Segundo dados da Unicef, entre 2016 e 2020, 35 mil crianças e adolescentes de 0 a 19 anos foram mortos de forma violenta no Brasil – uma média de 7 mil por ano. Além disso, de 2017 a 2020, 180 mil sofreram violência sexual – aproximadamente 45 mil por ano.

 

15 DE ABRIL DE 2024 – 2ª FEIRA


FRASE DO DIA

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FRASE COM AUTOR

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sábado, 29 de julho de 2023

OFICINA DE GERÊNCIA ULTRAPASSA 1.900.000 VISITANTES


☝ESTATÍSTICA OFICIAL DO BLOGGER

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Pequena carta aberta aos leitores.

"Hoje (29 de julho de 2023), no Blog da Oficina de Gerência,  é dia de grande comemoração. Os parabéns são para todos os leitores.

Atingimos a marca de 1.908.089 visitantes; por isto a comemoração repartida com os amigos e visitantes, que estão diariamente, desde 2007, prestigiando nosso blog.

Para quem não sabe, a Oficina de Gerência é um blog pessoal, produzido e executado por mim sem nenhuma outra pretensão do que a de compartilhar - principalmente - minha experiência pessoal no mundo da administração, da gerência, da liderança e da vida, de muitos e muitos anos.

Não faço monetização no blog e nem publicidade. A Oficina bem poderia ser classificada como um "lobo solitário" no universo da blogosfera. Tenho conseguido, ao longo desses 16 anos, mercê de muito prazer e muita determinação, manter o blog vivo, ativo e atualizado.

Obviamente ocorreram muitas mudanças na sua "linha editorial", os tempos mudam, os assuntos mudam, tudo muda. A oficina de Gerência também mudou. De um blog temático puro, na área dos assuntos corporativos, hoje ele é uma revista de muitos e diversos assuntos. 

Mantenho o conteúdo principal voltado para o mundo da gestão e da liderança, mas busquei também assuntos diversos procurando dar ao blog um toque mais leve do que apenas postar coisas de administração. Empenhei-me em não torná-lo... chato, do tipo "samba de uma nota só". Acho que temos conseguido

Veja abaixo a coleção completa das tags que tenho colecionado com seus respectivos links e as quase 3.000 postagens do blog. Os que estão em destaque são os mais lidos e buscados 

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Arte (14) Artigos da Internet (104) Artigos da Internet (BBC) (26) Artigos da Internet (Canal RH) (24) Artigos da Internet (HSM) (63) Artigos da Internet (O Gerente) (11) Artigos da Internet (Wharton.Universia) (15) Artigos de Blogs (43) Artigos de Jornais - Folha SP (110) Artigos de Jornais - Folha SP/N.Y.Times (16) Artigos de Jornais e Revistas (29) Artigos de Max Gehringer (15) Artigos de Oscar Motomura (6) Artigos de Revistas (25) Artigos de revistas (Você SA) (14) Artigos e textos de terceiros (79) Artigos Pessoais (originais) (56) Atualidades (283) Campanhas (105) Canções Famosas (5) Cartoons (22) Ciência e Tecnologia (17) Cinema (11) Comentários (71) Comportamento (18) Conheça a História (67) Curiosidades (25) Destaque de Sites e Blogs (82) Dicas de Etiqueta (5) Dicas de Português (28) Dicas de Saúde (27) Dicas para Gerentes (47) Dilbert (14) Esportes (16) Exemplos da Realidade (13) Falar em Público (5) Fuja da Deselegância (22) Grupo Finsi (22) História a cada dia (281) Hoje na História - JB (119) Homenagem (73) HSM - Multimidia (10) Imagem (32) Liderança (6) Maçonaria (21) Melodias Inesquecíveis (34) Mensagens pessoais (125) Meus Comentários (89) Minha experiência (47) Minuto do Século (21) Motivação (28) Mundo Corporativo (9) O corpo fala. (8) Opinião do Blog (5) Pergunte ao Max (9) Piadas Corporativas (26) Poesia (12) Shows (14) Superdicas Escrever Bem (7) Testes (9) Textos da Internet (8) Today in History (69) Vamos Rir (66) Variedades (73) Vídeo Max Gehringer/Fantástico (14) Vídeos (193) Vídeos Documentarios (5) Vídeos Motivacionais (20) You Tube (133)
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Para finalizar, que já estou me alongando mais do que gostaria, expresso minha alegria e meu agradecimento aos mais de um milhão e novecentos mil visitantes que passaram e continuam nos visitando, conhecendo e apoiando para manter o blog vivo e presente.


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sábado, 22 de julho de 2023

Messi... O Filho das Estrelas e das Emoções Incríveis.

 



Se fosse um filme com produção de supershow, tudo ensaiado, preparado, iluminado e esperando só o grito de "ação", não teria sido mais perfeito do que a noite de ontem (21/7/2023) para o grande e incrível  Leonel Messi e todos os amantes do futebol. Sua estreia no Inter Miami, seu novo clube, comprovou que Messi é - sem favor nenhum - o maior jogador de futebol dos últimos tempos. E "por últimos tempos" quero dizer desde a geração Pelé e sem compará-los (veja nota ao final do post) 

O título que dei ao post, "Messi... O Filho das Estrelas e das Emoções Incríveis." revela a minha emoção, como amante do futebol, ao assistir um atleta, como o argentino, receber as bençãos que só os seres iluminados têm direito; comecemos por lembrar alguns dos seus principais títulos: 

  • Melhor do mundo aos 36 anos, pela 7ª vez; 
  • Campeão do Mundo e Olímpico pela Argentina; 
  • Campeão da Champions League por 3 vezes (Barcelona);
  • Jogador com maior número de títulos no futebol mundial (35 conquistas pelo Barça, 3 pelo PSG e 5 pela Argentina - 43 ao todo ) *

Não bastasse isso tudo, Messi surpreende o mundo -  e não só o do futebol - e vai para os EUA; escolhe encerrar sua gloriosa carreira no modestíssimo Inter Miami, a convite de David Beckham (sócio da franquia) e em busca da sua saude mental, como ele mesmo declarou. Duvido que a terá da forma que pensou.

Estreia marcada, expectativa no mundo do futebol... Estádio lotado em jogo pela Leagues Cup (quem já tinha ouvido falar dessa liga?); e entra Messi em campo aos 8 minutos do 2º tempo; endeusado, aclamado, ovacionado pela totalidade do estádio. 

A torcida queria apenas... ver o Messi no seu jogo de estreia, na nova vida, na nova aventura do gênio. Mas como fez repetidas vezes em sua carreira, o argentino produziu o gran finale do espetáculo. Jogo empatado em um gol, 49 minutos do 2º tempo, último lance e ele faz um gol de falta "à la Messi" (ver nos vídeos).


E fica a pergunta: é um ser iluminado ou, não é? Quantas vezes vimos acontecer coisas assim, essas... "coincidências", com as quais o Universo presenteia os seus escolhidos. Eu, pessoalmente e por minhas crendices, não acredito nesses acasos. O cara é mesmo um... "favorito dos deuses do futebol".

O assunto hoje, certamente, vai bater recorde de buscas no Google Trends, no mundo inteiro. Para facilitar a vida dos leitores da Oficina de Gerência postei quatro vídeos do YouTube sobre a estreia do Messi vestindo o uniforme rosa do Inter Miami. 

Recomendo vê-los todos. Cada um terá alguma coisinha diferente do outro, mas em comum o gol consagrador do iluminado Messi. Não para conter as emoções do instante mágico.

* Por enquanto ao lado de Daniel Alves, mas logo o ultrapassará.




Momentos captados de Messi no Jogo
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Momentos intensos do jogo com Messi

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A loucura tomou conta do estádio com o gol de Messi.

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Mais momentos do jogo e da entrada de Messi no Inter Miami

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Alguém, menos avisado, cairá na tentação de comparar a estréia de Messi com a do Pelé (contratado pelo Cosmos, em 1975).  Não vou cair na asneira de comparar os dois. Não tem nenhum sentido. 

E posso falar com a autoridade de haver acompanhado e vivido a era Pelé, por inteiro (incluindo as copas de 58 a 70), inclusive como  jornalista e repórter da Rádio Clube de Pernambuco (Recife) no final da década de 60 e início dos anos 70  -  onde o vi jogar à beira do gramado e o entrevistei por diversas vezes. Tive esse privilégiona vida. 

Para os curiosos, busco a opinião de um profissional que respeito muito - Maurício Noriega - que escreveu excelente artigo em sua coluna para o site Trivela (clique aqui)


sexta-feira, 21 de julho de 2023

Pessoas difíceis em sua vida? Aprenda algumas dicas sobre elas.




Trago para os leitores do blog um artigo de primeira linha. Fui encontrá-lo no site do RH Portal e trata de um assunto que é dos mais complicados para quem queira subir a escada do sucesso no mundo corporativo e mesmo em suas vidas privadas. Refiro-me às chamadas pessoas difíceis.

Sim senhor! Elas existem e vão surgir contínua e indefinidamente durante toda a trajetória de quem tem o projeto de ascender às funções mais altas na hierarquia de sua carreira. Quer ser gerente? Vai precisar interagir com as pessoas muito complicadas. Pretende ser diretor? Irá enfrentar, além das pessoas acima, os colegas rabugentos. Quer ir além? Presidente? Terá que administrar as personalidades ásperas, irritadiças e grosseiras. Não há como escapar. Elas, as pessoas difíceis são uma multidão e não vão desaparecer. O melhor, portanto, é aprender a lidar com elas e conseguir ajustar-se, e ajustá-las à sua liderança . 

Nunca será fácil. Basta ver a quantidade de livros, artigos, palestras, vídeos e cursos do tipo "Como lidar com pessoas difíceis" ou ainda "As artes e técnicas para aprender a conviver com as pessoas difíceis" (no Google, 495.000 links). E ninguém  encontrou ainda a fórmula certa e nem vai encontrar! No máximo podemos desenvolver habilidades e buscar conhecimentos para nos empenharmos na tarefa de fazer conviver os "patinhos feios" com os grupos de cisnes. E isso se você também não estiver, também, entre os "patinhos".

O artigo abaixo foi publicado no HSMManagement.  É longo, mas de leitura fácil e o tema, convenhamos, é fascinante e sempre atual. Recomendo sua leitura com especial atenção para aqueles que já ocupam funções gerenciais. Tem muitas dicas e conceitos de especialistas em I.E (Inteligência Emocional) que, segundo o autor, pode ser a ferramenta para finalmente trazer as pessoas complicadas para a convivência produtiva e ajustadas ao ambiente de trabalho.



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Como Lidar Com Pessoas Difíceis
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Lidar com pessoas problemáticas, mas talentosas, é um desafio para muitos líderes. Veja as dicas de alguns especialistas, como Daniel Goleman, para evitar a demissão de algum funcionário difícil.

Os sinais aparecem em todas as partes: vozes que sobem de tom na sala de reuniões, cochichos nos corredores, reclamações feitas a portas fechadas pelos integrantes de sua equipe. É isso, uma das pessoas do seu grupo - uma das mais inteligentes e habilidosas - é verdadeiramente problemática, alguém que irrita a todos e com quem ninguém fica à vontade. Os gerentes sempre tiveram de lidar com funcionários que causam problemas; mas no mercado de trabalho atual, quem pode se dar ao luxo de demitir um chato com talento? Então, o que fazer?
Algumas das possíveis soluções são tão simples e diretas que, em geral, as ignoramos. Mas se essas soluções se mostram inadequadas, é possível contar com a ajuda dos profissionais especializados em um novo conceito, chamado "inteligência emocional" (IE).

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Para começar, avalie se o funcionário problemático não está no cargo errado.  É por causa da sua própria personalidade que essa pessoa não se ajusta à função que desempenha? Quem pergunta é Thomas Rice, presidente da Interaction Associates, uma empresa de consultoria internacional, de Cambridge, Massachusetts. E ele acrescenta: "Geralmente encontramos, por exemplo, alguém que é introvertido e solitário, e vemos que talvez esse tipo de pessoa altamente intuitiva, que não pode seguir os procedimentos administrativos, está em um cargo no qual todos esperam que ela faça exatamente isso". No entender de F. Norris Dodge, presidente da H.R. Masters, de Owings Mills, Maryland, esse tipo de desajuste aumenta quando os indivíduos com fortes habilidades técnicas são promovidos a cargos gerenciais. "Estou analisando funcionários que têm dificuldades para se relacionar com pessoas em cargos nos quais é exigida essa habilidade" - explica. "Contadores ou analistas, por exemplo, comandando seus departamentos. Pessoas que fugiam desses cargos porque queriam trabalhar com números ou com máquinas, e que, repentinamente, são obrigados a se relacionarem com uma equipe e a motivar o trabalho em grupo, mas não têm a menor idéia de como fazê-lo." Se esse é o problema, trate de desenvolver nessa pessoa habilidades gerenciais ou transferi-la para atividades nas quais suas virtudes serão mais bem aproveitadas.

Analise se não são as funções que desempenham, as características próprias do cargo, que exigem que essas pessoas sejam difíceis. Algumas organizações têm funções de impacto, cargos que, ao que parece, sempre estão ocupados por pessoas complicadas e briguentas. Rice, da Interaction, suspeita que cada vez que uma pessoa é promovida rapidamente a vice-presidente, de repente, ela é considerada chata. "Sempre procuro saber o que aconteceu com a última pessoa que ocupou esse cargo", ele explica. Pergunto: Também era um chato? Geralmente, respondem que sim. E a anterior? Tampouco durou muito no cargo, dizem. Claramente, essa pessoa está fazendo o trabalho sujo de alguém, encobrindo outra pessoa; o presidente ou outro executivo de alto gabarito".  O que fazer? Viver com o problema; reconhecer que ser difícil faz parte da função. Mas é necessário transferi-lo do cargo antes que ele se canse e peça demissão. 

Avalie a dinâmica do grupo; o problema pode estar aí. As organizações que crescem rapidamente - e as que têm um ambiente de trabalho muito exigente - geralmente geram um vácuo de liderança. Este vácuo permite que uma pessoa muito enérgica mande sem delicadeza nas demais companheiras. "Pode existir uma pessoa extremamente talentosa nesta situação, diz Rice; mas ela terá uma influência nociva porque a dinâmica do grupo será disfuncional". Se esse é o problema, assegure-se de que em cada grupo haja pelo menos um funcionário com a personalidade ou o poder para neutralizar essa pessoa difícil. 

Esses problemas são organizacionais e podem ser resolvidos com relativa facilidade, desde que você tenha a autoridade para fazer as mudanças necessárias. Mas outros problemas são pessoais e interpessoais; os que se descrevem com frases como "conflito de personalidade" ou "essa pessoa me tira do sério". Os funcionários problemáticos podem ter personalidades conflitantes. Mas também pode ocorrer que você, como gerente, devido a sua própria personalidade, piore a situação ao invés de melhorá-la. Qualquer que seja o motivo, na área de inteligência emocional, é possível encontrar a solução.
Daniel Goleman, autor de dois livros sobre inteligência emocional, explica os conceitos-chave deste conceito. 

Uma pessoa com alta IE conhece a si mesma, tem autoconfiança e identifica-se facilmente com outras pessoas. Além disso, ela tem facilidade para se comunicar, para liderar e motivar, habilidades que nem todos os gerentes possuem em abundância. "Muitas vezes, as pessoas conflitantes não conseguem melhorar sua conduta porque seus superiores não têm inteligência emocional suficiente para conduzi-las", diz Cary Cherniss, professor do Centro de Psicologia Aplicada da Universidade Rutgers e diretor do Emotional Intelligence Consortium, uma entidade sem fins lucrativos que está montando um catálogo com as melhores práticas de IE. "Em primeiro lugar, ele acrescenta, os gerentes precisam estar conscientes de suas próprias respostas emocionais, e da maneira com que as pessoas (com problemas) ativem seus instintos emocionais. Eles devem poder controlar seu caráter e seus temores, de acordo com a situação que enfrentam com o indivíduo problemático. Precisam ser positivos e seguros quanto ao modo que trabalham com pessoas difíceis; não intimidar nem pressionar, mas sim atuar com diplomacia".

O que significa tudo isso na prática? Um gerente emocionalmente inteligente, por exemplo, não deve tentar mudar a conduta dos funcionários conflitantes, e sim auxiliá-los para que compreendam os problemas que eles ocasionam. "Esse tipo de pessoa não é muito consciente da forma como se comporta", assinala Cherniss. "Mas se for demonstrado a ela o impacto que tem sua conduta, geralmente, ela consegue mudar". Ele cita o caso de um gerente dominador, mas convencido de que sua atitude era a adequada, e que não sabia por que os funcionários se incomodavam com ele. "Até que o filmaram durante uma reunião; e quando lhe mostraram a fita, seus olhos se encheram de lágrimas. Ele não tinha idéia de como era até que se viu na fita".

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Outra ferramenta útil é o "Fedback de 360 graus, no qual o desempenho de uma pessoa é avaliado por todos os que a cercam. "Costuma-se utilizá-lo errado", diz Cherniss; "Mas se isso fizer parte de um processo de desenvolvimento, quando um executivo assessora um individuo e compartilha com ele as informações de forma emocionalmente inteligente, o Feedback de 360 graus é muito poderoso para motivar a mudança". Se adquirir essas habilidades parece ser algo muito difícil, não se apavore; a inteligência emocional é algo que se aprende. Desde 1992, a American Express Financial Advisors, com sede em Minneapolis, iniciou um programa de treinamento em Competência Emocional para gerentes. Um dos objetivos é auxiliá-los a se transformarem em "assistentes emocionais" dos funcionários que dependem deles. 

A capacitação contribuiu para que os gerentes apreciem o papel que desempenha a emoção no local de trabalho e para que eles desenvolvam uma maior consciência de suas próprias reações emocionais. O programa inclui treinamento em auto-conhecimento, auto-regulamentação, empatia e habilidades para as relações sociais. O interessante é que essas habilidades "soft" se traduzem em resultados concretos. Um estudo recente determinou que os gerentes treinados nessas habilidades fizeram crescer suas empresas em uma média de 18,1%, comparados com os 16,2% de gerentes que não foram capacitados. Isso significa um valor aproximado de US$ 247 milhões em aumento de receita nos 15 meses do período estudado. Pam J. Smith, gerente do programa de Competência Emocional, assegura que, como resultado dessa iniciativa, a empresa também registra a menor rotatividade de funcionários e menor absenteísmo.

Smith diz que ninguém é "enviado" ao programa, e que tampouco ele é utilizado como terapia; e acrescenta que, mesmo assim, o programa ajuda a solucionar problemas com pessoas conflitantes e permite aos gerentes ver, por si mesmos, em que casos eles causam ou exaltam os problemas. Às vezes, isso é suficiente.

1) As imagens que foram colocadas no artigo não se estão no texto original. Foram introduzidas pela Oficina de Gerencia com o objetivo de além da ilustração, tornar a texto longo um pouco mais fácil de ler.

2) Este artigo já foi publicado anteriormente no blog. Por ser um dos mais procurados, recebeu uma repaginada e uma republicação. Ficou atualizado.

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quinta-feira, 20 de julho de 2023

Dia do Amigo é hoje! Faça muitos e cultive seus amigos.

 


Hoje, 20 de julho, é o Dia do Amigo e o Dia Internacional da Amizade.

No site Calendarr - especializado em datas especiais (clique no link), está dito o seguinte sobre esse dia: 

O Dia do Amigo e o Dia Internacional da Amizade são comemorados em 20 de julho.

  • "Esta data foi primeiramente adotada em Buenos Aires, na Argentina. Desde 1999, ela é comemorada de forma oficial neste país, onde é uma das celebrações mais festejadas.

O argentino Enrique Ernesto Febbraro (1924-2008) é o responsável pela criação do Dia do Amigo e Internacional da Amizade. A ideia surgiu com a chegada do homem à Lua, pois este fato significava que juntos, os povos poderiam conseguir superar desafios quase impossíveis. Para o criador da data, esse evento representava um símbolo de união entre todos os seres humanos.

Através das campanhas de divulgação realizadas por Febbraro, aos poucos, o Dia do Amigo e Internacional da Amizade passou a ser comemorado em outras partes do mundo, e hoje quase todos os países festejam esta data."

Dito isso, fiz questão de publicar este post hoje para homenagear os meus amigos, leitores do blog, os amigos da minha vida e todos os amigos que convivem entre si no Universo Cósmico. Calma! Não vou "filosofar" aqui sobre amizade. Só no Google são 59.900.00 de links sobre o tema "amigos e amizades" (clique aqui).

Todos nós temos amigos. Amigos de vários perfis. Amigos do trabalho, amigos do clube, da nossa igreja, amigos sociais, amigos das nossas comunidades. Amigos, muitas vezes eventuais e até imprevistos por onde andamos. 


E existem os "amigos de verdade"; aqueles a quem amamos, de quem gostamos de estar com eles e eles, de estarem conosco; que se preocupam quando estamos preocupados; os que rimos e choramos juntos nas boas e más horas de cada um. São os nossos "amigos de fé, irmãos camaradas"... Todos amigos.

Ocorreu que recebi hoje, inesperadamente, o vídeo abaixo de um desses amigos. E me senti muito orgulhoso de nossa amizade; uma amizade antiga que cultivamos há muitos anos, mesmo sem nos comunicarmos regularmente, e esse sentimento revivido me motivou a fazer este post. Compartilho, através dele, o meu sentimento com os leitores da Oficina de Gerência na esperança de fazê-los, como eu, refletir cobre o valor das nossas amizades, de todos os tempos e matizes.

Não conheço o  artista que interpreta e nem o autor do texto no vídeo; ótimo, por sinal. A par disso, adorei a mensagem que ele traz. Verdadeira!

Não percam a oportunidade de bem lembrar de todos os seus amigos.