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O dia 7 de junho é marcado pela comemoração da liberdade de imprensa. A liberdade de imprensa é o direito dos profissionais da mídia de fazer circular livremente as informações, um pressuposto para a democracia. O contrário dela é a censura, própria dos governos ditatoriais, que limitam o poder de ação da mídia de acordo com seus interesses particulares. A data é celebrada por profissionais da área através do exercício de seu trabalho ou mesmo em protestos. Em recompensa ao trabalho árduo da imprensa, existem diversos prêmios que prestigiam atuações em situações nem sempre favoráveis à liberdade, como a cobertura de países em guerra, por exemplo. É importante que este dia nos lembre que os meios de comunicação têm o direito e o dever de manter os cidadãos informados. Entretanto, ser livre não quer dizer desrespeitar a liberdade dos outros. Por isso, a imprensa tem o direito de liberdade, mas também tem uma obrigação com a ética. Essa conduta serve para evitar que fatos sejam divulgados sem a devida apuração da verdade, pois a repercussão pode fugir do controle. A força de uma afirmação errada é bem maior do que de um direito de resposta.

pensamento dia

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sábado, 21 de novembro de 2009

Herbert Richers morreu, mas deixou um enorme legado ao cinema do Brasil.



Não posso deixar de registrar no blog um post In Memoriam de Herbert Richers
Quem é da minha geração e foi amante do cinema ai pelas décadas de 60 em diante conhece o famoso bordão "Versão brasileira...Herbert Richers".
O nome de Herbert Richers está na minha historia pessoal  e explico. Naquela época - e lá se vão muitos anos - Herbert (que é o meu nome) era raríssimo. Eu mesmo só vim a conhecer um outro Herbert já adulto e até hoje são muito poucos. 
Quando no cinema se anunciava o nome de Herbert Richers... imagine o meu "orgulho de criança"! Lembro-me que alguns colegas chegaram a me apelidar de "Herbert Richers".
É isso ai! Lamento, como brasileiro e - ainda - amante do cinema a perda deste empresario que levou a sério a sua industria de entretenimento criando um dos maiores estudios de dublagem da America Latina e deixou um legado que certamente não será esquecido.
Coloquei um vídeo do JN e um texto da Veja sobre a morte de Herbert Richers que, de resto, está em todos os sites de noticias do Google





Morreu Herbert Richers

Foto: Maurício Melo


"Morreu nesta madrugada no Rio de Janeiro, o lendário Herbert Richers, ex-produtor de cinema e dono do estúdio de dublagem mais famoso do Brasil.
Paulista de Araraquara, radicou-se no Rio de Janeiro antes do vinte anos de idade. Começou seu caminho no mundo do cinema como cinegrafista de cinejornais e documentários.
Até poucos meses atrás, Herbert, de 86 anos, ainda dava expediente diário em seus estúdios. E  jogava golfe, no Gávea Golf Club, várias vezes por semana."
Por Lauro Jardim 

http://www.hellasmultimedia.com/webimages/lines-htm/lines/rule18.gif

Um comentário:

  1. Com todo respeito, odeio filme dublado. São necessários? São, sim mas da mesma forma que a legenda. Como os mudos podem assistir aos filmes? E, se as dublagens fossem boas, e nem sempre com os mesmos seria ótimo.
    Beijos

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