||| 08 de fevereiro DE 2026 ||| DOMINGO ||| fEVEREIRO rOXO E lARANJA ||| "O fraco nunca perdoa. O perdão é a característica do forte.” (Mahatma Gandhi) |||

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O mês de fevereiro recebeu as cores roxo e laranja com o propósito de conscientizar a sociedade brasileira sobre Lupus, Mal de Alzheimer, Fibromialgia e Leucemia. Apesar de atingir um número significativo da população, muitas pessoas ainda não entendem as dificuldades vividas diariamente pelos pacientes portadores dessas doenças graves. Mas, nos próximos tópicos vamos explicar mais sobre cada uma delas. Fevereiro Roxo: o que é? O Fevereiro Roxo surgiu em 2014 para conscientizar a população em relação ao Lúpus, ao Alzheimer e à Fibromialgia. A campanha teve início em Uberlândia, Minas Gerais, e passou também a ser promovida por ONGs e pelo Governo Federal. Ainda que tenham diferentes sintomas e tratamentos, as três doenças têm uma coisa em comum: o fato de não possuírem cura. É por isso que o Fevereiro Roxo enfatiza tanto a importância do diagnóstico correto e precoce. Assim, o paciente tem acesso mais rápido a um tratamento eficaz que pode aumentar significativamente sua qualidade de vida.Fevereiro Laranja: o que é? O Laranja é a cor usada no mês de fevereiro para chamar atenção da população sobre a prevenção, diagnóstico e combate à leucemia, tipo de câncer mais frequente entre crianças e adolescentes. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) é que, entre 2023 e 2025, o Brasil tenha mais de 11 mil casos de Leucemia por ano. A informação pode ser encontrada no documento Estimativa 2023 – Incidência de Câncer no Brasil. Assim, para conscientizar o público sobre a doença e incentivar a doação de medula óssea, a Assembleia Legislativa de São Paulo criou a iniciativa Fevereiro Laranja em 2019.


Quinto Horácio Flaco (em latim Quintus Horatius Flaccus, Venúsia, 8 de dezembro de 65 a.C. — Roma, 27 de novembro de 8 a.C.) foi um poeta e filósofo romano, amplamente reconhecido como um dos maiores e mais importantes poetas da Roma Antiga. Sua Odes exerceram grande influência na literatura e língua latina, e seu poema didático Ars Poetica é uma das bases teóricas da poesia de tradição clássica. A obra de Horácio, assim como a de Virgílio, foi patrocinada por Caio Clínio Mecenas com o intuito de reestabelecer a ordem após a consolidação do Império Romano por César Augusto. Por conta disso, ambos os poetas foram considerados, ao longo do séculos, como os maiores da Roma Antiga, no entanto, muitos críticos modernos rejeitam essa posição. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Hor%C3%A1cio]


sexta-feira, 15 de abril de 2011

"Nas Tabernas dos Antigos Maçons". Livro do escritor-maçom e meu Ir:. Luiz Gonzaga da Rocha

"Drummond, Há um ditado que diz - "Agua mole em ROCHA dura, tanto bate até que fura". Você venceu. Eis aqui a obra. Leia com carinho. 
Brasilia, 06.04.2011"

Esta é a "tradução" da dedicatória (imagem ao lado) que o meu caríssimo Irmão Maçom, escritor e intelectual da maçonaria brasileira, Luiz Gonzaga da Rocha escreveu em seu livro "Nas Tabernas dos Antigos Maçons" (Editora Trolha) para me presentear (veja imagem abaixo). 

O"você venceu", na dedicatória, significa que eu passei quase dois anos pedindo ao Gonzaga que se dignasse a me presentear com seu livro – o primeiro dos vários que ele escreveu - com a devida dedicatória. E ele sempre dizendo que não o tinha mais em seu acervo particular e na editora já estava esgotado... Esse exemplar que dedicou a mim deve ser um dos ultimos, mas ele conseguiu abrir mão. Prometi, em loja, que publicaria a dedicatória dele e aqui está. 

O que o Gonzaga (acho) não sabe é que encontrei exatamente este livro dele disponível nas Lojas Americanas (clique na imagem para visitar o site e adquirir a obra se ainda existir no estoque). Fiz a compra do livro que pelo visto era o ultimo no site.

A rigor esse post é para homenagear o maçom Luiz Gonzaga da Rocha, pernambucano de Brasilia e torcedor do Santa Cruz (coitado!). Não vou aqui tecer loas à inteligência e cultura do meu Ir:. Gonzaga. Já o fiz em um post anterior (clique aqui) além de ter publicado dois ou três dos seus artigos aqui no blog em 2008 e entre os quais um que ainda faz grande sucesso. Refiro-me ao post "D. Pedro I era maçom e seu cognome era Guatimozin."

Além do que está no seu privilegiado "currículo" publicado no post, de lá (2008) para cá (2011) Gonzaga foi indicado para compor o corpo dos onze juízes do Tribunal Distrital de Justiça do Grande Oriente do Distrito Federal e foi eleito o Presidente das Academias de Cultura Maçônica do Brasil.

Tenho, como todos os irmãos da Loja Antônio Francisco Lisboa, do GODF, a Oficina do Aleijadinho, um enorme orgulho de ter o Respeitável Irmão Luiz Gonzaga da Rocha como obreiro em nossas colunas. Faço-lhe esta homenagem com grande alegria e prazer.

 

"As questões e argumentações apresentadas nas páginas deste livro, não são fantásticas nem desconcertantes como podem, a princípio, parecer ou querer dar a entender o Autor. Neste livro, o Autor busca, não o quanto, mas o tanto que existe de conhecimentos poucos conhecidos ainda, na busca da Verdade, pesquisando, reescrevendo os fatos, testemunhando, sem resvalar no esoterismo complacente que ampara sem fazer pensar." (trecho de abertura da introdução do livro, pelo autor)

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