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O dia 7 de junho é marcado pela comemoração da liberdade de imprensa. A liberdade de imprensa é o direito dos profissionais da mídia de fazer circular livremente as informações, um pressuposto para a democracia. O contrário dela é a censura, própria dos governos ditatoriais, que limitam o poder de ação da mídia de acordo com seus interesses particulares. A data é celebrada por profissionais da área através do exercício de seu trabalho ou mesmo em protestos. Em recompensa ao trabalho árduo da imprensa, existem diversos prêmios que prestigiam atuações em situações nem sempre favoráveis à liberdade, como a cobertura de países em guerra, por exemplo. É importante que este dia nos lembre que os meios de comunicação têm o direito e o dever de manter os cidadãos informados. Entretanto, ser livre não quer dizer desrespeitar a liberdade dos outros. Por isso, a imprensa tem o direito de liberdade, mas também tem uma obrigação com a ética. Essa conduta serve para evitar que fatos sejam divulgados sem a devida apuração da verdade, pois a repercussão pode fugir do controle. A força de uma afirmação errada é bem maior do que de um direito de resposta.

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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Hiroito, Imperador do Japão por 62 anos deixa a vida e entra para a História


Jornal do Brasil: Reinado de Hiroíto  foi o mais longo do Japão

O reinado do imperador Hiroíto durou 62 anos e foi o mais longo da história dos imperadores japoneses. Durante esse período, o Japão experimentou a destruição das bombas atômicas na Segunda Guerra Mundial, e em seguida floresceu como uma das economias mais fortes do mundo. Para os japoneses, ele foi o deus vivo, descendente da deusa do Sol, Amaterasu. Em aparições públicas, ninguém estava autorizado a olhar diretamente para ele e até mesmo seus médicos e alfaiates eram proibidos de tocá-lo. 

Os soldados conquistaram em nome de Hiroíto o maior império asiático desde os tempos de Gengis Khan. Para alguns, inclusive japoneses, ele deveria ser julgado como criminoso de guerra. Para outros não passou de um fantoche nas mãos de militares ambiciosos. 

Por causa das atrocidades cometidas na China e na Indochina na Segunda Guerra, e da sua aliança com os nazistas, transformou-se um dos três homens mais odiados do mundo, ao lado de Hitler e Stálin. O general MacArthur, que governou o Japão depois do fim da Segunda Guerra, defendeu Hiroíto e não deixou que ele fosse julgado. O general acreditava que o imperador daria coesão ao povo japonês e o ajudaria a aceitar as mudanças. A partir daí, o monarca teve os poderes reduzidos e renunciou a sua origem divina. Pela nova constituição, elaborada pelos americanos, a instituição do império permaneceria, mas destituída de poder político e da aura sagrada. 

Hiroíto abandonou os rituais da corte. Deixou de usar o quimono, permitiu a publicação de fotos da família imperial. Aboliu também o costume secular de manter concubinas imperiais, mandou o neto estudar na Europa, autorizou o príncipe herdeiro a se casar com uma plebeia e, por fim, assumiu publicamente que sofria de câncer. 
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