfico de todos os tempos e um dos "pais do cinema", junto com os Irmãos Lumière, Georges Méliès e D.W. Griffith. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Charlie_Chaplin)

 

sábado, 10 de abril de 2010

Zona Verde (Green Zone) é o filme do momento.

http://pipocaglobal.com/wp-content/uploads/green-zone-movie.jpg 
[clique no banner e conheça o site oficial do filme]
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Li a respeito deste filme e resolvi dar um destaque para ele, aqui no blog. A Oficina de Gerencia tem uma tag sobre cinema (clique para conhecer) e gosto muito de recomendar bons filmes aos amigos. e conhecidos. 
Alguns dos filmes eu assisto antes de recomendar e outros - como é o caso presente - avalizo as criticas que leio e os trailers que os antecipam. Green Zone cujo titulo no Brasil é Zona Verde está sendo muito bem considerado pela critica especializada. 
Contar com Matt Damon já é uma enorme vantagem , mas o  diretor é Paul Greengrass, realizador que tem no currículo filmes como The Bourne Supremacy, The Bourne Ultimatum ou Bloody Sunday, deparamo-nos com uma ação frenética, que prende o espectador à cadeira durante 115 minutos. Coloquei algumas fotos, o trailer oficial e acessos a sites  e blogs especializados inclusive o oficial.
Zona Verde vai estrear por aqui no proximo dia 16 (6ª feira). Espero que apreciem o post.

Em Zona Verde, mais uma vez Matt Damon e o diretor Paul Greengrass se unem para transformar o filme de ação em algo incomum: um exemplo de inteligência (por Isabela Boscov)


foto Everett Collection/Grupo Keystone
A DÚVIDA DO SOLDADO
Damon como Roy Miller, que busca (e, claro, nunca encontra) armas de destruição em massa no Iraque: cumprir ordens não basta – é preciso ter certeza de que elas devem ser cumpridas.

"Desde o primeiro instante de Zona Verde (Green Zone, Estados Unidos/Inglaterra, 2010), que estreia no país na sexta-feira, o espectador é atirado dentro da ação: o subtenente Roy Miller (Matt Damon) e sua unidade estão tentando adentrar uma edificação abandonada no Iraque, onde se suspeita haver agentes químicos e biológicos perigosos. Mas moradores estão saqueando o prédio, os soldados não conseguem impor ordem, e um franco-atirador iraquiano está alvejando todos que cruzam sua linha de fogo. É uma barafunda de ordens, contraordens, gritos, explosões e disparos – e a tarefa de Miller é guiar-se dentro dela e cumprir sua missão. 

Trata-se de uma descrição que serve não só a essa tensa cena inicial, como a todo o filme: está-se em maio de 2003, quando a ocupação americana do Iraque não contava nem dois meses; diversas vezes já, nesse período, Miller fora enviado a missões semelhantes; e em nenhuma delas havia encontrado algo que se assemelhasse às armas de destruição em massa que serviram de justificativa à invasão. Miller está cada vez mais inquieto com essas falhas de inteligência. De sua aproximação com um oficial da CIA (o magnífico Brendan Gleeson) e do encontro fortuito com um iraquiano (o igualmente soberbo Khalid Abdalla), que o põe na pista de um general leal ao ditador Saddam Hussein, o subtenente designa para si mesmo, então, uma outra missão: descobrir de onde estão vindo as informações fornecidas a ele, e por que elas invariavelmente levam a becos sem saída.

Zona Verde, como se pode depreender, é uma ficcionalização de uma história real – a história de como assessores próximos do presidente George W. Bush alijaram a CIA do planejamento da invasão do Iraque e de como abriram assim caminho para o que viria a se revelar um dos mais escandalosos casos de má conduta de um governo: a fabricação da informação de que Saddam mantinha arsenais químicos, biológicos e até nucleares espalhados pelo país. O que torna o filme singular, porém, é a perspectiva escolhida pelo diretor Paul Greengrass. Em vez de ambientar a história nos bastidores do poder, conta-a do ponto de vista de um oficial de médio escalão – alguém que tem algum acesso a fontes privilegiadas, mas que, para elucidar suas suspeitas, tem de agir de forma sub-reptícia, esgueirando-se entre o pandemônio nas ruas de Bagdá e as intrigas na Zona Verde, como era chamada a área da cidade na qual se aquartelaram o comando da guerra e também os jornalistas.

O inglês Greengrass, um dos mais inovadores e contundentes cineastas em atividade, usa de forma épica essa mobilidade do protagonista. Seguindo uma filosofia que depura mais a cada novo filme (ele é também autor, pela ordem, de Domingo Sangrento, A Supremacia Bourne, Voo United 93 e O Ultimato Bourne), ele faz tudo convergir para a ação: ela revela quem são os personagens e os molda, ela conduz a história e ela é, em muitos sentidos, a razão de ser do filme. Não há pausa para respirar em Zona Verde. Seja em uma caótica perseguição por vielas escuras, seja numa troca de informações sigilosas à beira de uma piscina, tudo é filmado como num turbilhão: não há tempo para que Miller pondere uma decisão, só para agir e esperar que tenha dado o passo certo.

Miller, aliás, com sua suspeita terrível de que está sendo usado para acobertar uma mentira, mas também com seu pragmatismo de soldado, é o único centro estável do filme – e é virtualmente impossível imaginar ator mais adequado a essa incumbência do que Matt Damon. Também ele se aperfeiçoa a cada novo trabalho, destilando um estilo de interpretação ultraeconômico, calcado na deliberação e desafeito a gestos histriônicos. Juntos, ator e diretor, que já haviam feito parceria nos dois últimos Bourne, vêm revolucionando o filme de ação em um aspecto ainda mais relevante que o dessa linguagem urgente e semidocumental. Seu feito extraordinário, na verdade, é transformar a ação no reduto improvável da inteligência em Hollywood."

http://www.interfilmes.com/FILMES/22400/22463/fotocena20.jpghttp://www.interfilmes.com/FILMES/22400/22463/fotocena23.jpghttp://www.interfilmes.com/FILMES/22400/22463/fotocena22.jpg

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