||| 06 de junho DE 2026 ||| sábado ||| dia nacional do teste do pezinho ||| “Felicidade é nada mais que boa saúde e memória ruim”― Albert Schweitzer |||

Bem vindo

Bem vindo

O Dia Nacional do Teste do Pezinho é celebrado anualmente em 6 de junho no Brasil. A data tem como principal objetivo conscientizar a população sobre a importância deste exame simples, rápido e fundamental para a saúde dos recém-nascidos. Instituída pela Lei nº 11.605, de 5 de dezembro de 2007, a data reforça a relevância da triagem neonatal para a identificação precoce de doenças que podem comprometer o desenvolvimento infantil. Graças ao Teste do Pezinho, milhares de crianças podem receber diagnóstico e tratamento antes mesmo do aparecimento dos primeiros sintomas, aumentando significativamente as suas possibilidades de crescimento saudável e qualidade de vida. O que é o Teste do Pezinho? O Teste do Pezinho é um exame de triagem neonatal realizado através da coleta de algumas gotas de sangue do calcanhar do bebê. O sangue é colocado em um papel-filtro e encaminhado para análise laboratorial. O exame permite identificar precocemente diversas doenças que podem afetar o crescimento, o desenvolvimento neurológico e até colocar a vida da criança em risco. O nome "Teste do Pezinho" surgiu justamente porque a coleta é feita por meio de uma pequena picada no calcanhar do recém-nascido. Apesar de simples e rápida, essa pequena amostra de sangue pode fazer uma enorme diferença na prevenção de complicações graves e na garantia de um futuro mais saudável para a criança. Quando o exame deve ser realizado? O Ministério da Saúde recomenda que o Teste do Pezinho seja feito preferencialmente entre o 3º e o 5º dia de vida do bebê. A realização dentro desse período é fundamental para que eventuais alterações sejam identificadas rapidamente e o tratamento seja iniciado o mais cedo possível. Doenças que podem ser identificadas Ao longo dos anos, o Programa Nacional de Triagem Neonatal ampliou o número de doenças rastreadas pelo exame. Entre as condições que podem ser detectadas estão: • Fenilcetonúria; • Hipotireoidismo congênito; • Doença falciforme e outras hemoglobinopatias; • Fibrose cística; • Hiperplasia adrenal congênita; • Deficiência de biotinidase. O diagnóstico precoce permite iniciar tratamentos específicos antes que ocorram sequelas ou complicações irreversíveis.

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
Lev Nikoláievitch Tolstói, também conhecido em português como Liev, Leão, Leo ou Leon Tolstói; Governorado de Tula, 9 de setembro de 1828 – Astapovo, 20 de novembro de 1910) foi um escritor russo, amplamente reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos. Nascido em 1828, em uma família aristocrática, Tolstói é conhecido pelos romances Guerra e Paz (1869) e Anna Karenina (1877), muitas vezes citados como verdadeiros pináculos da ficção realista. Ele alcançou aclamação literária ainda jovem, primeiramente com sua trilogia semiautobiográfica, Infância, Adolescência e Juventude (1852-1856) e por suas Crônicas de Sebastopol (1855), obra que teve como base suas experiências na Guerra da Crimeia. A ficção de Tolstói inclui dezenas de histórias curtas e várias novelas como A Morte de Ivan Ilitch (1886), Felicidade Conjugal (1859), "Guerra e Paz" (1869) e Hadji Murad (1912). Ele também escreveu algumas peças e diversos ensaios filosóficos. Durante a década de 1870, Tolstói experimentou uma profunda crise moral, seguida do que ele considerou um despertar espiritual igualmente profundo, conforme descrito em seu trabalho não-ficcional A Confissão (1882). Sua interpretação literal dos ensinamentos éticos de Jesus, centrada no Sermão da Montanha, fez com que ele se tornasse um fervoroso anarquista cristão e pacifista. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Liev_Tolst%C3%B3i}

 

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Teoria de Maslow ainda sobrevive. Aprenda sobre ela.

Clique sobre a relação e conheça o texto sobre o tema

A
http://www.buscadorerrante.com/wp-img/maslow.jpgs teorias motivacionais nunca saem de moda. Elas estão sempre mudando de nome, apresentando alguns ângulos novos em relação às pré-existentes, mas nunca deixam de ser estudadas e discutidas nos ambientes corporativos, acadêmicos ou não. Na verdade todas elas procuram explicar um dos grandes mistérios do caldeirão de feitiços administrativos. Refiro-me à motivação como ferramenta de gerencia.
Todos os psicologos que trabalham com empresas que conheci e conheço dissertam com a maior destreza sobre "suas" teorias motivacionais. Cada um tem sua abordagem e todas elas sempre muito bem fundamentadas. Os gerentes e administradores não ficam atrás. Os professores acadêmicos e pesquisadores então nem se fala... Ou seja, teoria motivacional e motivação são produtos infinitos nas prateleiras dos supermercados corporativos. Tem para todo mundo e cabe direitinho dentro das bagagens profissionais de cada um.
É claro que eu também tenho as minhas teorias, mas permitam-me não dissertar sobre elas no momento. Nesse post quero apenas colocar o assunto na pauta dos leitores interessados em (re) aprender sobre motivação no ambiente de trabalho e socio-familiar. Para quem tenha a ambição de se tornar um executivo e comandar pessoas a habilidade de saber motivar os colaboradores e vital, ou seja, sem ela o fracasso é tão certo quanto 2+2=4.
http://www.merkatus.com.br/10_boletim/maSLOW.gifO que apresento abaixo é um vídeo (em espanhol porque os que estão em português são horrorosos) sobre a Teoria Motivacional de Maslow. Na minha humilíssima opinião é a melhor de todas que apareceram até agora. Maslow criou e desenvolveu a sua Hierarquia de Necessidades. Ele próprio foi um critico de sua teoria considerando-a imperfeita. Os modernos pesquisadores consideram-na ultrapassada, entretanto ela continua sobrevivendo, sendo ensinada e discutida nos seminários, cursos temáticos e fóruns. Livros, artigos e ensaios são escritos sobre a Hierarquia todos os anos. 
Coloco-a aqui, pois nas conversas com minha equipe e pequenas palestras que produzo percebo que há muita curiosidade e imenso desconhecimento e (em alguns casos) até desinteresse dos "candidatos às chefias corporativas" sobre as teorias da administração. Estou sempre chamando a atenção destes para que se ocupem em aprender um pouco das teorias motivacionais. É necessário que esses jovens futuros executivos não cheguem aos seus objetivos sem saber pensar subjetivamente e teorizar sobre os comportamentos das pessoas que irão comandar.



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.