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sábado, 8 de janeiro de 2011

HSM - Acesse os 120 artigos e temas mais lidos de 2010. Imperdível.

Recebi pela Newsletter do HSM o link com os artigos mais lidos em 2010 organizados mês a mês e não posso deixar de compartilhar essa coleção com os leitores do blog. Uma autêntica maravilha! Um tesouro corporativo. É só ir clicando e escolhendo o que quer ler. São dez artigos a cada mês e cento e vinte no total.
No post fiz um arranjo para facilitar as escolhas de leituras. Algumas delas eu publiquei aqui mesmo na Oficina de Gerencia durante o ano. 
Copiei cada tela de cada mês para expor os textos selecionados pela HSM como aqueles mais acessados durante o periodo.
O acesso ao link do mês será sempre feito pela tela inicial (logo abaixo), mas os artigos são os que estão nas imagens correspondentes a janeiro, fevereiro e assim por diante. Escolha o mês (ou o artigo) clique na imagem e depois, dentro do portal, dirija-se ao mês e ao artigo que for de sua predileção. 
É muito fácil. Recomendo que copiem para seus arquivos particulares e divulguem para seus amigos. Todos, repito, todos são textos excelentes, de autores consagrados e extremamente úteis a quem deseja manter-se atualizado.

Clique na seta e será direcionado ao portal para escolher o mês que desejar e ler as matérias
 

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Teste da Nova Ortografia





A


 Reforma Ortográfica Brasileira está viva. Continua fascinando e... Fazendo vítimas. Neste mês de janeiro ela faz seu segundo aniversário. Dois anos de vida e é ainda tema de uma discussão infindável entre os especialistas e os leigos (incluo-me entre estes) que gostam de escrever e necessitam conhecer as fatídicas regrinhas léxicas e gramaticais que regem - diga-se que de forma titânica - a nossa língua mater.
V
ivo, desde o "lançamento" da nova ortografia, buscando gravar (talvez fosse mais apropriado escrever...decorar) as modificações introduzidas. Tem hífen ou não tem? Tem acento ou não? O trema ficou fácil porque foi exterminado de uma vez por todas, mas o hífen... Ah! O hífen!!!! Aliás, alguém ai sabe me dizer se hífen tem acento mesmo?
B
rincadeiras à parte o que está nesse post é um teste que o site da revista Veja publicou desde quando a nova ortografia foi lançada há dois anos. Dois anos! É o melhor que já encontrei. Vai como forma de "comemorar" o aniversário dela, a Reforma Ortografica. 
C
oloquei o teste inteiro em forma de imagens para dar uma ideia (lá estava eu escrevendo ideia com acento...) do conjunto das perguntas. Para fazer o teste, o que recomendo, é só clicar em qualquer trecho das imagens para ser redirecionado ao site da Veja ou clicar sobre o link amarelo que está ao final.
N
o finzinho do post está uma imagem do infografico (muito bom por sinal) com o conjunto completo das regras da Nova Ortografia. Clique sobre ele para consultá-lo e guarde o link em seus favoritos ou divulgue-o entre seus amigos de redes sociais, seu blog ou site. Vamos lá?



  •  
Clique na imagem e acesse o infográfico com as regras da Nova Ortografia

Teoria de Maslow ainda sobrevive. Aprenda sobre ela.

Clique sobre a relação e conheça o texto sobre o tema

A
http://www.buscadorerrante.com/wp-img/maslow.jpgs teorias motivacionais nunca saem de moda. Elas estão sempre mudando de nome, apresentando alguns ângulos novos em relação às pré-existentes, mas nunca deixam de ser estudadas e discutidas nos ambientes corporativos, acadêmicos ou não. Na verdade todas elas procuram explicar um dos grandes mistérios do caldeirão de feitiços administrativos. Refiro-me à motivação como ferramenta de gerencia.
Todos os psicologos que trabalham com empresas que conheci e conheço dissertam com a maior destreza sobre "suas" teorias motivacionais. Cada um tem sua abordagem e todas elas sempre muito bem fundamentadas. Os gerentes e administradores não ficam atrás. Os professores acadêmicos e pesquisadores então nem se fala... Ou seja, teoria motivacional e motivação são produtos infinitos nas prateleiras dos supermercados corporativos. Tem para todo mundo e cabe direitinho dentro das bagagens profissionais de cada um.
É claro que eu também tenho as minhas teorias, mas permitam-me não dissertar sobre elas no momento. Nesse post quero apenas colocar o assunto na pauta dos leitores interessados em (re) aprender sobre motivação no ambiente de trabalho e socio-familiar. Para quem tenha a ambição de se tornar um executivo e comandar pessoas a habilidade de saber motivar os colaboradores e vital, ou seja, sem ela o fracasso é tão certo quanto 2+2=4.
http://www.merkatus.com.br/10_boletim/maSLOW.gifO que apresento abaixo é um vídeo (em espanhol porque os que estão em português são horrorosos) sobre a Teoria Motivacional de Maslow. Na minha humilíssima opinião é a melhor de todas que apareceram até agora. Maslow criou e desenvolveu a sua Hierarquia de Necessidades. Ele próprio foi um critico de sua teoria considerando-a imperfeita. Os modernos pesquisadores consideram-na ultrapassada, entretanto ela continua sobrevivendo, sendo ensinada e discutida nos seminários, cursos temáticos e fóruns. Livros, artigos e ensaios são escritos sobre a Hierarquia todos os anos. 
Coloco-a aqui, pois nas conversas com minha equipe e pequenas palestras que produzo percebo que há muita curiosidade e imenso desconhecimento e (em alguns casos) até desinteresse dos "candidatos às chefias corporativas" sobre as teorias da administração. Estou sempre chamando a atenção destes para que se ocupem em aprender um pouco das teorias motivacionais. É necessário que esses jovens futuros executivos não cheguem aos seus objetivos sem saber pensar subjetivamente e teorizar sobre os comportamentos das pessoas que irão comandar.



quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Superdicas para escrever bem (2)


[Editado e republicado]
Este é o segundo post (veja o primeiro clicando neste link) da série de áudios ''Superdicas para escrever bem" que estou republicando no blog em capítulos a partir do audiolivro da Doutora Edna Maria Barian Perroti.
Aconselho que vocês adquiram o audiolivro (clique no link) para melhor fixação do aprendizado. 
Sugiro, por exemplo, ouvir as dicas no automóvel, quando estiver navegando na Internet ou ainda naquela horinha antes de pegar nos sono.
Desnecessário dizer da importância da boa escrita para quem queira crescer nas carreiras do mundo corporativo. Todas as carreiras.
Esta série de "dicas" é uma das melhores contribuições que posso trazer aos leitores.


(Clique na imagem abaixo e vá ao site da livraria Relativa para ver a página do audiolivro)
No post de hoje coloquei apenas dois áudios,
  • [2]. "Tenha jogo de cintura" e
  • [3]. "Observe como os outros escrevem"
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[Dica nº 2 - Tenha jogo de cintura]
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[Dica nº 3 - Observe como os outros escrevem]
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NOTA - No audiolivro, selo da Editora Saraiva, existe a advertência "Todos os direitos reservados. Proibida a cópia sem autorização". Obviamente não tenho a autorização explícita da Dra. Edna, mas espero não estar ferindo a lei de autoria em vista de dar todos os créditos da obra e promover a sua aquisição (que realmente recomendo pelo seu valor).

Leia abaixo as dicas que serão publicadas no proximo post:
.
4. Expresse o que você pensa- 2:21
5. Cultive o hábito da leitura -2:28
6. Conheça as características do texto - 2:25
7. Situe o leitor - 2:40
8. (Re)vele suas intenções-2:33
9. Apresente informações atualizadas - 2:40


 

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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Criatividade pode ser estimulada? Leia e tire sua conclusão.

Resultado de imagem para criatividade

S

im senhores!
Trago-lhes um texto que "fala" sobre comportamentos corporativos. Serve também para as condutas na vida pessoal.
Neste caso a abordagem é feita sobre um tema que os executivos - lideres ou gerentes e porque não chefias também? - lidam a cada momento com seus colaboradores. Refiro-me à criatividade ou à falta dela.
Quando nas minhas preleções cobro do meu pessoal as ações criativas em seus trabalhos cotidianos às vezes parece que estou pedindo que façam milagres. Um ou outro consegue captar o que realmente estou demandando. A maioria simplesmente não compreende que ser criativo não é nenhuma qualidade excepcional ou algum dom de cérebros privilegiados.
A criatividade é um hábito, uma rotina... Como qualquer costume necessita ser praticado e é exatamente ai que a "falta de criatividade" opera. Uma pessoa criativa está sempre ligada e praticando a criatividade. Em todos os seus momentos. Costumo dizer que até para escovar os dentes podemos (e devemos) ser criativos.
Para que exercer função de liderança e de gerencia é fundamental que o referido cidadão tenha condições e conhecimentos para estimular em seu time a pratica da originalidade. Para tanto, obviamente, ele próprio precisa ser um comandante criativo.
É deste assunto que trata o artigo do conceituado psicologo, autor de livros e palestrante Floriano Serra. Leiam com atenção o artigo e aprenderão bastante sobre como tratar dessa importante ferramenta de trabalho que é a criatividade. Como faço usualmente coloco uma "pitada" do artigo para que os interessados possam ter uma idéia do que irão ler na sequencia:
  • [...] "Nos meus tempos de consultor, eu me divertia muito falando sobre criatividade. Até porque criatividade é algo intimamente relacionado com alegria e bom humor. Não existem pessoas mal-humoradas que sejam criativas – e vice-versa. Pessoas mal-humoradas costumam ser formais; pessoas formais têm o pensamento essencialmente linear. E a criatividade movimenta-se através de caminhos tortuosos e imprevisíveis. Loooogo..." [...]
Por favor, não percam essa oportunidade.



As Três Perguntas Estimuladoras Da Criatividade   

(As imagens foram inseridas pela Oficina de Gerencia como forma de ilustrar o texto original)

Alguém já disse e eu acredito: atualmente, sai ganhando não a empresa que faz mais, mas a que faz primeiro. A Pfizer que o diga, com o seu imbatível Viagra.
 
Essa premissa deveria levar as empresas a investir mais no desenvolvimento da capacidade de iniciativa e de ousadia do seu pessoal responsável tanto pela criação e realização de programas internos, quanto pelo desenvolvimento e lançamento de novos produtos e serviços.
 
Na maioria das empresas, muitas coisas deixam de ser feitas por não se tentar fazê-las. E assim, ótimos negócios abortam antes de serem propostos, produtos deixas de ser fabricados, serviços deixam de ser oferecidos, projetos não saem do papel, boas idéias perdem-se em palavras entusiasmadas, mas logo esquecidas.

Por que isso acontece, quando sabemos da ferrenha competitividade do mercado e da ânsia geral das empresas em lançar novidades?

 
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGl78EZBSfWrU-qWIZvZO67Wa6v9hGA72uUzkNAPT5xXkQ56Orey8U_U9yXEinDay187730uqQYbt6LiUw1gKONhNxTnjDlvOolP0vGV7khoNQnIBiuFrGt7HY70HtvBZlQFWOVP0qmzPJ/s320/bloqueio_criatividade-by_cr.jpgA este respeito, gostaria de fazer alguns comentários.
 
Alguns profissionais – apesar de altamente competentes – têm como forte característica de personalidade o excesso de cautela, de prudência - o que, não raro, deixa-os a um passo do tradicionalismo e do convencionalismo. Tais profissionais limitam-se a fazer o óbvio, o lógico e o convencional. Enquanto isso, outros profissionais pecam pelo extremo oposto: são também competentes, mas inconseqüentemente ousados, aventureiros e jogadores, correndo ou fazendo a empresa correr riscos desnecessários.
 
Bom, nem tanto ao céu, nem tanto à terra. Bom senso e equilíbrio não fazem mal a ninguém.

Claro que aquela primeira e tímida postura não favorece em nada nenhum tipo de crescimento ou desenvolvimento. Nada teria sido inventado ou descoberto ao longo de toda a história da humanidade – em qualquer área e segmento da vida humana – se arrojados pioneiros não tivessem tentado ações consideradas como "absurdas" e "impossíveis". Eu penso nisso toda vez que vou colocar minhas lentes de contato. Já pensaram na reação da equipe daquele "louco" quando, pela primeira vez, teve a "absurda" idéia de propor a fabricação de "pequenos círculos de vidro" para serem aplicados diretamente sobre nossos sensíveis olhos?

 
Para dar um exemplo mais atual: até há pouco tempo, alguém pensaria ser possível, viável ou lucrativo fabricar uma máquina fotográfica sem filme? E, no entanto, estão aí as câmeras digitais vendendo que nem água (a propósito, água vende muito?). É por essas e outras que a criatividade anda em alta nas empresas. O mercado está apinhado de livros, consultores, cursos e palestras sobre o tema. E isso é muito bom, porque ainda tem muita coisa para ser renovada, recriada, repensada e mesmo criada nos processos administrativos e operacionais das empresas. E há principalmente muita coisa para ser descoberta ou inventada e oferecida a um mercado sempre receptivo a novidades interessantes ou úteis.
http://www.doceshop.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/03/mapa_mental_diagrama_criatividade.jpg 
Nos meus tempos de consultor, eu me divertia muito falando sobre criatividade. Até porque criatividade é algo intimamente relacionado com alegria e bom humor. Não existem pessoas mal-humoradas que sejam criativas – e vice-versa. Pessoas mal-humoradas costumam ser formais; pessoas formais têm o pensamento essencialmente linear. E a criatividade movimenta-se através de caminhos tortuosos e imprevisíveis. Loooogo...
 
Como estava dizendo, desde que as aprendi, sempre usei e até hoje recomendo três perguntas "mágicas" para ajudar no desabrochar da criatividade. Acho mesmo que todo profissional que trabalha com propaganda, marketing, pesquisa, criação, desenvolvimento de projetos, produtos e serviços, deveria imprimir estas três perguntas em letras garrafais e afixá-las em sua sala de trabalho, em lugar bem visível.
 
PRIMERA PERGUNTA: "E SE...?" – Tudo aquilo que um dia criou-se e se inventou começou por essa pergunta. E se... fabricássemos um carro que voa? Veio o primeiro e rudimentar avião. E se fabricássemos uma caixa através da qual a gente pudesse ouvir e ver imagens? Veio a televisão. E se fossemos até Marte? E se desintegrássemos o átomo? E se misturarmos "a" com "b"? E se adicionarmos...? Faça uma experiência prática na sua casa: nestes dias chuvosos de inverno, quando toda a família está sem poder sair, reúna o pessoal e convide todo mundo a dar idéias a respeito de como preencher criativamente o tempo, começando a sugestão sempre por E se...?.
 
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKfGD2Joiu8hO3MW-8Pcble4Wfw3ujQw9P0zbihnE1ZZKj4dmqnMDKzuGib43ie-6omu-h8ifXL-ZCqwh2ZPxh-BlO3U0wq7rqwNe0NlS-BYMv25rVETk8993rm4m8TLI0Rd6GJeDPhjct/s400/criatividade+hemisf%C3%A9rios+2.jpgSEGUNDA PERGUNTA: "E POR QUE NÃO?" - A melhor idéia do mundo não resultará em nada se a reação interior de quem a propõe não for "E por que não?". Ou seja, a própria pessoa precisa acreditar no seu taco. A mesma reação é esperada da equipe de trabalho: "E por que não?". Repito: num processo criativo, após você expressar sua idéia, é absolutamente indispensável que a reação da sua equipe seja: "E POR QUE NÃO?". Esta reação significa um voto de confiança na sua idéia. Significa: "Sim, por que não tentar?" ou então, "Ok, vamos examinar melhor essa idéia e ver no que dá!". Sem esta postura receptiva, a boa idéia "morre" ali mesmo. É muito fácil "matar" uma boa idéia. Basta alguém retrucar, secamente, com uma das frases abaixo:
 
* Não dá.
* Não pode.
* Não funciona.
* Não dá certo.
* Não acredito nisso.
* Não tem mercado.
* Não é possível.
* É muito difícil.
* Não compensa.
* Não faz sentido.

 
TERCEIRA PERGUNTA: "E QUE MAIS?" - Não basta apenas uma ótima idéia. Precisamos de várias. Dezenas, centenas, um monte delas. Quanto mais, melhor. Depois, que seja feita uma lista delas e sejam definidas prioridades.
 
O passo seguinte deste processo de resposta às três perguntas, é aação. É o fazer acontecer. Idéias maravilhosas que não resultam em ações, não passam de brincadeira de "vamos ver quem é mais gênio?".
 
Finalizando: quantas vezes você não já se surpreendeu diante do anúncio de um produto ou serviço inovador e se perguntou:"Caramba! Como ninguém pensou nisso antes?. Se isso acontece com relação a um produto ou serviço que não tem nada a ver com o que se fabrica na sua empresa, menos mal. Chato mesmo é quando se trata de um produto da concorrência. Você não vai esperar que isso aconteça, vai?