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||| 07 de abril DE 2026 ||| 3ª feira ||| Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola ||| “Nenhum dever é mais importante do que a gratidão.” (Cícero) |||

Bem vindo

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O Dia Nacional do Combate ao Bullying e à Violência nas Escolas, em 7 de abril, é data voltada à conscientização e promoção de estratégias diversas de acolhimento e segurança. Embora não seja problema que afeta apenas o ambiente escolar, o bullying tem mobilizado especialmente o ensino, por meio de articulações pedagógicas de diálogo, projetos, protagonismo do aluno e inclusão. A data foi oficialmente estabelecida no calendário nacional a partir da Lei 13.277, em 2016. Mas, em 2015, a Lei 13.185 já instituía o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (bullying), caracterizado como “todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo, que ocorre sem motivação evidente. É praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidar e/ou agredir, causando dor e angústia à vítima, numa relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas”. Aprofundar o debate com a comunidade escolar é importante trabalho que vem sendo proposto, por redes e entidades públicas e privadas, enfatizando iniciativas de respeito, empatia e diversidade, bem como ações e propostas educacionais variadas.


Érico Lopes Veríssimo[nota 1] (Cruz Alta, 17 de dezembro de 1905 – Porto Alegre, 28 de novembro de 1975) foi um escritor brasileiro.[carece de fontes] Com uma prosa simples e de fácil leitura, tornou-se um dos escritores mais populares da literatura brasileira.[1] Em 1932, publicou seu primeiro livro, Fantoches, e em 1938 obteve sucesso com o romance Olhai os Lírios do Campo, que lhe deu projeção nacional como escritor. "Posso afirmar que só depois do aparecimento de 'Olhai os Lírios do Campo' é que pude fazer profissão da literatura". Seu trabalho mais conhecido, todavia, é a trilogia O Tempo e o Vento, publicada entre 1949 e 1962. Trata-se de um romance histórico que se situa em diversos momentos da história do Rio Grande do Sul. Embora não possuísse diploma de curso superior, Verissimo lecionou literatura brasileira nos Estados Unidos e foi diretor de revistas. Em 1971, lançou Incidente em Antares, uma obra crítica à ditadura militar brasileira. [https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89rico_Ver%C3%ADssimo]


sábado, 21 de novembro de 2009

Herbert Richers morreu, mas deixou um enorme legado ao cinema do Brasil.



Não posso deixar de registrar no blog um post In Memoriam de Herbert Richers
Quem é da minha geração e foi amante do cinema ai pelas décadas de 60 em diante conhece o famoso bordão "Versão brasileira...Herbert Richers".
O nome de Herbert Richers está na minha historia pessoal  e explico. Naquela época - e lá se vão muitos anos - Herbert (que é o meu nome) era raríssimo. Eu mesmo só vim a conhecer um outro Herbert já adulto e até hoje são muito poucos. 
Quando no cinema se anunciava o nome de Herbert Richers... imagine o meu "orgulho de criança"! Lembro-me que alguns colegas chegaram a me apelidar de "Herbert Richers".
É isso ai! Lamento, como brasileiro e - ainda - amante do cinema a perda deste empresario que levou a sério a sua industria de entretenimento criando um dos maiores estudios de dublagem da America Latina e deixou um legado que certamente não será esquecido.
Coloquei um vídeo do JN e um texto da Veja sobre a morte de Herbert Richers que, de resto, está em todos os sites de noticias do Google





Morreu Herbert Richers

Foto: Maurício Melo


"Morreu nesta madrugada no Rio de Janeiro, o lendário Herbert Richers, ex-produtor de cinema e dono do estúdio de dublagem mais famoso do Brasil.
Paulista de Araraquara, radicou-se no Rio de Janeiro antes do vinte anos de idade. Começou seu caminho no mundo do cinema como cinegrafista de cinejornais e documentários.
Até poucos meses atrás, Herbert, de 86 anos, ainda dava expediente diário em seus estúdios. E  jogava golfe, no Gávea Golf Club, várias vezes por semana."
Por Lauro Jardim 

http://www.hellasmultimedia.com/webimages/lines-htm/lines/rule18.gif

Um comentário:

  1. Com todo respeito, odeio filme dublado. São necessários? São, sim mas da mesma forma que a legenda. Como os mudos podem assistir aos filmes? E, se as dublagens fossem boas, e nem sempre com os mesmos seria ótimo.
    Beijos

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