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Dia Internacional do Maçom, instituído em data de 22 de fevereiro por ocasião da Reunião Anual dos Grãos-Mestres das Grandes Lojas da América do Norte (Canadá, México e Estados Unidos) realizada nos dias 20, 21 e 22 de fevereiro do ano de 1994, quando o Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, Irmão Fernando Paes Coelho Teixeira, sugeriu que no dia 22 de fevereiro fosse comemorado o Dia Internacional do Maçom em homenagem à data de nascimento de George Washington. Por ocasião dessa reunião, que teve a presença, dentre outros, da Grande Loja Unida da Inglaterra, da Grande Loja Nacional Francesa, do Grande Oriente da Itália, da Grande Loja das Filipinas, Grande Loja Regular da Grécia, de Portugal, inclusive do Grande Oriente do Brasil pelo seu Grão-Mestre Geral, saudoso Irmão Francisco Murilo Pinto, ao encerramento da assembleia, houve a concordância de que ficasse estabelecido, a partir daí, o Dia Internacional do Maçom a 22 de fevereiro homenageando assim o Irmão George Washington, fato que seria então comemorado por todas as Obediências Regulares.


François-Marie Arouet (21 de novembro de 1694 — 30 de maio de 1778) foi um escritor, historiador e filósofo iluminista francês. Conhecido por seu pseudônimo M. de Voltaire, ele era famoso por sua sagacidade e suas críticas ao cristianismo — especialmente à Igreja Católica Romana — e à escravidão. Voltaire defendia a liberdade de expressão, liberdade de religião e separação entre igreja e estado. Voltaire foi um escritor versátil e prolífico, produzindo obras em quase todas as formas literárias, incluindo peças de teatro, poemas, romances, ensaios, histórias e exposições científicas. Ele escreveu mais de vinte mil cartas e dois mil livros e panfletos. Voltaire foi um dos primeiros autores a se tornar conhecido e comercialmente bem-sucedido internacionalmente. Ele era um defensor declarado das liberdades civis e estava em constante risco com as rígidas leis de censura da monarquia católica francesa. Suas polêmicas satirizavam a intolerância, o dogma religioso e as instituições francesas de sua época. Sua obra mais conhecida e magnum opus, Cândido, ou O Otimismo, é uma novela que comenta, critica e ridiculariza muitos eventos, pensadores e filosofias de seu tempo. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Voltaire}


sexta-feira, 15 de abril de 2011

"Nas Tabernas dos Antigos Maçons". Livro do escritor-maçom e meu Ir:. Luiz Gonzaga da Rocha

"Drummond, Há um ditado que diz - "Agua mole em ROCHA dura, tanto bate até que fura". Você venceu. Eis aqui a obra. Leia com carinho. 
Brasilia, 06.04.2011"

Esta é a "tradução" da dedicatória (imagem ao lado) que o meu caríssimo Irmão Maçom, escritor e intelectual da maçonaria brasileira, Luiz Gonzaga da Rocha escreveu em seu livro "Nas Tabernas dos Antigos Maçons" (Editora Trolha) para me presentear (veja imagem abaixo). 

O"você venceu", na dedicatória, significa que eu passei quase dois anos pedindo ao Gonzaga que se dignasse a me presentear com seu livro – o primeiro dos vários que ele escreveu - com a devida dedicatória. E ele sempre dizendo que não o tinha mais em seu acervo particular e na editora já estava esgotado... Esse exemplar que dedicou a mim deve ser um dos ultimos, mas ele conseguiu abrir mão. Prometi, em loja, que publicaria a dedicatória dele e aqui está. 

O que o Gonzaga (acho) não sabe é que encontrei exatamente este livro dele disponível nas Lojas Americanas (clique na imagem para visitar o site e adquirir a obra se ainda existir no estoque). Fiz a compra do livro que pelo visto era o ultimo no site.

A rigor esse post é para homenagear o maçom Luiz Gonzaga da Rocha, pernambucano de Brasilia e torcedor do Santa Cruz (coitado!). Não vou aqui tecer loas à inteligência e cultura do meu Ir:. Gonzaga. Já o fiz em um post anterior (clique aqui) além de ter publicado dois ou três dos seus artigos aqui no blog em 2008 e entre os quais um que ainda faz grande sucesso. Refiro-me ao post "D. Pedro I era maçom e seu cognome era Guatimozin."

Além do que está no seu privilegiado "currículo" publicado no post, de lá (2008) para cá (2011) Gonzaga foi indicado para compor o corpo dos onze juízes do Tribunal Distrital de Justiça do Grande Oriente do Distrito Federal e foi eleito o Presidente das Academias de Cultura Maçônica do Brasil.

Tenho, como todos os irmãos da Loja Antônio Francisco Lisboa, do GODF, a Oficina do Aleijadinho, um enorme orgulho de ter o Respeitável Irmão Luiz Gonzaga da Rocha como obreiro em nossas colunas. Faço-lhe esta homenagem com grande alegria e prazer.

 

"As questões e argumentações apresentadas nas páginas deste livro, não são fantásticas nem desconcertantes como podem, a princípio, parecer ou querer dar a entender o Autor. Neste livro, o Autor busca, não o quanto, mas o tanto que existe de conhecimentos poucos conhecidos ainda, na busca da Verdade, pesquisando, reescrevendo os fatos, testemunhando, sem resvalar no esoterismo complacente que ampara sem fazer pensar." (trecho de abertura da introdução do livro, pelo autor)

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