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Quinto Horácio Flaco (em latim Quintus Horatius Flaccus, Venúsia, 8 de dezembro de 65 a.C. — Roma, 27 de novembro de 8 a.C.) foi um poeta e filósofo romano, amplamente reconhecido como um dos maiores e mais importantes poetas da Roma Antiga. Sua Odes exerceram grande influência na literatura e língua latina, e seu poema didático Ars Poetica é uma das bases teóricas da poesia de tradição clássica. A obra de Horácio, assim como a de Virgílio, foi patrocinada por Caio Clínio Mecenas com o intuito de reestabelecer a ordem após a consolidação do Império Romano por César Augusto. Por conta disso, ambos os poetas foram considerados, ao longo do séculos, como os maiores da Roma Antiga, no entanto, muitos críticos modernos rejeitam essa posição. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Hor%C3%A1cio]


sábado, 22 de julho de 2023

Messi... O Filho das Estrelas e das Emoções Incríveis.

 



Se fosse um filme com produção de supershow, tudo ensaiado, preparado, iluminado e esperando só o grito de "ação", não teria sido mais perfeito do que a noite de ontem (21/7/2023) para o grande e incrível  Leonel Messi e todos os amantes do futebol. Sua estreia no Inter Miami, seu novo clube, comprovou que Messi é - sem favor nenhum - o maior jogador de futebol dos últimos tempos. E "por últimos tempos" quero dizer desde a geração Pelé e sem compará-los (veja nota ao final do post) 

O título que dei ao post, "Messi... O Filho das Estrelas e das Emoções Incríveis." revela a minha emoção, como amante do futebol, ao assistir um atleta, como o argentino, receber as bençãos que só os seres iluminados têm direito; comecemos por lembrar alguns dos seus principais títulos: 

  • Melhor do mundo aos 36 anos, pela 7ª vez; 
  • Campeão do Mundo e Olímpico pela Argentina; 
  • Campeão da Champions League por 3 vezes (Barcelona);
  • Jogador com maior número de títulos no futebol mundial (35 conquistas pelo Barça, 3 pelo PSG e 5 pela Argentina - 43 ao todo ) *

Não bastasse isso tudo, Messi surpreende o mundo -  e não só o do futebol - e vai para os EUA; escolhe encerrar sua gloriosa carreira no modestíssimo Inter Miami, a convite de David Beckham (sócio da franquia) e em busca da sua saude mental, como ele mesmo declarou. Duvido que a terá da forma que pensou.

Estreia marcada, expectativa no mundo do futebol... Estádio lotado em jogo pela Leagues Cup (quem já tinha ouvido falar dessa liga?); e entra Messi em campo aos 8 minutos do 2º tempo; endeusado, aclamado, ovacionado pela totalidade do estádio. 

A torcida queria apenas... ver o Messi no seu jogo de estreia, na nova vida, na nova aventura do gênio. Mas como fez repetidas vezes em sua carreira, o argentino produziu o gran finale do espetáculo. Jogo empatado em um gol, 49 minutos do 2º tempo, último lance e ele faz um gol de falta "à la Messi" (ver nos vídeos).


E fica a pergunta: é um ser iluminado ou, não é? Quantas vezes vimos acontecer coisas assim, essas... "coincidências", com as quais o Universo presenteia os seus escolhidos. Eu, pessoalmente e por minhas crendices, não acredito nesses acasos. O cara é mesmo um... "favorito dos deuses do futebol".

O assunto hoje, certamente, vai bater recorde de buscas no Google Trends, no mundo inteiro. Para facilitar a vida dos leitores da Oficina de Gerência postei quatro vídeos do YouTube sobre a estreia do Messi vestindo o uniforme rosa do Inter Miami. 

Recomendo vê-los todos. Cada um terá alguma coisinha diferente do outro, mas em comum o gol consagrador do iluminado Messi. Não para conter as emoções do instante mágico.

* Por enquanto ao lado de Daniel Alves, mas logo o ultrapassará.




Momentos captados de Messi no Jogo
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Momentos intensos do jogo com Messi

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A loucura tomou conta do estádio com o gol de Messi.

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Mais momentos do jogo e da entrada de Messi no Inter Miami

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Alguém, menos avisado, cairá na tentação de comparar a estréia de Messi com a do Pelé (contratado pelo Cosmos, em 1975).  Não vou cair na asneira de comparar os dois. Não tem nenhum sentido. 

E posso falar com a autoridade de haver acompanhado e vivido a era Pelé, por inteiro (incluindo as copas de 58 a 70), inclusive como  jornalista e repórter da Rádio Clube de Pernambuco (Recife) no final da década de 60 e início dos anos 70  -  onde o vi jogar à beira do gramado e o entrevistei por diversas vezes. Tive esse privilégiona vida. 

Para os curiosos, busco a opinião de um profissional que respeito muito - Maurício Noriega - que escreveu excelente artigo em sua coluna para o site Trivela (clique aqui)


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