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domingo, 20 de setembro de 2026

Ritmo Circadiano? Qual é o seu? Conheça a sua importância.

 



Interessante que esta semana li um texto que falava em "ciclo circadiano" e eu me dei conta de que, apesar de ter uma ideia do que fosse, não tinha maiores informações sobre o assunto. 

Navegando daqui  e de lá, apareceu na minha frente o artigo abaixo, na Folha de São Paulo. Como não acredito em coincidências, pensei logo: é para publicar no blog. E cá estamos. 

Peço ajuda ao meu caro parceiro do ChatGPT (meu parceiro mesmo, sabe mais do blog do que eu. 😎) e ele manda para mim, mais ou menos a introdução abaixo, que eu ajustei e publico.

Nosso corpo talvez seja o mais complexo e eficiente sistema de gestão que conhecemos. Sem percebermos, bilhões de células, órgãos e funções trabalham de forma coordenada, obedecendo a horários, prioridades e ciclos cuidadosamente organizados. 

Coordenando essa operação silenciosa está o chamado ritmo circadiano — o nosso relógio biológico. É ele que ajuda a determinar quando sentimos sono ou fome, em que momentos estamos mais alertas e como o organismo distribui, ao longo do dia, tarefas essenciais à manutenção da vida.

O artigo da BBC News Brasil, publicado pela Folha de S.Paulo (abaixo), explica como funciona esse sofisticado mecanismo de gerenciamento interno e mostra por que respeitar o tempo do corpo não é apenas uma questão de rotina, mas também de equilíbrio e saúde.

Leiam, conheçam, aprendam e, principalmente, apliquem.


Logo: Jornal Folha de S.Paulo

BBC News Brasil

Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?

A resposta está no nosso ritmo circadiano – popularmente conhecido como relógio biológico –, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.

Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos – e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.

"Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.

A luz do Sol ajuda a sincronizar nosso relógio biológico interno com o mundo lá fora
A luz do Sol ajuda a sincronizar nosso relógio biológico interno com o mundo lá fora - Getty Images

"Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."

Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo – na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.

E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.

Onde fica este relógio?

Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro – mais especificamente, no NSQ (núcleo supraquiasmático), dentro do hipotálamo.

E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.

"O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.

Mais de 24 horas

Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.

Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos – com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.

Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.

E é a nossa exposição diária à luz do Sol – ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) – ue nos mantêm sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.

Basicamente, um grupo de células fotossensíveis presentes na retina do olho detecta a luz ambiente, fornecendo informações por meio do nervo óptico ao cérebro sobre a duração do dia e da noite – que ajuda a garantir que nosso relógio interno seja mantido em sincronia com o dia astronômico de 24 horas.

Sem este mecanismo, os 11 minutos a mais do nosso ritmo circadiano se acumulariam e você acordaria e iria dormir um pouco mais tarde a cada dia.

Por que é importante

A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis – como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo – e se prepare para eles.

Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.


O cronograma dos hormônios da fome – leptina (responsável pela saciedade) e grelina (por abrir o apetite) – segue o mesmo princípio, ou melhor, o mesmo relógio.

De acordo com Foster, estudos recentes mostram que a liberação de leptina atinge seu pico por volta das 2h da manhã, e o ponto mais baixo ao meio-dia.

"Normalmente, os altos níveis de leptina à noite inibem o apetite para que a fome não atrapalhe seu sono."

"Enquanto isso, a grelina é secretada pelo estômago durante o dia e aumenta em antecipação às refeições", escreveu o especialista em um artigo para o jornal britânico Daily Mail.

Ele lembra que não respeitar este ritmo natural pode ter consequências sérias para o nosso organismo.

Pesquisas mostram que viver fora de sincronia pode nos deixar mais vulneráveis ​​a problemas de saúde, como infecções, câncer, obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardíacas e transtornos de saúde mental, como depressão.

É um desafio real para quem trabalha à noite, sofre de distúrbios do sono ou apresenta certas deficiências visuais que impedem que a luz chegue às células fotossensíveis da retina.

Como foi descoberto

O astrônomo francês Jean Jacques d'Ortous de Mairan, no século 18, foi um dos primeiros a levantar a hipótese de que os seres vivos possuem uma espécie de relógio interno que regula suas atividades.

Ele fez isso a partir da observação de uma planta: a mimosa, popularmente conhecida como dormideira. Quem conhece sabe que as folhas desta espécie se fecham mediante o toque ou quando anoitece (e voltam a abrir quando o dia amanhece).

E o que De Mairan percebeu por meio de experimentos foi que ao colocar a planta em um armário fechado – ou seja, na total escuridão –, suas folhas continuaram a reproduzir o mesmo mecanismo por vários dias.

"Ele viu as folhas da planta mimosa abrirem e fecharem sob condições constantes (de escuridão, por exemplo)", explica Foster.

Ou seja, não era só a luz que ditava seu ritmo, mas algo dentro dela.

Mas, de acordo com o especialista, só há cerca de 60 anos que os pesquisadores começaram a estudar esses ritmos nos seres humanos.

O conhecimento na área foi crescendo a ponto de, em 2017, três cientistas americanos dividirem o Prêmio Nobel de Medicina por desvendarem "os mecanismos moleculares que controlam o ritmo circadiano".

"Então sabemos um pouco (sobre o relógio biológico) há algum tempo, como fenomenologia. Mas a coisa realmente empolgante nos últimos 30 anos é que entendemos o que faz o relógio biológico, como os genes e seus produtos proteicos interagem para gerar uma oscilação biológica de 24 horas", diz Foster.

Selo 1 estrutura de tópicosLeia este artigo, no original, se desejar, visitando este site

Crachá estrutura de tópicosSe estiver mais interessado no tema, leia "Ciclo circadiano e sua importância na arquitetura do bem-estar"  (clique)

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

A delicada arte de fazer as pazes com o tempo

 


Envelhecer é uma experiência curiosa. O tempo vai deixando suas marcas, algumas visíveis, outras nem tanto, e aos poucos nos obriga a rever a maneira como olhamos para a vida — e para nós mesmos.

O belo texto abaixo, de autoria que infelizmente desconheço, trata desse encontro com o passar dos anos com uma combinação rara de humor, delicadeza e sabedoria. Não lamenta o tempo que passou nem tenta disfarçar suas inevitáveis consequências. Ao contrário: convida-nos a perceber que há ganhos que só chegam quando já caminhamos bastante.

Li, sorri, reconheci algumas situações e, sobretudo, gostei da serenidade que ficou depois da última linha. 

Compartilho porque envelhecer é privilégio de quem vive — e aprender a envelhecer talvez seja uma das mais interessantes experiências da própria vida.

Boa leitura.

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* Crédito da imagem ao final do post

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A Idade em Que o Tempo Senta à Mesa

 (Autor desconhecido)

Existe uma fase da vida em que o espelho começa a nos tratar com uma sinceridade quase ofensiva.

Os cabelos debandam discretamente. Os joelhos passam a emitir boletins sonoros. A memória, às vezes, resolve brincar de esconde-esconde justamente com o nome daquela pessoa que acabamos de encontrar no supermercado.

E há também o fenômeno mais cruel de todos: levantar da cadeira emitindo um “opa!” involuntário… como se a coluna precisasse de autorização verbal para funcionar.

Mas talvez exista uma beleza secreta nisso tudo.

Porque, enquanto o corpo vai lentamente negociando limites com o tempo, a alma — curiosamente — começa a ficar maior.

Mais generosa. Mais paciente. Mais humana.

Chega uma hora em que você já não tem mais pressa de vencer discussões no WhatsApp. Deixa o outro ter razão, porque descobriu que a paz é incomparavelmente mais barata do que a razão.

Você para de tentar impressionar quem não se importa e passa a valorizar, de verdade, quem fica quando as luzes se apagam.

A gesticulação muda. As urgências sossegam. O café esfria um pouco mais na xícara enquanto você simplesmente olha pela janela, sem a menor culpa por não estar fazendo nada produtivo.

É a idade em que o tempo, aquele antigo carrasco do relógio, finalmente aceita o nosso convite e senta-se à mesa para tomar um café com a gente.

Não como inimigo. Mas como companheiro de jornada.

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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Gerentes de Projeto não são "Heróis da Marvel"







Gerentes de Projetos não são “Heróis da Marvel”

Comecemos por adotar uma definição do que seja um Gerente de Projeto. Escolhi, entre muitas, uma que me parece bem aplicada ao que conheço de minha própria experiência como gestor, inclusive de projetos:

  • “Gerentes de projetos são agentes de mudança: eles próprios estabelecem os objetivos de um projeto e usam suas habilidades e competências para inspirar um sentimento de propósito compartilhado dentro da equipe do projeto.”

Nos tempos atuais, em que se exige cada vez mais dos profissionais que habitam a selva corporativa a competência da Gestão de Projetos, o artigo que reproduzo abaixo continua bastante oportuno. Sua autora, a espanhola Camino Santiago Mellado (ver link ao final do post), faz um pequeno ensaio sobre os “poderes” que um Gerente de Projeto (Project Manager) deve manejar no decorrer de sua missão.

Ao ler algumas das descrições desses imaginários “super-homens” encontradas na bibliografia sobre gestão de projetos, tem-se por vezes a impressão de estar diante de personagens saídos das páginas dos quadrinhos da Marvel, dos Contos de Grimm ou da famosa Escola de Hogwarts. Seres quase extraterrestres, tamanha a gama de habilidades que deveriam dominar e de poderes que precisariam exercer no desempenho de suas funções.




Sempre achei exageradas essas intermináveis listas de competências atribuídas por autores e palestrantes aos gerentes de projetos. Basta uma pesquisa sobre o tema para encontrar uma quantidade quase inesgotável delas.

Cada artigo parece apresentar alguma “novidade” em relação aos demais — normalmente no conhecido estilo “receita de bolo”. Uns relacionam sete competências; outros, nove; outros ainda chegam a quinze ou vinte “habilidades”: construção de equipes, liderança, visão holística, organização, atenção aos detalhes... Algumas tão óbvias que chegam a ser risíveis.

Essas listas têm ainda o condão de mexer com a vaidade dos leitores que nelas buscam uma espécie de confirmação pessoal. Nada mais agradável ao ego do que descobrir “coincidências” entre nossas próprias qualidades e as habilidades enumeradas por determinado autor ou palestrante — principalmente se ele for famoso. Creio que aí esteja uma das razões do sucesso dessas incontáveis listagens.

Durante meus anos dirigindo organizações e pessoas, acabei elegendo duas competências fundamentais. Não pretendo dizer que dispensem conhecimento, experiência ou outras habilidades necessárias à gestão. Digo algo diferente: sem elas, dificilmente alguém se tornará um grande gestor — e muito menos um gerente de projetos de sucesso.

1. Gostar de gente

Significa saber ouvir as pessoas com interesse e paciência; desenvolver empatia; procurar compreender os problemas daqueles que nos cercam; perceber as angústias de quem convive conosco, principalmente no trabalho.

Não considero isso propriamente um dom. É uma capacidade que o ser humano desenvolve ao longo da vida, influenciado por seus valores, sua educação, seus princípios e suas experiências.



2. Gostar de resolver problemas

Não é comum alguém admitir que gosta de problemas no trabalho. Direi até que é raro.

Pois conheço algumas pessoas — poucas, é verdade —  que se sentem estimuladas quando estão às voltas com problemas. Refiro-me, obviamente, àqueles que exercem alguma função de gestão, mesmo nos níveis iniciais da hierarquia.

Problemas, para essas pessoas, não são apenas obstáculos. São desafios a compreender, desmontar e resolver. Talvez por isso faça tanto sentido a ideia de que:

  • “As melhores oportunidades se escondem nas dobras dos grandes problemas.”


👹Se conseguir resolver este problema (sem subterfúgios) ☝ publique-o nos comentários e eu registrarei um post para comemorar. 
          

Procurem ao seu redor e provavelmente perceberão que muitos dos líderes e chefes de maior sucesso reúnem essas  características. Gostam de pessoas — e as pessoas tendem a gostar deles. Gostam de problemas — e, na maioria das vezes, conseguem resolvê-los.

Há ainda um fenômeno curioso: os problemas parecem “procurar” essa gente.

Mesmo líderes bem-sucedidos com fama de durões podem estar nessa categoria. Quando vejo jovens executivos, em início de carreira, dizerem que “não gostam de problemas” ou demonstrarem incapacidade para lidar com “pessoas difíceis”, costumo pensar que terão dificuldades para avançar em funções de liderança. O inverso também é verdadeiro.

Assim, o texto que apresento abaixo, a título de ilustração, foi escolhido por sua simplicidade e pela listagem que oferece, apesar do inevitável estilo “receita de bolo”. A autora demonstra experiência e conhecimento do assunto. Concordo com boa parte do que apresenta, embora algumas das obviedades continuem por lá. Paciência...

De qualquer forma, por mais que se espere que os gerentes de projetos sejam verdadeiros “Heróis da Marvel”, capazes de reunir uma coleção interminável de competências, continuo convencido de que, sem aquelas duas qualidades fundamentais — gostar de gente e gostar de resolver problemas —, poderão dominar todas as demais técnicas e habilidades e, ainda assim, dificilmente alcançarão plenamente o sucesso que procuram.




Clique aqui e conheça o Grupo Finsi.

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Gerente de Projeto, uma aproximação.
Mantenha a calma, eu sou um gerente de projeto.



Capitão do navio, maestro, treinador da equipe, o catalisador... estas e muitas mais são as principais analogias que encontramos para definir o papel do Gerente de Projeto. Há alguma verdade em todos eles, e ainda assim eles dão uma visão incompleta de suas funções

Para tentar lançar alguma luz sobre o papel controverso e polêmico desempenhado pelo Gerente do Projeto (GP) dentro de uma empresa, vejamos uma série de conceitos e funções que Greg Horine colheu no livro “Project Management Absolute Beginner’s Guide”. Vamos a eles:

Planejador

O GP deve assegurar-se e garantir que o projeto esteja definido corretamente e buscar que o referido plano seja cumprido ou reformulado de tal forma que o objetivo seja alcançado dentro do prazo e enfrentando as contingências orçamentárias. 

Coordenador 

O GP não se limita a especificar o planejamento; ele também desempenha um papel vital na atribuição e programação de tarefas, bem como na definição da agenda e marcos a curto, médio e longo prazos. Por outro lado, deve ser ele quem determina se cada etapa foi atingida, como a carga de trabalho é distribuída e como ela afetará o orçamento. 

O homem-chave (point man).

O GP serve como um ponto de contato para todas as comunicações relativas ao projeto, sejam estas orais ou escritas, formais ou informais. O GP deve ter acesso e ser um participante em todos os processos comunicativos para poder intervir, moderar, orientar ou simplesmente verificar se eles estão se desenvolvendo normalmente.

Intendente

Assegurar-se de que o projeto tenha disponíveis todos os recursos, materiais e instalações necessárias, no momento em que são necessárias.

Facilitador

O GP tem que facilitar o trabalho e levar em conta as expectativas e perspectivas tanto dos clientes quanto dos membros de sua equipe para que todos sejam participantes do projeto em seus respectivos níveis.

Solucionador de Problemas

O GP deve ter uma grande capacidade de análise, uma visão clara dos processos, suas fontes e o conhecimento técnico necessário para entender e avaliar as ações que estão sendo executadas, para que a capacidade de responder às contingências que possam surgir, seja imediata.



Para-Raios

O GP tem que assistir e proteger a sua equipe para que qualquer interferência externa seja atenuada, que as “condições meteorológicas” que cercam os processos — seja borrasca passageira — não perturbem os processos em curso.

Treinador 

O GP escolhe e comunica o papel e a posição que vão desempenhar e ocupar cada um dos componentes da equipe, demonstrando a importância que cada função tem e terá no sucesso final do projeto, encontrando maneiras de motivar cada membro da equipe, enfatizando suas habilidades e fazendo-as melhorar com um feedback individualizado e constante.

Buldogue

Além disso, o GP deve realizar um acompanhamento permanente e contínuo no tempo, para que os compromissos sejam cumpridos, as questões sejam resolvidas e os marcos sejam concluídos.

Bibliotecário

O GP é responsável pelas informações, comunicações e toda a documentação gerada pelo projeto. Agrupá-las, classificá-las, consultá-las e guardá-las é a sua missão.

Agente de seguros

Continuamente ele tem que trabalhar identificando riscos e oferecendo soluções a esses eventos que podem sobrevir.

Comercial

Para ser envolvido em todos os processos em execução, o GP não só deve saber "vender" os benefícios que o projeto gerou; além disso, não deve perder de vista o fato de que representa em todos os momentos a realização dos objetivos estabelecidos, a excelência da equipe de trabalho e a solvência da empresa.


Camino Santiago Mellado

Camino S. Mellado, foto ao lado, é a autora deste artigo para o Grupo Finsi. Clique sobre o nome sob a foto para entrar na sua página, no blog do Finsi, e conhecer outros artigos de sua lavra.




Este post foi publicado originalmente em 22 de jan. de 2023. Por sua aceitação expressiva entre os leitores da Oficina de Gerência, e por ser um tema sempre presente no mundo corporativo, resolvi republicá-lo. Passei o pente-fino com ajuda do ChatGPT, atualizei conceitos e dei uma repaginada no texto. Espero que mantenha a mesma aceitação de sua edição original.